Várzea Grande

IPTU 2025 pode ser pago em casas lotéricas com CPF do titular do imóvel

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Tributo pode ser pago com até 20% de desconto. Quem estiver com débitos pode aderir ao Refis e aproveitar todos os benefícios. O programa de renegociação de dívidas termina amanhã (10), em Várzea Grande

O contribuinte de Várzea Grande pode pagar o Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) em casas lotéricas com o número do CPF do titular ou com número de inscrição do imóvel. Vale lembrar que o vencimento para pagamento da primeira parcela e da cota única, com desconto de até 20%, é para esta sexta-feira (11).

O secretário municipal de Gestão Fazendária, José Francisco Mazzuco Júnior, os boletos também podem ser emitidos na aba IPTU pelo site oficial da Prefeitura, pelo atendimento virtual no WhatsApp (65) 98459-8124 ou de forma presencial na sede da Prefeitura de Várzea Grande e na Subprefeitura do bairro Cristo Rei.

“Hoje, nosso IPTU é virtual e isso tem ajudado muito para agilizar os atendimentos presenciais, como também facilitado a vida de grande parte dos nossos contribuintes. Estamos dando mais alternativas de pagamento, como também proporcionando mais conforto e agilidade ao munícipe”, disse Mazzuco.

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ATENÇÃO AO REFIS – O secretário também relembra que o Programa de Regularização Fiscal (Refis 2025) finaliza amanhã, quinta-feira, dia 10. “O contribuinte regularizado junto ao Fisco Municipal garante vantagens, como por exemplo, o desconto de 20% no IPTU. Estamos convocando a nossa população para que regularize a situação para que tenha acesso a diversos benefícios”, disse.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Palestra leva alerta sobre riscos do cigarro eletrônico a estudantes

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A equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa realizou, na sexta-feira (18), uma palestra sobre tabagismo para estudantes do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Elmaz Gattas. A atividade reuniu jovens de 13 a 18 anos em um momento de conversa, interação e dinâmicas sobre os riscos do cigarro convencional e, principalmente, do cigarro eletrônico.

Durante o encontro, os profissionais falaram sobre os cuidados com a saúde, sintomas e consequências do uso dos dispositivos eletrônicos, além do risco de o cigarro eletrônico se tornar uma porta de entrada para o consumo de outras substâncias.

A conversa também abriu espaço para que os próprios estudantes compartilhassem suas experiências. Muitos relataram já ter experimentado o cigarro eletrônico por curiosidade, influência de amigos ou até mesmo pelos sabores oferecidos pelos dispositivos.

A estudante Marina, de 13 anos, contou que já recebeu ofertas de amigos, mas prefere não experimentar.

“Meus amigos sempre oferecem, mas eu não aceito. Eu vejo que não faz bem e prefiro não usar. Eles respeitam minha decisão e eu também falo para eles não experimentarem”, relatou.

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Já a estudante Miriam, de 14 anos, contou que chegou a experimentar o cigarro eletrônico, mas teve uma experiência negativa. Após o uso, apresentou tontura e uma tosse persistente que durou cerca de duas semanas. O quadro fez com que ela precisasse procurar atendimento médico para avaliação e uso de medicamentos. Depois da experiência, ela não voltou a utilizar o dispositivo.

A responsável técnica pela atividade destacou a importância de levar esse tipo de informação diretamente aos adolescentes. A palestra foi realizada nos períodos da manhã e da tarde, e a equipe ficou surpresa com a quantidade de estudantes que já tiveram algum contato com o cigarro, especialmente com os dispositivos eletrônicos.

“É muito importante conversar com eles de forma aberta, sem julgamento, porque muitos já tiveram contato ou receberam ofertas. Ficamos impressionados com a quantidade de jovens que já tiveram alguma experiência. Esse diálogo é uma oportunidade para orientar e mostrar as consequências antes que o uso se torne um hábito”, destacou.

Durante a atividade, um dos inspetores da escola apresentou à equipe uma sacola com diversos dispositivos eletrônicos, conhecidos popularmente como “pods” ou “vapes”, que haviam sido apreendidos dentro da unidade escolar.

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Por se tratar de uma escola militar, a unidade também desenvolve ações próprias de orientação e conscientização com os estudantes. A atividade realizada pela equipe de saúde reforça esse trabalho, aproximando os profissionais da saúde do ambiente escolar e criando espaço para que os adolescentes possam tirar dúvidas e falar abertamente sobre o tema.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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