Várzea Grande

Integrante do Caderno 2 destaca a importância de se criar políticas públicas para crianças e adolescentes   

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A integrante do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculo – unidade Caderno 2 –  Paolla Cássia de Oliveira,  que participou entre os dias 2 e 4 de abril, da 12ª Conferência Nacional dos Direitos da Criança e Adolescente, em Brasília, disse que o evento lhe proporcionou uma experiência, até então nunca vivida e que pode, durante o encontro – que reuniu representantes do país inteiro – se aprofundar ainda mais das temáticas em defesa dos direitos das crianças e adolescentes. 

“Participar dessa conferência me trouxe além de aprendizado a oportunidade de representar o meu município e poder, juntamente com a Delegação do Estado de Mato Grosso, discutir e propor ações que vem ao encontro das necessidades desse grupo em especial. Durante o evento pude perceber a necessidade da participação popular nas decisões que envolvem os nossos direitos e de entender, de forma mais aprofundada como são deliberadas as decisões que irão transformar as nossas vidas, na garantia de direitos”, destacou.  

Paolla de Oliveira disse que a sua participação na 12ª Conferência Nacional dos Direitos da Criança e Adolescente, foi incentivada pela secretária de Assistência Social, Ana Cristina Vieira, pela coordenadora da Proteção Especial Básica, Bernadete Miranda, pela coordenação do Caderno 2 e do Conselho Municipal do Direito da Criança e Adolescente (CMDCA). “Elas não só apoiaram a minha participação na Conferência Nacional, como me incentivaram a participar das decisões, para a construção de propostas de ações e políticas públicas que garantam direitos, no contexto de pós pandemia. Quero agradecer a confiança e apoio desde a primeira conferência municipal em que participei. Foi a partir daquele momento que eu me interessei pelo assunto, e que levarei como bandeira por toda a minha vida”. 

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A integrante do Caderno 2 disse ainda que é importante que mais jovens se interessem pelas discussões em torno de políticas públicas voltadas para crianças e adolescentes, e de jovens de forma em geral. “Como cidadã espero que outros jovens tenham a mesma oportunidade que estou tendo agora de poder discutir com os poderes os nossos direitos, sem esquecer de nossas obrigações também. Durante a conferência pude perceber a importância de participar da construção de políticas públicas em nosso município e também nas decisões de esfera nacional”.

A secretária de Assistência Social, Ana Cristina Vieira disse que é muito gratificante ver que os jovens estão cada vez mais antenados às questões relativas aos direitos da criança e adolescente e que ver a disposição da Paolla Oliveira em participar da Conferência Nacional, nos faz acreditar que estamos no caminho certo. “É importante que os jovens tenham essa percepção e que procurem cada vez mais, se envolver em assuntos que dizem respeito às suas vidas. Estamos muito felizes em ver o crescimento da Paolla, que muito bem nos representou nesta Conferência Nacional”.

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Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Mordida de cachorro: saiba quando é necessário tomar vacina antirrábica

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Uma simples mordida ou arranhão de cachorro pode exigir atenção. Em casos de acidentes com animais domésticos ou de rua, o paciente deve procurar uma unidade de saúde para avaliação médica, já que existe o risco de transmissão da raiva, doença grave e quase sempre fatal após o aparecimento dos sintomas.

De acordo com a enfermeira da Vigilância em Saúde, Maria José Neves, a primeira medida após a mordida é lavar o local com água corrente e sabão em abundância, além de procurar atendimento médico o mais rápido possível.

ANIMAIS DOMÉSTICOS – Se o animal for domiciliado, saudável e puder ser acompanhado, a orientação é mantê-lo em observação por 10 dias. Durante esse período, é importante verificar se o cachorro apresenta mudanças bruscas de comportamento, como agressividade, salivação excessiva, dificuldade para engolir, medo da água, tendência a se esconder da claridade, paralisia ou sinais neurológicos.

Caso o animal permaneça saudável ao final dos 10 dias, normalmente não há necessidade de completar o esquema antirrábico. Porém, se o cachorro adoecer, morrer ou desaparecer nesse período, a pessoa deve retornar imediatamente ao serviço de saúde para iniciar ou complementar a vacinação.

ANIMAIS DE RUA – Nos casos envolvendo cães de rua ou animais desconhecidos, que não podem ser observados, a recomendação é iniciar a profilaxia antirrábica, conforme avaliação médica.

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O esquema vacinal geralmente é realizado em quatro doses, aplicadas nos dias 0 (dose inicial), 3, 7 e 14. Em situações consideradas graves, também pode ser necessário o uso do soro antirrábico.

Entre os casos considerados graves estão mordidas profundas, múltiplos ferimentos, lesões em mãos, pés, rosto e mucosas, além de ataques de animais silvestres ou morcegos.

SINTOMAS EM HUMANOS – Os primeiros sintomas da raiva em seres humanos podem incluir febre, dor de cabeça, mal-estar, fraqueza e sensação de formigamento ou dor no local da mordida. Com a evolução da doença, o paciente pode apresentar ansiedade, agitação, dificuldade para engolir, espasmos musculares, confusão mental e paralisia. Após o surgimento dos sintomas, a doença apresenta alta taxa de mortalidade.

CUIDADOS IMPORTANTES – Além da vacina contra a raiva, a equipe de saúde também avalia a necessidade de vacina antitetânica e uso de antibióticos, dependendo da gravidade do ferimento.

Maria José alerta que a raiva não tem cura e pode levar à morte caso o paciente desconsidere a importância de uma avaliação médica após mordedura de animal.

“Muitas vezes não levamos a sério a mordida de um cão ou gato, e isso pode resultar em algo muito grave se não tomarmos os cuidados necessários”, alerta a enfermeira.

A médica veterinária do Centro de Controle de Zoonoses de Várzea Grande (CCZ-VG), Amanda Nunes, orienta a população a evitar contato com animais desconhecidos, principalmente cães e gatos em situação de rua, além de nunca tocar em morcegos ou animais silvestres.

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“É de suma importância que a população, principalmente crianças e pessoas curiosas, não toque em animais que não conhece, nem em animais de rua ou silvestres, como capivaras. Eles podem transmitir a raiva”, reforça.

ATENDIMENTO NO MUNICÍPIO – Em Várzea Grande, pacientes vítimas de mordidas podem buscar atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e no Hospital e Pronto-Socorro de Várzea Grande (HPSVG) para avaliação e encaminhamento da vacina antirrábica humana.

No município, a raiva animal está erradicada desde 2015. A equipe do CCZ segue monitorando a situação para manter Várzea Grande livre da doença.

A veterinária Amanda Nunes orienta que, em casos suspeitos ou para mais informações sobre a doença, a população pode entrar em contato com o Centro de Controle de Zoonoses pelo WhatsApp (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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