Várzea Grande

Evento aproximou projeto de mulheres no bairro São Matheus

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Mulheres de todas as idades conheceram a “Casa de Sarita” e tiveram cesso a serviços gratuitos de saúde, coleta de CCO, aferição de pressão, testes glicêmicos, acupuntura, auriculoterapia e florais de Bach. Além de serviços de beleza e oficinas do projeto “Elas Empreendem”

Moradora do bairro São Matheus, em Várzea Grande, Lucilene Gabriela dos Santos, de 36 anos, descobriu na última sexta-feira, 24 de novembro, uma forma diferente de tratar sua ansiedade e insônia que não envolvam medicamentos e fármacos; trata-se da terapia por Florais de Bach. O tratamento por extratos líquidos de flores e plantas, que trabalha o equilíbrio emocional, e, pode mudar a vida de Luciene para melhor, foi possível após ela conhecer o projeto “Casa de Sarita no Seu Bairro”.

“Não conhecia Florais de Bach, achei interessante para quem tem insônia, ansiedade e gostei bastante. Também não imaginei que pudesse ter acesso a um tratamento desses gratuitamente e não conhecia a Casa de Sarita”, disse Lucilene.

O relato reflete o impacto positivo do projeto “Casa de Sarita no Seu Bairro”, que foi realizado pela primeira vez nessa sexta-feira, 24 de novembro, na “EMEB Abdala José de Almeida”. O objetivo era levar até às mulheres a “Casa de Sarita” e uma amostra dos serviços únicos oferecidos por este projeto singular, feito de mulheres para mulheres.

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“A Casa de Sarita trabalha não apenas no bem-estar físico da mulher, mas também no emocional. Temos atendimento psicológico especializado, terapias integrativas e programas de capacitação e de empreendedorismo. Toda mulher que nos procura passa por uma triagem e o que ela precisar será atendida ou encaminhada para o serviço ou seja criamos um ambiente onde as mulheres se sintam ouvidas, compreendidas e fortalecidas”, explicou a primeira-dama e promotora de Justiça, Kika Dorilêo Baracat.

O projeto é uma iniciativa liderada pela Prefeitura de Várzea Grande, por meio do Gabinete de Apoio às Ações Transformadoras (GAAT), sob a tutela da primeira-dama. “A ‘Casa de Sarita’ é um símbolo de solidariedade, compreensão mútua e apoio coletivo. Sabemos que as mulheres enfrentam desafios únicos, e é por isso que este espaço foi concebido para atender às nossas necessidades específicas. Aqui, buscamos construir mais do que um centro de assistência; queremos criar um ambiente onde cada mulher se sinta ouvida, compreendida e fortalecida e também precisamos que as mulheres de Várzea Grande conheçam a iniciativa, por isso que estamos levando a ‘Casa de Sarita no Seu Bairro’”, acrescenta Kika Dorilêo Baracat.

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O evento, realizado na “EMEB Abdala José de Almeida”, ofereceu uma ampla gama de serviços gratuitos, desde atendimento de saúde, coleta de CCO, aferição de pressão, testes glicêmicos, acupuntura, auriculoterapia e florais de Bach. Além disso, as mulheres puderam desfrutar de serviços de beleza, oficinas de empreendedorismo, e participar de atividades como o projeto “Elas Empreendem”, com oficinas de feltro natalino e rosca natalina.

“Casa de Sarita” – Jovens a partir dos 14 anos e mulheres de todas as idades têm espaço na “Casa de Sarita” que está de portas abertas para promover uma vida mais plena. Para outras informações, entre em contato pelo telefone 984766715, visite o endereço Av. Presidente Artur Bernardes, 1332 – Vila Ipase, Várzea Grande, ou siga nas redes sociais @casa_de_sarita.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Resultado das ovitrampas orienta força-tarefa contra o Aedes aegypti em Várzea Grande

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Equipes de Controle de Endemias e do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) deram continuidade, nesta segunda-feira (10), às ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, em vários bairros de Várzea Grande. A atividade faz parte da segunda etapa do trabalho realizado por meio das ovitrampas, armadilhas utilizadas para identificar a presença e a intensidade da circulação do mosquito no território.

Durante a primeira etapa, realizada no mês de julho, 211 ovitrampas foram instaladas em pontos estratégicos do município. Após cinco dias de exposição, as armadilhas foram recolhidas e encaminhadas ao laboratório, onde os ovos encontrados foram contabilizados e analisados pelas equipes.

A partir dos resultados, foi possível identificar os pontos com maior concentração de ovos do Aedes aegypti. No Setor 1, que contempla a região do Grande Cristo Rei, foram trabalhados os bairros Parque do Lago, Santa Luzia, Santa Clara, Dom Bosco e Cristo Rei, com a delimitação das áreas de foco.

Segundo Roseane Félix, supervisora-geral do Setor 1, no bairro Parque do Lago, por exemplo, foi identificado que o quarteirão 22 apresentou o maior quantitativo de ovos do mosquito e, por isso, foi definido como área prioritária para a atuação das equipes.

A partir dessa identificação, a força-tarefa realizou a delimitação e o bloqueio da área, com o objetivo de eliminar a presença do vetor no quarteirão positivo e nos imóveis circunvizinhos.

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Durante a ação, os agentes percorrem os imóveis de porta em porta, realizando a inspeção de quintais, recipientes que possam acumular água, caixas-d’água e outros possíveis criadouros. Também são realizadas ações de controle mecânico, com a eliminação de recipientes e focos, aplicação de larvicida, quando necessária, e orientação aos moradores.

Roseane explica que o trabalho permite direcionar as ações de campo para as áreas que apresentam maior risco.

“A ovitrampa é uma importante ferramenta de vigilância, porque nos permite identificar onde há maior circulação do mosquito. A partir dos resultados, conseguimos direcionar as equipes para uma atuação mais efetiva, realizando a eliminação dos criadouros, o tratamento quando necessário e, principalmente, orientando os moradores.”

A orientação à população é uma das principais estratégias para evitar a proliferação do mosquito, especialmente antes do período de chuvas, quando aumenta a possibilidade de formação de criadouros. Os moradores são orientados a manter os quintais limpos e sem recipientes com água acumulada, manter as caixas-d’água devidamente tampadas e evitar água parada em pratos de plantas, que devem permanecer secos ou receber areia.

Moradora do Parque do Lago há 40 anos, Conceição Lino, de 65 anos, recebeu as agentes em sua residência e destacou a importância do trabalho de orientação realizado pelas equipes.

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“Eu já conheço elas há muito tempo e já tenho elas como minhas amigas. Acho muito importante o trabalho que elas fazem, a orientação, o conselho e a informação. É um trabalho importantíssimo, principalmente antes que chegue o período das chuvas e aumente os mosquitos. É uma forma de evitar a dengue, a zika e a chikungunya.”

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que o combate ao Aedes aegypti depende da atuação conjunta do poder público e da população. A eliminação de pequenos pontos de água parada dentro das residências é uma das principais medidas para impedir que o mosquito complete seu ciclo de reprodução.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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