Várzea Grande

Comissão de Saúde do Legislativo elogia ação da Prefeitura ao preservar vidas no Pronto-Socorro

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Entre transferências, substituição de transformador e readmissão dos pacientes, tudo foi resolvido em menos de 24 horas

A ação rápida dos profissionais de saúde da Prefeitura de Várzea Grande foi elogiada pela Comissão Permanente de Saúde da Câmara Municipal, na sessão ordinária desta terça-feira (9). Na madrugada do último dia 4, uma pane elétrica em um gerador afetou os atendimentos na unidade o que demandou a transferência de 23 pacientes para Cuiabá, logística feita de forma rápida e segura. Entre transferências, substituição de transformador e readmissão dos pacientes, tudo foi resolvido em menos de 24 horas.

Conforme destacou o presidente da Comissão de Saúde, o vereador Dr. Miguel Júnior (Cidadania), a ação foi acompanhada de perto pela prefeita Flávia Moretti (PL) e pela Secretária de Saúde, Deisi Bocalon, desde as primeiras horas da madrugada.

“Como médico, afirmo que foram realizadas transferências de forma responsáveis, seguras e bem coordenadas. O resultado disso é que as vidas foram preservadas e não houve óbito no traslado entre um hospital e outro. Ontem, estivemos na Secretaria de Saúde para esclarecer todo o ocorrido”, declara.

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Ele também destacou o pedido da gestão municipal para construção do novo Pronto-Socorro. “Fiquei feliz em saber que a prefeita Flávia Moretti e secretária Deisi já solicitaram ao governo de Mato Grosso para construir um novo Pronto-Socorro. A ação também recebeu apoio dos demais prefeitos da Baixada Cuiabana, pois auxiliamos vários municípios”, disse Miguel. O vice-presidente da Comissão, o vereador Enfermeiro Emerson (PP), reforçou o esforço das equipes. “A ação foi rápida, coordenada e isso fez com que as vidas fossem preservadas”, declara.

“A nossa prioridade sempre foi salvar vidas e, primeiramente, agradecemos a Deus por nos dar serenidade para conduzir tudo com segurança. Em segundo lugar, quero reconhecer e parabenizar a nossa brilhante equipe de saúde que não mediu esforços e trabalhou de forma incansável para garantir o bem-estar de cada paciente”, afirmou a Secretária de Saúde, Deisi Bocalon.

Ela atribui o sucesso da transferência ao apoio essencial do governo do Estado, da Prefeitura de Cuiabá e dos Hospitais Santa Helena e Geral, Samu, Energisa, empresas prestadoras de serviço. “Graças a essa união de esforços, conseguimos transferir todos os pacientes de maneira rápida, organizada e segura, garantindo a continuidade dos cuidados e, acima de tudo, preservando vidas”, completou Deisi.

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Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Mordida de cachorro: saiba quando é necessário tomar vacina antirrábica

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Uma simples mordida ou arranhão de cachorro pode exigir atenção. Em casos de acidentes com animais domésticos ou de rua, o paciente deve procurar uma unidade de saúde para avaliação médica, já que existe o risco de transmissão da raiva, doença grave e quase sempre fatal após o aparecimento dos sintomas.

De acordo com a enfermeira da Vigilância em Saúde, Maria José Neves, a primeira medida após a mordida é lavar o local com água corrente e sabão em abundância, além de procurar atendimento médico o mais rápido possível.

ANIMAIS DOMÉSTICOS – Se o animal for domiciliado, saudável e puder ser acompanhado, a orientação é mantê-lo em observação por 10 dias. Durante esse período, é importante verificar se o cachorro apresenta mudanças bruscas de comportamento, como agressividade, salivação excessiva, dificuldade para engolir, medo da água, tendência a se esconder da claridade, paralisia ou sinais neurológicos.

Caso o animal permaneça saudável ao final dos 10 dias, normalmente não há necessidade de completar o esquema antirrábico. Porém, se o cachorro adoecer, morrer ou desaparecer nesse período, a pessoa deve retornar imediatamente ao serviço de saúde para iniciar ou complementar a vacinação.

ANIMAIS DE RUA – Nos casos envolvendo cães de rua ou animais desconhecidos, que não podem ser observados, a recomendação é iniciar a profilaxia antirrábica, conforme avaliação médica.

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O esquema vacinal geralmente é realizado em quatro doses, aplicadas nos dias 0 (dose inicial), 3, 7 e 14. Em situações consideradas graves, também pode ser necessário o uso do soro antirrábico.

Entre os casos considerados graves estão mordidas profundas, múltiplos ferimentos, lesões em mãos, pés, rosto e mucosas, além de ataques de animais silvestres ou morcegos.

SINTOMAS EM HUMANOS – Os primeiros sintomas da raiva em seres humanos podem incluir febre, dor de cabeça, mal-estar, fraqueza e sensação de formigamento ou dor no local da mordida. Com a evolução da doença, o paciente pode apresentar ansiedade, agitação, dificuldade para engolir, espasmos musculares, confusão mental e paralisia. Após o surgimento dos sintomas, a doença apresenta alta taxa de mortalidade.

CUIDADOS IMPORTANTES – Além da vacina contra a raiva, a equipe de saúde também avalia a necessidade de vacina antitetânica e uso de antibióticos, dependendo da gravidade do ferimento.

Maria José alerta que a raiva não tem cura e pode levar à morte caso o paciente desconsidere a importância de uma avaliação médica após mordedura de animal.

“Muitas vezes não levamos a sério a mordida de um cão ou gato, e isso pode resultar em algo muito grave se não tomarmos os cuidados necessários”, alerta a enfermeira.

A médica veterinária do Centro de Controle de Zoonoses de Várzea Grande (CCZ-VG), Amanda Nunes, orienta a população a evitar contato com animais desconhecidos, principalmente cães e gatos em situação de rua, além de nunca tocar em morcegos ou animais silvestres.

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“É de suma importância que a população, principalmente crianças e pessoas curiosas, não toque em animais que não conhece, nem em animais de rua ou silvestres, como capivaras. Eles podem transmitir a raiva”, reforça.

ATENDIMENTO NO MUNICÍPIO – Em Várzea Grande, pacientes vítimas de mordidas podem buscar atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e no Hospital e Pronto-Socorro de Várzea Grande (HPSVG) para avaliação e encaminhamento da vacina antirrábica humana.

No município, a raiva animal está erradicada desde 2015. A equipe do CCZ segue monitorando a situação para manter Várzea Grande livre da doença.

A veterinária Amanda Nunes orienta que, em casos suspeitos ou para mais informações sobre a doença, a população pode entrar em contato com o Centro de Controle de Zoonoses pelo WhatsApp (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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