Várzea Grande

Colapso das bombas captadoras de água compromete abastecimento em Várzea Grande

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Equipes trabalham para que as ETAs voltem produzir água e fornecimento seja restabelecido

O sistema de abastecimento de água de Várzea Grande enfrenta um momento crítico. Diversas Estações de Tratamento de Água (ETAs) estão paralisadas ou operando com capacidade reduzida, impactando diretamente a distribuição de água para milhares de famílias. O problema está na falta de manutenção adequada das bombas de captação, que são antigas e requerem serviços especializados. No entanto, não há uma licitação vigente para esse serviço, o que torna o processo de reparo ainda mais complexo.

A falta de manutenção regular e a necessidade urgente de reparos refletem a situação crítica da infraestrutura de abastecimento de Várzea Grande.

Diante desse cenário, a equipe do DAE-VG está trabalhando de maneira emergencial para recuperar as bombas e restabelecer o abastecimento o mais rápido possível. A população será informada sobre os avanços e prazos de cada intervenção.

Confira o panorama atualizado de cada ETA:

– ETA I (ETA Velha) – Parada

Após a manutenção da adutora, a ETA I estava retomando gradualmente o abastecimento. No entanto, na noite de ontem, a bomba parou de funcionar. A equipe técnica já está trabalhando no reparo do equipamento para restabelecer o funcionamento.

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– ETA II Júlio Campos – parcialmente funcionando

Água está sendo tratada e enviada para o Morro do Urubu, para abastecer o Pronto-Socorro e Hospital Municipal de Várzea Grande (PSHMVG).

– ETA III (Cristo Rei) – Parada

A ETA III está sem operação há três dias, desde que sua bomba parou de funcionar. O equipamento foi removido para manutenção e, na noite de ontem, foi reinstalado. No entanto, ao ser ligada, apresentou novos problemas e precisou ser retirada novamente para ajustes. Durante o dia de hoje os reparos serão feitos para que a substituição definitiva ocorra durante à noite.

– ETA IV (ETA do Pari) – Operando parcialmente

A ETA IV continua em operação, mas com capacidade reduzida, o que impacta o abastecimento em algumas regiões.

– ETA V (ETA Imigrantes) – Operando parcialmente

Assim como a ETA II e IV, a ETA V segue funcionando, porém, com produção abaixo do ideal devido a problemas técnicos em seu sistema de bombeamento.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Saúde municipal monitora caso e reforça medidas de combate e prevenção à meningite

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A Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande informa que as equipes da Vigilância Epidemiológica estão tomando todas as medidas necessárias e orientativas em relação ao caso confirmado de meningite bacteriana em uma estudante e moradora da cidade. A menor, J. V. P. P. de 11 anos, é estudante da Escola Estadual ‘Governador José Garcia Neto’, localizada no Residencial Júlio Domingos de Campos, nas imediações da Rodovia Mário Andreazza. Apesar de morar e estudar na cidade, a família buscou atendimento em Cuiabá. O caso foi registrado como de Várzea Grande, mas está sendo acompanhado pela Saúde da capital.

Conforme informações repassadas pela Vigilância de Cuiabá, a menor recebeu atendimento no Hospital Materno-Infantil, mas está internada agora no Hospital Central, também na capital.

De medidas práticas já realizadas, a direção escolar já realizou a sanitização da unidade. Todos os alunos hoje (5) tiveram as aulas suspensas, mas serão retomadas amanhã (6).

A Vigilância Epidemiológica, em visita in loco à unidade escolar, orientou sobre as medidas a serem tomadas mediante casos suspeitos da meningite. A recomendação é para que as pessoas que tiveram contato direto – ou que tenham sintomas – com a estudante procurarem uma unidade de saúde no Município.

Em contato com a mãe da paciente, a Vigilância Epidemiológica de Várzea Grande conseguiu traçar um itinerário. A crianças esteve gripada recebeu atendimento em Várzea Grande, quando foram feitos consulta e exames de imagem, que nada constaram – pulmão limpo. Tratado os sintomas gripais, a família viajou para Rondonópolis. No dia 28 de abril, a criança apresentou dor de cabeça e febre alta, e buscou atendimento nas UPAs Ipase e Verdão, mas desistiu da consulta. No dia seguinte, no dia 29, a menor foi à aula, queixou de dor de cabeça novamente, a escola comunicou a família, que optou pelo atendimento no Centro Médico Infantil, em Cuiabá.

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Sobre a evolução do atual quadro da paciente, a Vigilância de Várzea Grande recebeu a informação de que houve melhora dos sintomas e que a menor e sua família aguardam resultados de novos exames.

O diagnóstico veio do Laboratório Central (Lacen) e foi comprovado que se trata de um caso de meningite por streptococcus pneumoniae, o primeiro do ano, em Várzea Grande.

VACINAÇÃO – A Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande aproveita a oportunidade para reforçar a necessidade de imunização e da oferta de doses em todas as unidades de saúde que estão abastecidas. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferta gratuitamente a vacina contra a meningite C, aplicada em bebês entre 3 e 5 meses de vida, e a vacina contra as meningites A, C, W, Y, aplicada como reforço preferencialmente aos 12 meses, podendo ser administrada até os 4 anos, 11 meses e 29 dias. A ACWY também pode ser aplicada como dose única ou complementar em adolescentes entre 11 e 14 anos.

Fatores extras, como pneumonia mal curada, má administração de antibióticos – criando resistência do organismo às bactérias – e agravamento da influenza, podem levar a casos de meningite bacteriana.

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O QUE FAZER? – Em casos de sintomas, o paciente sob suspeita deve adotar o uso de máscaras, assim como parentes próximos, e buscar imediatamente unidades de pronto atendimento, que em Várzea Grande são as UPAs do Cristo Rei e do Ipase e o Hospital e Pronto-Socorro Municipal e evitar aglomerações.

Nesses locais, a equipe médica vai avaliar o paciente, solicitar exames e tomar as condutas iniciais ao tratamento, monitoramento e acompanhar o caso. A meningite pode ser causada por diferentes agentes, como vírus, bactérias ou fungos. Por isso, nem todo caso de meningite é meningocócico e nem toda situação exige as mesmas medidas de controle.

A doença tem como principais sintomas: febre alta, dor de cabeça intensa, rigidez na nuca, vômitos, sonolência, confusão mental, convulsões, manchas vermelhas ou arroxeadas na pele ou piora rápida do estado geral. Em lactentes e crianças pequenas, também devem ser observados irritabilidade intensa, choro persistente, recusa alimentar, vômitos, sonolência ou letargia e abaulamento da fontanela [quando a moleira da cabeça do bebê fica estufada].

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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