Várzea Grande

Campanha de Vacinação contra a Poliomielite segue até dia 14 de junho em Várzea Grande

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Destinada a crianças de 1 ano a menores de 5 anos. Vacinação ocorre de segunda a sexta-feira, das 7h às 10h30 e das 13h às 16h30, em todas as 24 ESF do município

A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realiza até o dia 14 de junho a Campanha de Vacinação contra a Poliomielite. A vacinação ocorre de segunda a sexta-feira, das 7h às 10h30 e das 13h às 16h30, em todas as 24 unidades de Estratégia de Saúde da Família (ESF) do município.

O público-alvo da campanha são crianças a partir de 1 ano até menores de 5 anos. É crucial que os pais e responsáveis levem suas crianças para receber a vacina, pois após os cinco anos completos, a criança não pode mais ser vacinada contra a poliomielite, o que pode causar a paralisia infantil.

A secretária de Saúde, Maria das Graças Metelo, destacou a importância dessa medida: “É fundamental que mães, pais e responsáveis levem suas crianças para vacinar, pois após os cinco anos completos a criança não pode mais ser vacinada contra a poliomielite. O Ministério da Saúde não recomenda a dose após essa idade, por isso a importância de vacinar o quanto antes”.

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A vacinação só será realizada com as doses orais para as crianças que já completaram o esquema vacinal primário (VIP) de três doses da vacina intramuscular. Esse cuidado garante que a imunização seja efetiva e segura como explica Relva Cristina de Moura Teixeira, superintendente de Vigilância em Saúde do município:

“Quando os pais levam as crianças para vacinar nas unidades de saúde, é verificada a atualização da carteira vacinal. No caso da poliomielite, verificamos se a criança completou o esquema vacinal primário, chamado de VIP, com três doses da vacina intramuscular, para então receber a dose em gotas”, detalhou.

A campanha visa proteger as crianças contra a poliomielite, doença grave e altamente contagiosa, que pode causar paralisia permanente. A Prefeitura de Várzea Grande reafirma seu compromisso com a saúde pública e pede a colaboração de toda a comunidade para que as metas de vacinação sejam alcançadas e a doença continue erradicada no país.

A DOENÇA – A poliomielite é causada pelo poliovírus, que pode ser transmitido de pessoa para pessoa principalmente através do contato com fezes contaminadas ou, menos frequentemente, através de gotículas expelidas pela boca de uma pessoa infectada. A transmissão pode ocorrer ao tocar superfícies, alimentos ou água contaminados pelo vírus.

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A poliomielite pode causar paralisia permanente, principalmente nas pernas, e, em casos graves, pode ser fatal se os músculos respiratórios forem afetados. A vacinação nos primeiros anos de vida é única a forma de prevenção, impedindo a propagação do vírus e protegendo as crianças contra essa doença incapacitante.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Emeb Abdala José de Almeida encerra Semana dos Migrantes e Refugiados com apresentação de danças e ato ecológico

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A Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Abdala José de Almeida – reuniu nesta sexta-feira (28) as unidades das regiões Leste e Oeste, para o encerramento da 1ª Semana do Imigrante e do Refugiado de Várzea Grande. A iniciativa, promovida pela Secretaria de Educação Cultura, Esporte e Lazer (Smcel) – por meio do núcleo de programas e projetos – teve por objetivo debater e fortalecer as práticas pedagógicas de acolhimento e valorização da diversidade cultural nas escolas.

A titular da pasta, Maria Fernanda Figueiredo participou do evento e destacou a importância desses movimentos que só as escolas sabem promover, e o quanto isso transforma a vida das crianças, da comunidade e da sociedade. “Sob o tema “Semeando o Futuro” este evento coroou uma semana repleta de reflexões, atividades realizadas em sala de aula, exposições de trabalhos e apresentações culturais desenvolvidas pelos estudantes, e isso tudo é muito relevante porque nós precisamos entender que não temos divisões no mundo, ele é um só e de todos que habitam nele. Então todos os migrantes e refugiados compõem o mesmo espaço do nosso planeta, e é exatamente isso que a escola defende”, ressaltou.

A gestora destacou ainda que a secretaria de Educação, atende atualmente, cerca de 700 alunos de família de migrantes e que todos têm os mesmos direitos assegurados pelos brasileiros natos. “E é por isso que estamos aqui para dizer a vocês que são o futuro do país, que possam viver na prática, combatendo a desigualdade, lutando pelos seus direitos e entendendo que todas as pessoas têm direito ao mesmo céu, o mesmo sol e a mesma lua. Que o acolhimento de hoje seja com certeza a finalização de um trabalho desenvolvido em sala de aula do conteúdo, do planejamento e que hoje está culminando nessas apresentações”.

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A coordenadora pedagógica Marilene Silva disse que esse movimento realizado pelas unidades escolares surpreendeu pela qualidade dos trabalhos desenvolvidos durante as apresentações. “Foram três dias de intensas programações. A escola Eunice César abriu o evento na quarta-feira, com apresentações de danças, poesia e artes, ontem os alunos da escola Alino Ferreira apresentaram a chegada dos migrantes no Brasil e hoje os alunos da escola Abdala apresentaram uma coreografia de danças e ato ecológico, com o plantio de mudas. Todos os eventos surpreenderam pela qualidade do enredo e pelo entusiasmo das crianças, todos estão de parabéns”.

Já a professora Zilda Braga, que integra o Núcleo de Programas e Projetos, destacou a participação de todas as unidades escolares envolvidas nessa programação. “A comunidade escolar se uniu para celebrar a riqueza que o intercâmbio de vivências traz para as salas de aula, reforçando o compromisso do município com uma educação inclusiva, humanizada e garantidora de direitos humanos”.

A diretora da Escola Abdala José de Almeida, Helena Fernandes, agradeceu a participação de toda a comunidade escolar e disse que a todas as unidades envolvidas na programação, se dedicaram para a realização do evento na promoção da cultura de paz, fortalecendo ações voltadas ao respeito, à inclusão e ao acolhimento.

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Símbolo de resiliência

Assim como o ipê suporta o inverno rigoroso, a seca extrema e o solo muitas vezes árido para depois florescer com uma força que impressiona, o migrante enfrenta a saudade, a distância e as barreiras culturais sem perder a sua essência. E para marcar o evento “Semeando o Futuro”, a comunidade escolar realizou um ato ecológico com o plantio de três mudas de ipê, representando o legado do projeto pedagógico e o compromisso com o futuro sustentável para a comunidade.

A secretária de Educação, Maria Fernanda Figueiredo, fez o plantio de uma muda e destacou que tanto o ipê quanto o migrante guardam suas raízes profundas na terra de origem, mas têm a capacidade extraordinária de se adaptar e embelezar qualquer solo onde decidem recomeçar. “Quando tudo parece seco e difícil, o ipê e o migrante mostram que a verdadeira força vem de dentro, transformando o recomeço em uma explosão de cores, vida e esperança”, completou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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