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Webinário Mulheres Juízas e o Enfrentamento da Equidade de Gênero tem inscrição aberta até 13/10

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Continuam abertas as inscrições para o webinário ‘As Mulheres Juízas e o Enfrentamento da Equidade de Gênero na Carreira’, no dia 14 de outubro, das 9h às 11h, via plataforma Microsoft Teams. O evento é ofertado pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) em parceria com o Comitê de Equidade de Gênero do Tribunal de Justiça de Mato Grosso e a Associação Brasileira de Mulheres Juízas (ABMJ).
 
As inscrições seguem até 13 de outubro, às 16h.
 
O objetivo é informar, esclarecer e dialogar sobre as resoluções n. 255/2018 e 525/2023 do Conselho Nacional de Justiça, que, respectivamente, institui a Política Nacional de Incentivo à Participação Institucional Feminina no Poder Judiciário e dispõe sobre a ação afirmativa de gênero para acesso das magistradas aos tribunais de 2º grau.
 
A palestrante será a juíza Mariana Rezende Ferreira Yoshida, do Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul, e a apresentação terá como tema “O Enfrentamento da Equidade de Gênero na Carreira da Mulher Juíza”. O evento contará com palestra seguida por roda de diálogo (com contextualizações e vivências), e perguntas.
 
As responsáveis pelo webinário são a juíza Eulice Jaqueline da Costa Silva Cherulli, que é presidente da Associação Brasileira de Mulheres Juízas (ABMJ), e a juíza Adriana Sant’Anna Coningham. Na abertura do evento também participarão a diretora-geral da Esmagis-MT, desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos, e a presidente do Comitê de Equidade de Gênero entre Homens e Mulheres do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Vandymara Zanolo.
 
A palestrante Mariana Yoshida é mestra em Direito e Poder Judiciário pela Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam/2022). Integra os Grupos de Pesquisa “Ética e Justiça: os desafios para a democratização do Poder Judiciário em uma sociedade de desigualdades e discriminações” e “Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Gênero, Direitos Humanos e Acesso à Justiça”, ambos da Enfam. Desde 2011 é juíza de Direito do TJMS, atualmente titular da Vara Cível da Comarca de Rio Brilhante (2ª entrância).
 
 
Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.
 
#ParaTodosVerem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Imagem 1: Arte colorida em tons de marsala. Acima, uma foto de uma mulher jovem usando vestes pretas. Em destaque, o nome do webinário, com data, horário e local. Abaixo, a programação, com o tema da palestra. Abaixo, a fotografia da juíza coordenadora (Jaqueline Cherulli) e da juíza palestrante (Mariana Yoshida). Jaqueline é uma mulher branca de cabelos escuros curtos. Mariana é uma mulher branca, de cabelos compridos e óculos de grau. Abaixo, informações sobre a diretoria da Esmagis, com os logos do Poder Judiciário e da Esmagis.
 
Lígia Saito 
Assessoria de Comunicação 
Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT)
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Curso de formação aborda judicialização da saúde e reforça atuação prática de magistrados

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A formação dos novos juízes e juízas de Mato Grosso ganhou um reforço prático nesta quarta-feira (06) com uma aula voltada para a judicialização da saúde. Conduzido pelo secretário-geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, o encontro do Curso Oficial de Formação Inicial (Cofi) de magistrados destacou a importância de decisões equilibradas, que considerem tanto o direito à vida quanto a realidade do sistema público de saúde.

Durante a aula, os juízes foram orientados a alinhar teoria e prática, levando em conta fatores como orçamento público, evidências científicas e a estrutura disponível na rede de saúde. “A ideia do Cofi sempre foi oportunizar aos novos magistrados o contato com colegas mais experientes, para compartilhar situações do dia a dia, aliando teoria e prática. Trouxemos elementos que possam ser utilizados no cotidiano, principalmente em ações que envolvem a saúde pública”, explicou o juiz Agamenon.

Formação prática

O conteúdo também abordou a evolução das estruturas de apoio no Estado, como o NAT-Jus, o Cejusc da Saúde e o Núcleo 4.0, criados para qualificar decisões e dar mais agilidade às demandas. A proposta é incentivar o diálogo institucional entre Judiciário e gestores públicos, evitando medidas ineficazes, como bloqueios de recursos sem planejamento.

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“A saúde pública está entre as áreas com maior volume de demandas no Judiciário. É fundamental que o magistrado compreenda como funciona o sistema, conheça a realidade local e saiba avaliar quando uma liminar é cabível”, reforçou o secretário-geral.

Para a juíza Ana Flávia Martins François, da Primeira Vara de Juína, o aprendizado tem impacto direto na atuação. “Está sendo de grande valia, principalmente para quem está iniciando na carreira. Conhecer ferramentas como o Núcleo Digital 4.0 da Saúde e o Cejusc contribui para dar mais efetividade às decisões judiciais”, destacou.

Desafios reais

A magistrada Ana Flávia também relatou que já vivencia situações semelhantes na rotina forense, especialmente em plantões judiciais. “Frequentemente surgem pedidos por leitos de UTI. Muitas vezes, o Estado não consegue atender todas as demandas, o que exige soluções mais rápidas e eficientes, como o encaminhamento para núcleos especializados”, afirmou.

O juiz Felipe Barthón Lopez, da comarca de Vila Rica, ressaltou o caráter prático da aula. “Foi muito importante porque trouxe dicas aplicáveis ao dia a dia. Os novos magistrados vão enfrentar diversos desafios, e esse tipo de orientação ajuda a preparar para situações reais”, pontuou.

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Embora ainda atue na área criminal, ele reconhece a relevância do tema. “É importante estar preparado, porque futuramente esses desafios certamente farão parte da atuação”, completou.

O Curso Oficial de Formação Inicial de Juízes Substitutos (Cofi), iniciado em janeiro pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), é etapa obrigatória para o exercício da jurisdição. Com carga horária de 496 horas, a formação combina teoria e prática supervisionada, preparando os novos magistrados para uma atuação técnica, humanizada e alinhada às demandas da sociedade.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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