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Trabalho coletivo leva unidades do TJMT ao topo do desempenho em 2025

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O trabalho em equipe foi destaque no Prêmio de Produtividade e Eficiência 2025, realizado na última sexta-feira (05 de dezembro) pelo Poder Judiciário de Mato Grosso (PJMT). Com os selos Diamante, Ouro e Prata em mãos, desembargadores(as), juízes(as) e servidores(as) celebraram o reconhecimento pelo desempenho apresentado ao longo do ano.

A solenidade ocorreu no auditório “Desembargador Gervásio Leite”, durante o Encontro Anual de Integração da Magistratura, na sede do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). Na ocasião, o espaço recebeu representantes das unidades judiciárias de todo o estado.

Foto 2 - Paulo José Amorim  Um homem jovem, com barba, cabelo castanho escuro e terno preto sobre camisa azul, está em pé. Ele olha para a frente em um ambiente interno. Atrás dele, há quatro retratos emoldurados de pessoas na parede.O assessor técnico jurídico Paulo José Amorim veio de Rondonópolis para acompanhar a premiação. Ele atua no 1º Juizado Especial, que recebeu o Selo Diamante por atingir 99,71% de produtividade. “Receber o prêmio é uma recompensa de todo um trabalho em equipe. Serve como um impulso para continuarmos alcançando as metas. É um combustível para seguir diariamente trabalhando e tendo uma prestação judicial efetiva”, celebrou.

Foto 3 - Nayara Iraidy - Uma mulher de cabelos longos, morena, com blusa azul-escura, segura um prêmio redondo e azul com a inscrição A servidora Nayara Iraidy Moraes Ferraz Silva, do Departamento da Turma de Câmara Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo, também comemorou o Selo Diamante recebido pela unidade. Ela enfatizou que o reconhecimento atesta a importância dos esforços aplicados por todos.

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“Tivemos um ano de muito trabalho e ter este reconhecimento no final do ano é o sinal de que tudo valeu a pena, é gratificante. É um incentivo, o servidor se sente mais motivado e valorizado, para manter a excelência no serviço prestado no próximo ano”, afirmou.

Foto 4 - juiz Ramon e servidora Divania - Um grupo de oito pessoas (quatro homens e cinco mulheres) está em pé em um auditório, em frente a um telão com o prêmio A 1ª Vara Especializada da Fazenda Pública da Comarca de Várzea Grande, conhecida como Vara da Saúde, também foi premiada. Titular da unidade, o juiz Ramon Fagundes Botelho igualmente destacou a atuação conjunta como fator fundamental para alcançar o Selo Diamante. Para ele, o reconhecimento renova o ânimo de toda a equipe para continuar se empenhando no próximo ano.

“O fato do Tribunal de Justiça de Mato Grosso reconhecer os juízes, servidores e equipes pelo trabalho desenvolvido, motiva a todos. Nosso trabalho não é somente decidir e sentenciar. Tem as expedições, o controle, a gestão e estatística. Isso exige o envolvimento de muitos servidores. Todos precisam estar unidos no mesmo propósito”, pontuou o juiz.

Para a gestora da 1ª Vara Especializada de Fazenda Pública de VG, Divania Rosa Federici de Almeida, o prêmio é fruto do esforço de todos os setores, que trabalham incansavelmente para atender a demanda do cidadão o mais rápido possível.

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“A gente recebe esse prêmio com muito carinho. A nossa busca sempre foi pela eficiência. Temos que pensar que o jurisdicionado está esperando uma resposta. Nós trabalhamos com empenho, rotina, um fluxo muito intenso para que o outro lado receba a decisão judicial o mais rápido possível”, enfatizou.

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TJ lança Prêmio de Produtividade e Eficiência para valorizar o desempenho de magistrados e unidades

Autor: Bruno Vicente

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Esmagis-MT destaca garantia de direitos na Justiça Juvenil em nova edição do Explicando Direito

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A Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) disponibilizou nesta sexta-feira (26 de junho) mais uma edição do programa Explicando Direito, iniciativa que busca levar à sociedade temas jurídicos relevantes de forma clara e acessível. O novo episódio trata da garantia de direitos na Justiça Juvenil, um assunto essencial para compreender o papel do Poder Judiciário na proteção de adolescentes em conflito com a lei e na aplicação adequada das medidas socioeducativas.


Para abordar o tema, o programa recebe o desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná Ruy Muggiati, que atualmente atua como coordenador adjunto do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas (DMF/CNJ). Durante a entrevista, o magistrado contextualiza a atuação da Justiça Juvenil no Brasil e destaca sua inserção no Sistema de Garantias de Direitos previsto na Constituição Federal e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

De acordo com Muggiati, o sistema socioeducativo tem como finalidade responsabilizar o adolescente autor de ato infracional de forma cuidadosa e com caráter pedagógico. Segundo ele, trata-se de uma responsabilização que busca proporcionar um caminho positivo, permitindo ao adolescente se integrar à sociedade com autonomia e responsabilidade. Ele ressalta que a abordagem deve considerar a condição de pessoa em desenvolvimento, garantindo intervenções proporcionais e com foco educativo.

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O desembargador também destaca que os adolescentes devem ter assegurados direitos fundamentais desde o início do processo, como presunção de inocência, direito à defesa e ao convívio familiar, além de garantias específicas relacionadas à sua vulnerabilidade. “É necessário que a intervenção tenha um conteúdo cuidadoso, que não produza estigmas e contribua para que o adolescente supere essa fase e construa um projeto de vida saudável”, pontua.


Outro ponto abordado na entrevista são os desafios enfrentados pelo Poder Judiciário e pelo Conselho Nacional de Justiça na fiscalização das unidades socioeducativas, especialmente nos regimes de internação e semiliberdade. Muggiati enfatiza a importância de ambientes adequados, com condições de habitabilidade, acesso à educação, atividades culturais e formação profissional, capazes de promover desenvolvimento e oportunidades aos jovens.


Ao refletir sobre o objetivo das medidas socioeducativas, o magistrado reforça que o propósito central é a reinserção social. “A finalidade é permitir que a pessoa retorne à convivência social de forma harmônica, exercendo a liberdade com responsabilidade”, conclui, ao alertar ainda para os desafios contemporâneos, como a evasão escolar, a dificuldade de acesso ao trabalho e o risco de cooptação de adolescentes por organizações criminosas.

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Clique neste link para assistir à íntegra do programa.


Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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