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TJMT se une à campanha nacional em apoio às vítimas de tornado no Paraná

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Em gesto de solidariedade e união, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) aderiu à campanha “Juntos por Rio Bonito do Iguaçu”, promovida pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) em conjunto com a Associação dos Magistrados do Paraná (Amapar). A ação tem como objetivo arrecadar recursos para ajudar as famílias atingidas pelo tornado que devastou o município paranaense no dia 7 de novembro.
As doações podem ser realizadas por meio da chave Pix: [email protected] . Todos os valores arrecadados serão destinados às necessidades identificadas pela Defesa Civil e pelo poder público municipal e estadual, contribuindo para o atendimento emergencial e a assistência às vítimas.
A iniciativa é apoiada por Tribunais de Justiça de todo o país, conectados pela RedeCom, uma rede de comunicação colaborativa do Poder Judiciário.
De acordo com a Defesa Civil do Paraná, o tornado atingiu ventos de até 250 km/h, destruindo cerca de 90% da área urbana de Rio Bonito do Iguaçu, município com aproximadamente 14 mil habitantes. O fenômeno deixou sete mortos, mais de 400 feridos e centenas de famílias desabrigadas.
Sua solidariedade pode transformar vidas. Contribua com qualquer valor e ajude na reconstrução de Rio Bonito do Iguaçu!
Chave Pix: [email protected]

Autor: Emily Magalhães

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Juízes criminais de Mato Grosso participam do 2º Mutirão Processual Penal do Plano Pena Justa

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Magistrados com competência criminal em Mato Grosso participam, durante o mês de junho, do 2º Mutirão Processual Penal do Plano Pena Justa, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A iniciativa ocorre entre os dias 1º e 30 de junho em todo o país e tem como objetivo reavaliar processos criminais e de execução penal à luz da legislação vigente e das decisões dos tribunais superiores.

A participação do Poder Judiciário de Mato Grosso foi comunicada aos magistrados por meio de ofício conjunto da Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ-TJMT) e do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo (GMF-TJMT), orientando as unidades judiciárias sobre os temas que deverão ser analisados durante o mutirão.

Os trabalhos serão realizados pelos próprios juízes e juízas nas unidades com competência criminal, que deverão revisar processos previamente identificados de acordo com os critérios estabelecidos pelo CNJ.

Nesta edição, o mutirão terá como foco cinco temas prioritários: a reavaliação das prisões cautelares de gestantes, mães e mulheres responsáveis por crianças ou pessoas com deficiência; a análise de decisões de monitoração eletrônica aplicadas a pessoas com transtorno mental submetidas a medidas de segurança; a revisão de prisões preventivas com excesso de prazo; a verificação de incidentes vencidos e processos com penas extintas ou prescritas registrados no Sistema Eletrônico de Execução Unificado (SEEU); e a análise de casos que possam ser alcançados pelos decretos de indulto natalino de 2024 e 2025.

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Segundo o CNJ, os mutirões processuais penais integram as ações do Plano Pena Justa, política nacional criada para enfrentar problemas estruturais do sistema prisional brasileiro. A realização de revisões processuais periódicas busca garantir o cumprimento da legislação, aprimorar a gestão do sistema penal e assegurar os direitos das pessoas privadas de liberdade.

Realizados desde 2008, os mutirões processuais penais promovidos pelo CNJ já reavaliaram milhares de processos em todo o país. Na edição anterior, mais de 127 mil processos foram analisados, resultando em cerca de 44 mil alterações processuais.

Os resultados do mutirão serão consolidados e encaminhados ao Conselho Nacional de Justiça ao final dos trabalhos.

Com informações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)

Autor: Alcione dos Anjos

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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