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Reunião alinha detalhes para 2º Encontro de Enfrentamento à Violência contra Crianças e Adolescentes

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Parceiros que estão envolvidos na realização do 2º Encontro Estadual de Enfrentamento à Violência contra Crianças e Adolescentes se reuniram na manhã desta terça-feira (25 de abril), na sede do Tribunal de Justiça, em Cuiabá, para definir os detalhes do evento, que ocorrerá nos dias 2 e 3 de maio.
 
O encontro ocorrerá na sede das Promotorias de Justiça de Cuiabá, ao lado do Fórum da Capital, e irá reunir autoridades, profissionais e instituições que atuam na proteção e promoção dos direitos de crianças e adolescentes para debater estratégias de prevenção e combate à violência.
 
“Realizamos a segunda reunião visando à programação de maio, que é um mês muito simbólico em se tratando de criança e adolescente. Essa reunião com esses parceiros, que são atores importantes quando a gente fala de rede e de sistema de garantias da criança e do adolescente. Quando as instituições se unem, se convergem e se preocupam, a tendência da atuação em rede é potencializada em fazer realmente seu papel. Esse evento é bastante simbólico para marcar a noção de cooperação, de integração e interlocução entre aquelas instituições que compõem a rede de apoio”, afirmou o juiz auxiliar da Presidência do TJMT, Tulio Duailibi Alves Souza, que na oportunidade representou a presidente Clarice Claudino da Silva.
 
A importância da parceria entre os poderes para fomentar as discussões e fortalecer a rede de proteção foi destacada pelo procurador de Justiça Paulo Prado, titular da Procuradoria Especializada da Criança e do Adolescente. “Quero agradecer o Tribunal de Justiça por ceder a sala de reuniões da Presidência, por estarmos juntos, bem como os parceiros, a Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar e Secretarias de Educação do Estado e do Município. Estivemos reunidos para alinharmos a importância do fortalecimento da Rede de Proteção dos Direitos da Criança e do Adolescente.”
 
O procurador falou ainda sobre o aumento de violência, abuso, exploração sexual contra crianças e adolescentes e a violência nas escolas. “Como vamos agir? Esses foram os pontos discutidos nesta reunião e no dia 2 e 3 de maio estaremos juntos com a sociedade civil organizada para ouvirmos as experiências, debatermos ações e projetos em conjunto que tenham a cara e a fisionomia da defesa dos direitos da criança e do adolescente”, complementou.
 
O Encontro irá contribuir para ampliar o debate sobre o tema e conscientizar a sociedade sobre a importância de proteger os direitos de crianças e adolescentes. Ao reunir autoridades do sistema de justiça, profissionais de diferentes áreas e representantes da sociedade civil, o encontro possibilita a troca de experiências e a construção de estratégias conjuntas para enfrentar esse problema social.
 
Por meio de palestras e debates os participantes poderão discutir os desafios e avanços na prevenção e combate à violência, bem como refletir sobre a importância de uma cultura de respeito aos direitos humanos.
 
A presidente do TJMT, desembargadora Clarice Claudino será uma das palestrantes, no painel 1, às 8h30, do dia 3 de maio, com o tema: “A prevenção dos conflitos no ambiente escolar: Conciliação, mediação e Justiça Restaurativa”.
 
Além da presidente, o procurador de Justiça, Paulo Roberto Jorge do Prado e o jurista e juiz de Direito aposentado do Estado do Rio Grande do Sul, João Batista Costa Saraiva farão a palestra de abertura, no primeiro dia do evento. O tema será: “A população brasileira e a realidade da violência, abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes pós pandemia – o papel da rede de proteção e da sociedade civil neste contexto”.
 
No painel 2, realizado no segundo dia do Encontro, o tema será: “A Lei Henry Borel – Desafios e atribuições”.
 
Os dois painéis contarão com a participação de autoridades do sistema de justiça que irão debater sobre os temas.
 
Participaram da reunião a diretora-geral do TJMT, Euzeni Paiva de Paula, a secretária de Educação de Cuiabá, representantes da Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Secretaria de Estado de Educação e Ministério Público.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto horizontal da mesa de reunião da Presidência com os participantes. Do lado esquerdo está o procurador Paulo Prado, ao centro está o juiz Tulio Duailibi e no canto direito a diretora-geral do TJ, Euzeni Paiva de Paula.
 
 
Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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