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Reconhecimento: Presidente Clarice Claudino recebe medalha da Polícia Militar

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A presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva, recebeu na manhã dessa terça-feira (18 de julho) a medalha ‘’Mérito de operações especiais’’ da Polícia Militar do Estado, como reconhecimento pela contribuição do Judiciário às atividades da segurança pública estadual.
 
Para a magistrada, a condecoração representa a percepção de todo o empenho que a instituição tem tido para colaborar com o bem-estar da população.
 
“O Poder Judiciário tem uma gestão pautada nas parcerias, no diálogo e principalmente na aproximação com a Polícia Militar em virtude dos objetivos comuns, que são a melhoria e a agilidade dos serviços entregues ao cidadão. E isso ninguém faz sozinho. Então, eu percebo que essa condecoração é um reconhecimento dos esforços de ambos.”
 
Na mesma solenidade também foram homenageados com a medalha o desembargador Rui Ramos Ribeiro e a diretora-geral da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso(Esmagis-MT), desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos.
 
“Eu fico muito feliz. Isso significa que nós estamos cumprindo nosso papel. Esse estudo conjunto entre as escolas permite que o juiz tenha um outro olhar sobre as situações que lhe são apresentadas e com a polícia ocorre o mesmo, aprimorando, assim todo o sistema de Justiça Criminal’’, afirmou Helena Maria.
 
Já o desembargador Rui Ramos, que já atuou como juiz da auditoria militar na década de 90, ressaltou a alegria em também ser lembrado.
 
‘’Recebo com muito prazer mais essa comenda. Sinto que, de certo modo, é uma retribuição pelos esforços ao longo de décadas na magistratura. Me sinto realmente gratificado.”
 
O comandante da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Alexandre Mendes, e o governador, Mauro Mendes, destacaram a importância da relação harmoniosa entre os poderes para a garantia da segurança e ordem públicas.
 
‘’Nós reconhecemos, respeitamos o Poder Judiciário, e para isso estamos fazendo essas homenagens para que todos os magistrados se sintam contemplados também e juntos em um só objetivo: combater o crime organizado’’, disse o coronel.
 
“Eu fico muito feliz aqui no Estado de Mato Grosso com essa parceria sempre muito profícua entre todos os poderes. E essa sinergia tem sido fundamental para alcançar grandes e importantes resultados para a sociedade na área de segurança pública’’, afirmou Mauro Mendes.
 
Ao todo 120 autoridades civis e militares receberam a condecoração, considerada a honraria máxima para homenagear personalidades que prestaram relevantes serviços às atividade do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e da segurança pública. No mesmo evento, realizado no auditório do Teatro Zulmira Canavarros, em Cuiabá, também foi aberto o primeiro Simpósio Nacional de Operações Especiais, que reuniu militares e referências na área de operações especiais de todo o país. 
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: Foto horizontal colorida da presidente recebendo a medalha de uma policial militar. A magistrada usa um blaser branco e blusa preta. Ao lado dela vários outros homenageados estão em pé. Segunda imagem: foto em plano aberto do dispositivos de autoridades sentados em cadeiras no palco do Teatro Zulmira Canavarros. Entre elas estão a presidente do TJMT, a desembargadora Helena Mari Ramos e o desembargador Rui Ramos Ribeiro.
 
Fernanda Fernandes/ Fotos: Christiano Antonucci – Secom-MT
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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