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Projeto Verde Novo promove plantio de mudas nativas do Cerrado em parceria com os Correios

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Em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho), o projeto Verde Novo, do Poder Judiciário de Mato Grosso, realizou, juntamente com os Correios, o plantio de 20 mudas nativas do Cerrado no Centro de Distribuição Domiciliar – CDD Vista Alegre, localizado no bairro Jardim das Palmeiras, em Cuiabá, na última sexta-feira (02). Na ocasião, carteiros e empregados plantaram ipês branco, amarelo e rosa, jacarandás, pata-de-vaca, pés de acerola, amora, tamarindo, pitomba, entre outras espécies frutíferas adequadas para o clima da capital.
 
O plantio contou com a participação da engenheira florestal do projeto Verde Novo, Rosiani Carnaíba; do superintende estadual dos Correios, Carlos Alberto Pereira Lima; dos carteiros do CDD, de atendentes comerciais da agência do Coxipó, de operadores de triagem e transbordo (OTTs), além de empregados da área administrativa.
 
O superintendente estadual dos Correios, Carlos Alberto Pereira, agradeceu o apoio do Projeto Verde Novo e fez um alerta sobre a importância da preservação ambiental. “A sustentabilidade do planeta está em risco e temos que fazer a nossa parte! A camada de ozônio está praticamente destruída e sabemos que as árvores tem papel muito importante na minimização da emissão de gás carbônico. Hoje, temos essa honra de ter o Projeto Verde Novo conosco e assim contribuir com a preservação ambiental”.
 
O CDD Vista Alegre foi escolhido para o plantio por ter uma área verde de pouco mais de 9 mil metros quadrados, que é mantida de forma voluntária pelos próprios empregados. No local há cerca de 300 árvores de várias espécies, como mangueiras, eucaliptos, cajueiros, pés de seriguelas, jaqueiras, bananeiras, jabuticabeiras, aroeiras, cedros e até um mandiocal está plantado no local.
 
A engenheira florestal do Projeto Verde Novo, Rosiani Carnaíba, coordenou e orientou sobre o plantio das mudas no CDD Vista Alegre e destacou que a arborização é fundamental para recuperação das áreas verdes. “Temos essa função de resgatar o título da capital de Cidade Verde”. Ela acrescentou que as ações do Projeto Verde Novo ocorrem o ano todo e se intensificam na Semana do Meio Ambiente. “Muitas instituições nos procuram, como foi o caso dos Correios e estamos com imensa gratidão em realizar juntos ações que beneficiam a comunidade em geral. Agradecemos aos carteiros e a todos vocês, por estarem contribuindo com o Meio Ambiente”.
 
Integrante do projeto, o ambientalista que atua na Prefeitura de Cuiabá, Abel Nascimento, informou que desde 2017, graças ao Projeto Verde Novo, já foram plantadas e distribuídas, em média, 180 mil árvores em Cuiabá. “A arborização urbana é fundamental, temos uma diversidade de espécies que nos dão sombra, frutos, e ainda fazem a compensação de carbono. Vamos continuar fazendo isso com amor”, declarou.
 
Distribuição de mudas nos Correios – Também na sexta-feira (02), a superintendência estadual dos Correios e o Projeto Verde Novo realizaram a doação de mudas para os empregados do Centro de Tratamento de Cartas e Encomendas (CTCE), em Várzea Grande, onde foi montado estande para distribuição das mudas, além de prestadas informações sobre o plantio e manutenção adequados das espécies.
 
O Dia Mundial do Meio Ambiente é uma oportunidade para cada indivíduo refletir sobre suas próprias escolhas e hábitos de consumo. Pequenas ações cotidianas, como economizar energia, reduzir o desperdício, reciclar, plantar árvores e apoiar iniciativas ambientais, podem ter um impacto significativo quando multiplicadas pela participação coletiva.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: Três carteiros com o uniforme amarelo e azul dos Correios posam para a foto enquanto regam uma muda de limão que acabaram de plantar na área verde do Centro de Distribuição. Eles estão agachados e sorrindo, posando para a foto. O cenário é composto por outras mudam no entorno, além de árvores e outros carteiros segurando mudas ao fundo. Segunda imagem: Superintendente estadual dos Correios, Carlos Alberto Pereira, discursa, fazendo um gesto com a mão direita. Ele é um homem pardo, de cabelo liso, curto e preto, usando calça jeans e uma camisa rosa clara de manga comprida dobrada. Ao lado dele, está a engenheira florestal do projeto Verde Novo, Rosiani Carnaíba, vestindo a camiseta do projeto, e o ambientalista Abel Nascimento. Eles estão em pé, na área verde do Centro de Distribuição dos Correios, no bairro Jardim das Palmeiras. Terceira imagem: Dez pessoas (Rosiani Carnaíba, Carlos Alberto e outros funcionários dos Correios) posam para a foto, sorrindo e segurando mudas de plantas. Eles estão em pé, lado a lado, na área verde dos Correios (um lugar repleto de árvores, sombra e grama). Na frente deles, está uma muda que acabou de ser plantada.
 
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
(Com informações da Assessoria dos Correios)
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Linguagem e práticas não discriminatórias são temas do terceiro dia do curso de Letramento Racial

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“Diversidade é convidar para a festa e inclusão é chamar para a dança”. A reflexão da consultora Vernã Myers foi trazida pela pesquisadora Silviane Ramos Lopes da Silva nesta quarta-feira (17 de junho) em mais um módulo do Curso de Letramento Racial e Práticas Antirracistas oferecido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso.
Para a professora doutora, o cuidado com o outro e a forma de se comunicar refletem na saúde do ambiente e na qualidade do trabalho. A linguagem e as práticas não discriminatórias passam pela reflexão sobre as diferenças entre liberdade de expressão e agressão. “As pessoas deveriam ter a preocupação na forma como falar sem agredir, expor o outro ou invalidar as identidades”, pontuou.
Como desconstruir a linguagem discriminatória
A palestrante apontou a comunicação não violenta como o motor da cultura a ser adotado por todos que atuam no Judiciário mato-grossense e apresentou um Guia Executivo de Governança. Entre as formas de linguagem inclusiva a serem adotadas, citou a desconstrução do racismo e do etarismo. Por exemplo, evitar expressão como “denegrir” por ser radicada na violência da escravidão; e usar o sentido literal “difamar ou “caluniar”.
No capacitismo, evitar “fingir demência” por usar a deficiência mental como sinônimo de defeito ou piada; e usar “pessoa com deficiência (PcD)”. E dessa forma, orientou a desconstrução do machismo, etarismo e sobre as expressões relacionadas ao espectro LGBTIAPN+.
“O princípio do respeito mútuo é uma identidade inegociável. Não sabe como chamar ou se referir à pessoa? Pergunte o nome”, ressaltou Silviane Ramos.
Manifestações no chat
Durante a formação online, muitas manifestações no chat (bate-papo) demonstraram o entendimento e a necessidade dessa desconstrução:
“A verdade é que ninguém gosta de ser identificado pelo seu estereótipo, sobretudo se algum desses estereótipos é algo que a gente sente complexo, sente que é pejorativo… Estou aprendendo muito, inclusive, termos que usava e não tinha noção da sua origem.” (servidora Valdete Rangel Soares Assunção)t
“Profª, é possível afirmar que determinados comportamentos racistas estão cristalizados no ‘inconsciente coletivo’? E como podemos alterar, na prática, essas atitudes?” (servidora Larissa Utzinger Dias Daud)
“E tem gente que vai dizer que é “mimimi”, “vitimismo”… NÃO FALEMOS!! Pq não sabemos da dor do outro!!” (servidora Rosecler Alves de Oliveira)
Silviane Ramos Lopes da Silva é doutora em Sociologia pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), mestre em História pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), consultora em Equidade Racial e membro da Latinas/Fiocruz.
Para saber mais sobre as ações do Poder Judiciário de Mato Grosso, acesse o Portal do Comitê de Promoção da Equidade Racial.
Leia mais:
Lídice Lannes
Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Autor: Lídice Lannes

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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