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Projeto Verde Novo lança serviço ‘ZapMudas’ para ampliar plantio de árvores em Cuiabá

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O projeto ‘Verde Novo’ do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), por meio do Juizado Especial Volante Ambiental (Juvam), em parceria com diversos colaboradores lançou o serviço ZapMudas – (65) 3648-6879), permitindo que a população entre em contato para solicitar o plantio de mudas de árvores em área no terreno da sua residência e demais espaços públicos do seu bairro. 
 
Ao solicitar o serviço ‘ZapMudas’, a equipe do ‘Verde Novo’, responsável pelo plantio, analisará a área indicada e fornecerá recomendações sobre a espécie mais adequada para o espaço. Esse serviço personalizado não só contribui para o enriquecimento da vegetação local, mas também garante que as árvores plantadas estejam de acordo com as condições específicas de cada local.
 
A engenheira florestal do Projeto Verde Novo, Rosiane Carnaíba, enfatizou que o principal propósito do ‘ZapMudas’ é auxiliar a comunidade que enfrenta dificuldades em acessar os pontos de distribuição de mudas do ‘Verde Novo’. 
 
“Nós lançamos este canal de comunicação para facilitar ainda mais o acesso às mudas, especialmente para aqueles que têm dificuldade em chegar aos nossos pontos de distribuição. Queremos resgatar o título de cidade verde e contamos com colaboração ativa da população neste processo”, destacou Carnaíba.  
 
Ainda de acordo com a engenheira florestal, o serviço de orientação ao cidadão é essencial, uma vez que permite uma análise detalhada do local antes do plantio. “É crucial conhecer as características do local, avaliar onde a muda de árvore será plantada, evitando assim prejuízos e danos às edificações. Queremos garantir que cada árvore plantada seja uma contribuição positiva para a cidade e seus habitantes”. 
 
O projeto é realizado em parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT) e o Programa REM unidos com objetivo de estimular a população no plantio de mudas de árvores nativas e frutíferas nos espaços residenciais. A meta é criar um ambiente urbano mais saudável e sustentável para as gerações futuras.
 
Serviço – ZapMudas (65) 3648-6879 – Entre em contato e solicite o plantio de mudas de árvores em terrenos, jardins residenciais e outros espaços públicos do seu bairro.
 
Carlos Celestino
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Aprimoramento do suporte pedagógico e valorização de potencialidades marcam debate sobre inclusão

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A inclusão escolar ultrapassa a dimensão técnica e demanda a construção de um ambiente pautado pela empatia, pela escuta e pela compreensão das diferenças. A reflexão é do professor Agnaldo Fernandes, um dos mais de mil participantes do evento “TJMT Inclusivo: Autismo e Direitos das Pessoas com Deficiência”, realizado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

Com 24 anos de atuação na rede pública de ensino em Cuiabá e Várzea Grande, o educador destacou que o processo inclusivo se consolida, sobretudo, na convivência e no envolvimento de toda a comunidade escolar. “Existe também um trabalho importante com os demais estudantes, para que compreendam as diferenças e participem, respeitem e entendam. Exige preparo, sensibilidade e tempo”, afirmou.

A vivência em sala de aula, como professor de Artes, também revela o potencial expressivo dos estudantes atípicos quando encontram estímulos adequados. Segundo o professor Agnaldo Fernandes, há um envolvimento natural dos educadores em buscar estratégias mais direcionadas, especialmente em áreas como as artes, onde muitos alunos demonstram habilidades significativas. “A gente se apega muitas vezes, quer trabalhar de uma forma mais específica, mais enfática, pra que ele consiga se desenvolver, principalmente na minha área, que tem crianças que conseguem ter um potencial incrível na área de artes. Alguns autistas, por exemplo, conseguem trabalhar pintura, o faz de conta, uma série de elementos da arte que são interessantíssimos”, relatou.

No entanto, o tempo limitado e a dinâmica da rotina escolar acabam impondo barreiras à continuidade desse trabalho mais aprofundado. “Só que você tem muito pouco tempo pra trabalhar, aí você tem a próxima turma e a próxima turma e a próxima turma”, acrescentou, ao destacar a dificuldade de conciliar a atenção individualizada com a demanda de múltiplas turmas ao longo do dia.

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Ainda assim, o compromisso dos professores se mantém como um dos pilares da inclusão. O educador enfatiza que há um esforço contínuo para oferecer o melhor atendimento possível, mesmo diante das limitações estruturais. “A gente se esforça muito, tenta fazer o máximo, mas a gente gostaria que tivesse mais um apoio, um espaço específico pra aqueles que precisam, porque são seres humanos que necessitam de um acompanhamento maior”, afirmou.

Para ele, a ampliação desse suporte pode representar um avanço significativo não apenas no processo de aprendizagem, mas também na construção de perspectivas futuras para esses estudantes. “Esse apoio mais estruturado permitiria que eles se desenvolvessem melhor e pudessem, futuramente, estar no mercado de trabalho de uma forma muito mais efetiva”, concluiu.

Promovido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), o evento foi realizado na quinta-feira (16), na Igreja Lagoinha, reunindo mais de 2,1 mil participantes, entre coordenadores escolares, professores e cuidadores de alunos com deficiência. A iniciativa, conduzida pela vice-presidente do TJMT e presidente da Comissão de Acessibilidade e Inclusão, desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho, reafirma o compromisso institucional do Judiciário mato-grossense com a promoção de direitos e com o fortalecimento de práticas inclusivas alinhadas às demandas sociais.

TJMT Inclusivo

O projeto reforça o compromisso do Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio da Comissão de Acessibilidade e Inclusão, com o respeito à neurodiversidade, e dá cumprimento à Resolução nº 401/2021 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que estabelece diretrizes de acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência no âmbito do Judiciário. A iniciativa também está em consonância com a Lei nº 12.764/2012, conhecida como Lei Berenice Piana, que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.

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Autor: Patrícia Neves

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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