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Presidente do TJMT dá boas-vindas à nova turma de oficiais de Justiça no IntegraServ

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O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargador José Zuquim Nogueira, recepcionou nesta terça-feira (25) 32 oficiais de Justiça que passam a integrar o quadro do Judiciário. A ação faz parte da 4ª turma do programa IntegraServ, voltado ao acolhimento de servidores recém-empossados.

Muito além das boas-vindas, a iniciativa visa facilitar a integração e adaptação de novos servidores ao ambiente do Poder Judiciário mato-grossense. Esta edição é voltada exclusivamente para os novos oficiais de Justiça, que participam de atividades imersivas organizadas pela Coordenadoria de Gestão de Pessoas (CGP) e pela Escola dos Servidores.

Durante a semana, os participantes conhecerão a estrutura do Judiciário, suas responsabilidades funcionais, políticas institucionais e sistemas utilizados no exercício da função, além de trocarem experiências e se aproximarem da rotina e da missão do cargo. Para o presidente, a ação representa o início de uma trajetória de sucesso para os servidores.

“Foi uma alegria imensa poder recepcionar esses 32 oficiais de Justiça e abrir as portas do nosso Judiciário para que eles tenham muito sucesso. Também é uma preparação para que o sucesso deles também seja da instituição, pois são servidores que representam a magistratura mato-grossense”, disse o presidente.

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Sobre o IntegraServ

O programa de acolhimento e integração do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desenvolvido pela Coordenadoria de Gestão de Pessoas (CGP) em parceria com a Escola dos Servidores, promove uma semana de imersão com palestras, atividades práticas, apresentação de sistemas, debates e orientações sobre direitos, deveres e funcionamento institucional.

O IntegraServ oferece aos novos servidores uma visão completa do Judiciário, fortalece o senso de pertencimento e proporciona um início de trajetória acolhedor, humano e estruturado. “No fim, que tem a ganhar com essa preparação é a sociedade. E isso representa alegria, satisfação e realização para nós”, completou o desembargador.

Autor: Bruno Vicente

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Palestra traz realidade de famílias atípicas e desafios para garantir direitos

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A advogada e presidente da Associação de Pais e Amigos dos Autistas de Poxoréu (APAAP), Jennyfer Bathemarque, proferiu palestra com o tema “A Pessoa com Deficiência no Sistema de Justiça: Direitos, desafios e o papel do Judiciário na efetivação da inclusão”, no primeiro dia do evento “TJMT Inclusivo: Autismo e Direito das Pessoas com Deficiência”, na manhã desta quarta-feira (15), no Fórum de Cuiabá. O evento conta com transmissão ao vivo e pode ser conferido no canal TJMT Eventos No YouTube.
Ela iniciou sua fala destacando que a judicialização é apenas mais um passo na vida das famílias atípicas, que enfrentam diversos percalços até chegar ao ponto de recorrer ao Judiciário para garantir direitos básicos, como acesso à saúde e educação por crianças com algum tipo de deficiência.
Compartilhando a realidade do município onde vive – Poxoréu (251 km a leste de Cuiabá), com pouco mais de 23 mil habitantes, Jennyfer Bathemarque exemplificou a situação de diversas famílias que carecem até mesmo de informação para lidar com o fato de ter um membro com algum tipo de deficiência intelectual ou mental, pois muitas delas reagem com vergonha e reclusão dos ambientes sociais.
“São grupos historicamente vulnerabilizados. Antigamente, esses grupos eram levados aos manicômios, eram tratados como pessoas à margem da sociedade. E ainda hoje existem famílias que têm esse estigma, que têm dificuldade em lidar”, disse, defendendo que a família não pode ter medo de exigir direitos porque eles são garantidos por lei. “Exigir um direito não é excesso, é exercício de cidadania”.
Dirigindo-se aos operadores do Direito, público contemplado no primeiro dia de programação do TJMT Inclusivo, a palestrante, que é mãe atípica e já precisou recorrer ao Judiciário para garantir tratamentos ao filho pequeno, ressaltou a importância da atuação profissional humanizada.
“Quando falamos de leis, estamos falando de pessoas. Então, quando falamos de direitos, falamos de direitos de pessoas. Quando falamos de processo judicial, falamos de pessoas. Embora, quando olhamos para o processo, nós vejamos números, documentos, por trás daquele processo há pessoas que precisam de resposta, que necessitam de algo. Então, todas as vezes que falarmos sobre inclusão, LBI, Lei Maria Berenice Piana, devemos pensar em pessoas. Quando pensamos em pessoas, tudo fica mais fácil porque você começa a se colocar no lugar”, afirmou Jennyfer.
A advogada pontuou como um dos motivos para a falta de concretização de diretos básicos das pessoas deficientes a falta de dados estatísticos oficiais mais detalhados sobre essa população. “A ideia é fazer a distinção para melhor destinar os recursos públicos”, afirmou. Ao final, ela apontou a judicialização como consequência. “O Judiciário vira porta de entrada para direitos básicos. Aquilo que o Estado deveria dar conta, o Judiciário está tendo que dar conta”, resumiu.
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TJMT Inclusivo – O primeiro dia de programação da capacitação contou com uma programação especialmente voltada aos operadores do Direito, como magistrados (as), promotores (as) de justiça, defensores públicos (as), advogados (as) e servidores (as), com palestras que buscam promover a reflexão sobre como a Justiça pode melhorar a vida das pessoas com deficiência, de que forma as decisões judiciais estão atendendo às demandas dessa população, gerando impactos práticos na efetivação de direitos básicos, como saúde e educação.
O evento é coordenado pela Comissão de Acessibilidade e Inclusão do TJMT, em parceria com a Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), Escola dos Servidores, Prefeitura de Cuiabá e Igreja Lagoinha.
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Autor: Celly Silva

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Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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