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Novo Portal dos Juizados Especiais do TJMT: Serviços em Destaque para agilizar demandas

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Imagem com fundo azul escuro e linhas geométricas nas bordas. À esquerda, em letras brancas e grandes, está escrito "TÁ NO SITE!". À direita, há uma balança da justiça e, abaixo dela, os dizeres "JUIZADOS ESPECIAIS".O novo Portal dos Juizados Especiais do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), acessível em https://servicosjuizados.tjmt.jus.br/, oferece diversos serviços online ao usuário. Nesta quarta-feira (30 de julho), O TJMT apresenta a seção “Serviços em Destaque”. Esta área, cuidadosamente elaborada, reúne as funcionalidades mais procuradas por cidadãos e profissionais do Direito, otimizando o tempo e a interação com a Justiça.

Lançado em 05 de junho, o portal visa modernizar o acesso à Justiça, inicialmente para os Juizados Cíveis de Cuiabá e Várzea Grande. Como já informado, a cada quarta-feira, o Portal do TJMT publica uma matéria detalhada sobre os serviços e funcionalidades do site, para que o usuário possa aproveitar ao máximo a ferramenta digital.

O portal concentra as demandas da Secretaria Unificada e dos 1º, 2º, 4º e 6º Juizados Especiais Cíveis de Cuiabá, e 1º e 2º Juizados Especiais Cíveis de Várzea Grande.

“Serviços em Destaque”: agilidade na palma da mão

A seção “Serviços em Destaque” é a porta de entrada para as ações mais procuradas nos Juizados, o que permite ao usuário encontrar rapidamente o que precisa, sem a necessidade de deslocamento ou espera. São três as principais opções apresentadas e todas as páginas trazem informações sobre o que é o serviço, como solicitar, onde solicitar, quem pode solicitar, documentos necessários, custos, prazos, formas de acompanhamento, legislação e serviços relacionados.

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Remarcar audiência de conciliação ou instrução

Esta funcionalidade permite que a parte interessada solicite a alteração da data e horário de uma audiência já marcada. É essencial apresentar justificativa e seguir os critérios legais para a solicitação. A ferramenta visa oferecer flexibilidade aos envolvidos, otimizando a agenda de todos.

Participar de uma audiência de conciliação ou instrução

Pensada para a comodidade, esta opção oferece a advogados, partes e testemunhas a possibilidade de obter o link de acesso à audiência por videoconferência. Isso é particularmente útil para audiências agendadas no âmbito dos Juizados Especiais Cíveis do TJMT, facilitando a participação remota e a celeridade dos processos.

O ‘drop menu’ com as principais informações do serviço disponibiliza, inclusive, vídeos tutoriais.

Solicitar juntada de documentos

Permite a inclusão de novos documentos ao processo judicial. Esta funcionalidade pode ser usada para manter o processo atualizado, garantindo que todas as informações relevantes estejam disponíveis para a análise do juiz. A digitalização desse procedimento simplifica o trâmite e reduz a burocracia.

Logo abaixo das três opções de serviço, no botão VER MAIS, o usuário terá, numa nova página, o menu com 20 serviços oferecidos pelos Juizados Especiais.

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Os 20 ‘drop menus’, se abrirão com as informações necessárias sobre aquele serviço. Entre os serviços estão como consultar o andamento processual, com links e contatos; desarquivamento e emissão de guias de custas. O site é intuitivo, basta seguir as orientações na tela.

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Autor: Marcia Marafon

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Aprimoramento das audiências de custódia pauta terceiro módulo do curso Pena Justa

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No terceiro módulo do curso ‘Pena Justa no Ciclo Penal’, ministrado nessa segunda-feira (19 de maio), na Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), o tema principal da capacitação foram as audiências de custódia. Atuaram como formadores o juiz Marcos Faleiros da Silva, titular da Quarta Vara Criminal de Cuiabá, o assessor Marcos Eduardo Moreira Siqueri, e a socióloga Jamile Carvalho, assistente Técnica Nacional do Programa Fazendo Justiça, do Conselho Nacional de Justiça, e referência técnica para o tema da proteção social nas audiências de custódia.

O juiz Marcos Faleiros da Silva explicou que o módulo teve como foco o aprimoramento das práticas já consolidadas nas audiências de custódia, com espaço para troca de experiências entre os participantes. Segundo ele, a proposta foi discutir a forma como o instituto vem sendo aplicado, bem como temas relacionados ao juiz de garantias, com o objetivo de melhorar a prestação jurisdicional.

O magistrado ressaltou ainda que, por se tratar de um tema já incorporado ao ordenamento jurídico, as discussões atuais se concentram em aspectos complementares e nas inovações recentes, especialmente a partir do programa Pena Justa. Ao abordar o programa, enfatizou a importância do fortalecimento do controle na porta de entrada do sistema prisional. “Nós traremos as atuais modificações e ideias com relação à custódia, sobretudo com a implantação do Pena Justa, com a perspectiva de ter um controle maior da porta de entrada da cadeia, dentro das funções de garantias do Poder Judiciário, e a aplicação da melhor forma dos tratados internacionais no direito interno.”

Já o formador Marcos Eduardo Moreira Siqueri destacou que, embora o público participante já seja formado por magistrados e servidores com amplo conhecimento jurídico, a capacitação teve como foco reforçar os eixos do programa Pena Justa. A iniciativa, destaca Siqueri, busca qualificar ainda mais a atuação desses profissionais para promover melhorias no sistema prisional e aprimorar a qualidade dos dados produzidos. “Essas informações são fundamentais para a formulação de políticas criminais mais eficazes, voltadas ao atendimento dos direitos e garantias fundamentais das pessoas encaminhadas ao sistema prisional e a programas de assistência social.”

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Siqueri assinalou que a capacitação representa um avanço importante na humanização das audiências de custódia e na efetivação das políticas públicas previstas pelo programa Pena Justa. Conforme explicou, a iniciativa alia as diretrizes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) ao enfrentamento do estado de coisas inconstitucional no sistema prisional. Ele destacou ainda que o curso prepara magistrados, servidores, equipes psicossociais e instituições parceiras para atuarem de forma integrada no atendimento à pessoa custodiada, garantindo acolhimento e encaminhamentos adequados já no primeiro contato com o Judiciário. Siqueri também enfatizou o fortalecimento da atuação interinstitucional entre Tribunal de Justiça, Poder Executivo, Ministério Público e Defensoria Pública, permitindo uma resposta mais eficiente e humanizada.

No período vespertino, a socióloga Jamile Carvalho, doutoranda em Ciências Sociais, apresentou o Serviço de Atendimento à Pessoa Custodiada (Apec), idealizado pelo CNJ e acompanhado pela Secretaria Nacional de Políticas Penais. Segundo explicou, trata-se de um serviço penal que deve estar integrado à gestão de Políticas de Alternativas Penais, voltado à promoção da proteção social e para o fortalecimento das audiências de custódia.

Além de atender o próprio custodiado, é um serviço que também se presta ao acolhimento de suas famílias, prestando informações a essas pessoas. O modelo ainda funciona como suporte técnico à magistratura, contribuindo para subsidiar decisões no momento das audiências.

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De acordo com a formadora, o serviço é executado por equipe multidisciplinar e prevê atendimento social no contexto das audiências de custódia. Entre os objetivos estão a garantia de proteção integral, a prestação de cuidados emergenciais, a apresentação de informações sobre o contexto de vida e saúde da pessoa custodiada e a ampliação do acesso à informação por parte de seus familiares.

Assista aqui à formação completa, com mais detalhes sobre o serviço Apec. https://www.youtube.com/live/kzSBEzk2gbE

Cronograma

O primeiro módulo foi ofertado nos dias 29 e 30 de abril, das 9h às 12h e das 13h30 às 18h30, e teve como formadora a juíza Laryssa Angélica Copack Muniz, do Tribunal de Justiça do Paraná.

Na ocasião, ela explicou que o programa Pena Justa é uma resposta estratégica do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) à decisão do Supremo Tribunal Federal sobre o estado das prisões brasileiras. Segundo a magistrada, o curso visa qualificar a atuação de magistrados e magistradas para reverter esse estado identificado pelo STF no sistema carcerário brasileiro.

Clique neste link para ler matéria completa sobre a primeira aula.

Já o segundo módulo foi ofertado no período de 11 a 15 de maio, na modalidade EAD, por meio da plataforma Moodle (4 horas-aula de carga horária), com foco na prevenção à tortura e saúde mental, também sob a responsabilidade da magistrada Laryssa Muniz.

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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