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Nosso Judiciário: estudantes de Direito vivenciam rotina do TJMT em visita guiada

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O Projeto ‘Nosso Judiciário’ do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) recebeu, nesta quarta-feira (28 de agosto), uma turma de acadêmicos do 4º ao 10º período do curso de Direito da ‘Faculdade Centro Mato-grossense (Facem)’ do município de Sorriso, que viajaram 420 km até Cuiabá para conhecer como é rotina de trabalho no Tribunal de Justiça de Mato Grosso, assistir sessão de julgamento e conversar com juízes e desembargadores.
 
Durante a visita, os estudantes tiveram a oportunidade de assistir à ‘Sessão da 1ª Câmara de Direito Público e Coletivo’, presidida pela desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos. Foi um momento de aprendizado valioso, em que puderam observar como ocorrem os debates entre as autoridades judiciais, a interação entre os magistrados e a participação dos advogados em suas sustentações orais.
 
De acordo com universitário Everton Godoy, do 10° semestre, a experiência “é de suma importância para a nossa carreira, tanto acadêmica como profissional. Aqui tivemos a oportunidade de assistir o advogado fazendo sua sustentação oral e conseguindo êxito na sua causa. Isso nos anima, principalmente para aqueles que desejam seguir nessa área da advocacia”.
  
No Espaço Memória, os universitários conheceram o local que guarda peças, documentos e objetos históricos do Poder Judiciário Mato-grossense ao longo dos seus 150 anos de existência. Eles também tiveram a oportunidade de ouvir a desembargadora Maria Aparecida Fago que falou sobre a experiência e trajetória ao longo de 30 anos na magistratura.
 
“Em todas as sessões temos alunos de diversos municípios de Mato Grosso. E hoje, estamos recebendo essa turma de estudantes da cidade de Sorriso. Então, estamos aqui na sessão e falamos com todos, esclarecemos dúvidas. Até porque, tudo que acontece aqui faz parte do trabalho que eles terão que exercer futuramente. Essa experiência é valiosa para todos”, declarou a desembargadora.

Todos os alunos foram presenteados com um ‘Glossário Jurídico’ de 50 páginas, repleto de informações detalhadas sobre o TJMT. Antônio Lucas Souza Siqueira, estudante do 6º semestre, volta para casa com um vasto aprendizado e ainda mais determinado a seguir a carreira na advocacia.
 
“Aqui pude observar na prática tudo aquilo que estudamos na faculdade, além da experiência no meu estágio no escritório de advocacia. Toda essa experiência fortalece ainda mais minha vontade de advogar na área privada”, disso o acadêmico.   
 
Na avaliação da professora e coordenadora do Núcleo de Práticas Jurídicas da (Facem), a experiência oferecida pelo ‘Nosso Judiciário’ contribui com o processo de formação dos futuros profissionais, pois “aqui a gente consegue juntar a teoria com a prática. Ver como tudo isso funciona, torna concreto para o aluno, aquilo que ele vê nos bancos da academia. É uma experiência relevante para todos.
 
O Nosso Judiciário recebe acadêmicos do curso superior de Direito e realiza um tour para que eles possam aprender mais sobre o funcionamento e atuação do Poder Judiciário de Mato Grosso. De acordo com dados da coordenação do programa, somente no primeiro semestre de 2024, mais de 700 acadêmicos visitaram o Palácio da Justiça. Além disso, todos os participantes recebem um certificado de atividade extracurricular.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto 1: A imagem panorâmica mostra o grupo de alunos junto com a desembargadora. Foto 2:  Mostra aluno sendo entrevistado pelo jornalista da TV Justiça. O entrevistado é um rapaz branco, barba preta, cabelos castanhos-claro, veste uma camisa azul. Foto 3: Mostra uma aluna, uma jovem mulher de pele branca, cabelos claros e lisos, veste uma blusa branca e um terno rosa. Ela está sorrindo e segurando um livro azul nas mãos.  Ao seu lado, a desembargadora, uma mulher branca, cabelos curtos, usa uma blusa colorida de listras de várias cores, lembrando um arco-íris. Foto 4: mostra a professora do curso de direito sendo entrevistada pelo jornalista da TV Justiça.  Ela é uma mulher branca, cabelos pretos longos e usa um terno cinza.
  
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT  
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Discriminação no trabalho: entenda o que é como reconhecer

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Discriminação é toda distinção, exclusão, restrição ou preferência fundada na raça, etnia, cor, sexo, gênero, religião, deficiência, opinião política, ascendência nacional, origem social, idade, orientação sexual, identidade e expressão de gênero, ou qualquer outra que atente contra o reconhecimento ou exercício, em condições de igualdade, dos direitos e liberdades fundamentais nos campos econômico, social, cultural, laboral ou em qualquer campo da vida pública; abrange todas as formas de discriminação, inclusive a recusa de adaptação razoável. Esta é a definição dada pela Resolução CNJ n. 351/2020, do Conselho Nacional de Justiça.

Atitudes como essas podem causar sérias consequências para a vítima, como irritabilidade, crises de choro, abandono das relações pessoais, estresse e ansiedade, esgotamento físico e emocional, perda do significado do trabalho. Além disso, a instituição também sofre impactos, como redução da produtividade, alta rotatividade de pessoal, absenteísmo, licenças-médicas, indenizações trabalhistas, entre outros.

Conforme prevê a Resolução CNJ n. 351/2020, o Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, disponibiliza um canal permanente de acolhimento, escuta, acompanhamento e orientação a todas as pessoas afetadas, sejam elas magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as), credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido. Para acessar o formulário para registro da notícia do fato, basta clicar no banner da Comissão, localizada na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.

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Quem pode noticiar casos de discriminação – Toda conduta que possa configurar assédio ou discriminação pode ser noticiada por qualquer pessoa que perceba ser alvo no trabalho (vítima) ou qualquer pessoa que tenha conhecimento dos fatos (testemunha).

Acolhimento institucional – A Comissão de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio Moral, ao Assédio Sexual e à Discriminação do Poder Judiciário utiliza um protocolo de acolhimento com o objetivo de promover o suporte psicossocial à vítima e de buscar soluções para a eliminação de casos de assédio e discriminação no ambiente institucional.

No atendimento à pessoa, é propiciada uma atenção humanizada e focada na sua necessidade, respeitando seu tempo de reflexão e decisão, fortalecendo sua integridade psíquica, autonomia e liberdade de escolha. Ao procurar atendimento junto à Comissão, a vítima será informada sobre as possibilidades de encaminhamento previstas pela política judiciária, além de alternativas para enfrentar a situação.

Seguindo a Resolução CNJ n. 351/2020, é garantido o sigilo e o compromisso de confidencialidade no encaminhamento da notícia de assédio ou discriminação, sendo vedado o anonimato, com vistas a proteger o direito à intimidade e à integridade psíquica da pessoa noticiante, sendo exigido o seu consentimento expresso para qualquer registro ou encaminhamento formal do relato.

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Além disso, a mesma resolução proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.

Na página da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio e da Discriminação é possível acessar os fluxos de registro e recebimento de notícia, a sua composição, as normativas relativas ao tema, o guia de combate, além de notícias e vídeos informativos.

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Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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