Tribunal de Justiça de MT

Estudantes de Direito de faculdade de Várzea Grande participam do Projeto Nosso Judiciário no TJMT

Publicado em

Uma turma de alunos do curso de Direito de uma faculdade de Várzea Grande teve a oportunidade de conhecer na prática, tudo aquilo que apreenderam na faculdade. Os estudantes participaram do Projeto Nosso Judiciário, desenvolvido pelo Tribunal de Justiça para permitir que a comunidade conheça as instalações do Palácio da Justiça e entenda um pouco mais sobre o seu funcionamento.
 
A professora Vêndula Lopes Correia acompanhou os alunos e destacou que quando tomou conhecimento do projeto, fez dele uma rotina para seus alunos. “Eu, como professora particularmente, não tive essas experiências e logo que ingressei na advocacia, para mim tudo parecia muito novo e eu já estava há cinco anos na faculdade”, contou. A professora destaca a importância da proximidade dos estudantes com a vivência do direito desde o início do curso para incentivar e familiarizar o aluno com o ambiente do judiciário.
 
Para Daniela de Aparecida Santos Siqueira, que está iniciando agora o curso de Direito e já almeja a tão sonhada carreira na magistratura, o passeio foi muito proveitoso. “Essa visita ajudou mais ainda, mostrou como é o dia a dia do Judiciário, fez meus olhos brilharem e essa chama da magistratura se tornar mais viva.”.
 
Gisela Almeida também é estudante do primeiro semestre, ela comemorou o aniversário de 23 anos no dia da visita. Gisela contou que a visita trouxe outro olhar para a graduação que está iniciando, a parte preferida foi o momento de incentivo do juiz-auxiliar da Vice Presidência, Paulo Márcio Soares, que recepcionou os estudantes no Espaço Memória.
 
O magistrado falou sobre o Conselho Nacional de Justiça, a necessidade do emprego da linguagem fácil e acessível, a importância da conciliação e mediação como métodos adequados de resolução de conflito. Paulo Marcio ressaltou a responsabilidade do trabalho na magistratura e a importância da especialização e estudo na carreira no Direito, ele deixa um recado aos estudantes: “A leitura e o estudo devem ser constantes porque a responsabilidade no cargo é grande, para dar uma decisão justa tem que ter muito conhecimento e perspicácia”.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Imagem 01: foto colorida. Alunos assistem palestra da servidora Mônica Dias. Em primeiro plano, livros antigos amarelados. Logo atrás Mônica de costas para a foto e os alunos ao fundo olham para ela. Imagem 02: foto colorida. Gisela Almeida, estudante de direito, sendo entrevistada para a TV Justiça. Ela é uma mulher branca de cabelos castanhos lisos, veste uma blusa de manga longa branca, e colar dourado. Ela olha para a repórter e sorri. Imagem 03: foto colorida. Paulo Márcio Soares, Juiz Auxiliar da Vice Presidência, sendo entrevistado para a TV Justiça. Ele é um homem branco de cabelos acinzentados lisos, ele usa óculos e veste terno cinza, camisa listrada branca, gravata azul. Paulo olha para a repórter e sorri.
 
Anna Giullia Magro (estagiária)
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Leia Também:  Nota de pesar

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Tribunal de Justiça de MT

Judiciário de MT Explica: por que falar de Equidade Racial importa?

Published

on

Há muita diferença entre tratar as pessoas de forma igual e tratá-las com justiça. E para explicar melhor é fundamental falar de igualdade versusequidade racial.
De forma resumida, conforme o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a igualdade garante o tratamento igualitário perante a lei, enquanto a equidade ajusta esse tratamento às necessidades específicas de cada indivíduo ou grupo.
Assim, a equidade busca promover a aplicação da justiça na prática para corrigir desigualdades e desvantagens históricas por meio de ações afirmativas.
Depois de estudos iniciados a partir da Portaria 108/2020, o CNJ lançou em 2022 o Pacto Nacional pela Equidade Racial, do qual o Poder Judiciário de Mato Grosso é signatário a partir do Comitê de Equidade Racial.
Por meio dele, o Judiciário mato-grossense passou a realizar cursos de letramento racial e práticas antirracistas, oficinas nas diferentes áreas e outras ações no âmbito do Tribunal de Justiça e nas comarcas.
O trabalho busca promover a equidade, fortalecer a democracia, unir as pessoas pelo respeito para mostrar que o conhecimento é a melhor ferramenta para transformar a nossa realidade.

Autor: Lídice Lannes

Leia Também:  Carf: Câmara começa a analisar projeto com regra favorável ao governo

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA