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Cumprimento de metas do CNJ impulsiona celeridade e garante qualidade nos serviços do Judiciário

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O cumprimento das metas nacionais estabelecidas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) ao longo de 2025 refletiu diretamente na melhoria da prestação jurisdicional do Poder Judiciário de Mato Grosso (PJMT). Os resultados alcançados impactaram o dia a dia da população, com maior agilidade na tramitação de processos, ampliação do acesso aos serviços judiciais e respostas mais eficientes às demandas dos cidadãos.

As metas do CNJ orientam a atuação dos tribunais em todo o país e funcionam como instrumentos de gestão para o aperfeiçoamento das rotinas e da prestação jurisdicional. No Tribunal de Justiça de Mato Grosso, esse alinhamento resultou em avanços na organização interna, no uso de ferramentas tecnológicas e no fortalecimento de políticas judiciárias voltadas à eficiência e ao atendimento humanizado.

Gestão orientada a resultados

Ao direcionar esforços para o cumprimento das metas, o Poder Judiciário de Mato Grosso adotou uma gestão orientada a resultados, com acompanhamento permanente da produtividade e da tramitação processual. Esse trabalho contínuo resultou no cumprimento integral das metas nacionais do CNJ, algumas delas alcançadas antes mesmo do prazo estabelecido.

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Como reflexo direto desse desempenho, o TJMT conquistou o Selo Diamante de Qualidade do CNJ, a mais alta certificação concedida pelo Conselho Nacional de Justiça aos tribunais que se destacam pelo cumprimento de critérios rigorosos de governança, produtividade, transparência e atendimento ao cidadão.

Metas que chegam ao balcão de atendimento

Os reflexos do cumprimento das metas também foram percebidos no atendimento direto ao público. A padronização de fluxos, a capacitação das equipes e a integração entre unidades resultaram em respostas mais rápidas a pedidos de informação, expedição de documentos e realização de audiências.

Essa atuação colaborativa colocou o TJMT em destaque nacional, com liderança no cumprimento da Meta 3 do CNJ, que estimula a solução de conflitos pelos métodos autocompositivos.

Benefícios concretos para o cidadão

O balanço de 2025 mostra que o cumprimento das metas do CNJ vai além de números. Ele resulta em benefícios diretos para a sociedade, como: redução do tempo de espera por decisões judiciais; maior eficiência no atendimento presencial e virtual; ampliação do acesso aos serviços judiciais, inclusive em regiões do interior; mais previsibilidade e transparência nos prazos e procedimentos.

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Esses resultados fortalecem a confiança da população no sistema de justiça e aproximam o Poder Judiciário de Mato Grosso das reais necessidades do cidadão.

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Autor: Emily Magalhães

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Aprimoramento do suporte pedagógico e valorização de potencialidades marcam debate sobre inclusão

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A inclusão escolar ultrapassa a dimensão técnica e demanda a construção de um ambiente pautado pela empatia, pela escuta e pela compreensão das diferenças. A reflexão é do professor Agnaldo Fernandes, um dos mais de mil participantes do evento “TJMT Inclusivo: Autismo e Direitos das Pessoas com Deficiência”, realizado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

Com 24 anos de atuação na rede pública de ensino em Cuiabá e Várzea Grande, o educador destacou que o processo inclusivo se consolida, sobretudo, na convivência e no envolvimento de toda a comunidade escolar. “Existe também um trabalho importante com os demais estudantes, para que compreendam as diferenças e participem, respeitem e entendam. Exige preparo, sensibilidade e tempo”, afirmou.

A vivência em sala de aula, como professor de Artes, também revela o potencial expressivo dos estudantes atípicos quando encontram estímulos adequados. Segundo o professor Agnaldo Fernandes, há um envolvimento natural dos educadores em buscar estratégias mais direcionadas, especialmente em áreas como as artes, onde muitos alunos demonstram habilidades significativas. “A gente se apega muitas vezes, quer trabalhar de uma forma mais específica, mais enfática, pra que ele consiga se desenvolver, principalmente na minha área, que tem crianças que conseguem ter um potencial incrível na área de artes. Alguns autistas, por exemplo, conseguem trabalhar pintura, o faz de conta, uma série de elementos da arte que são interessantíssimos”, relatou.

No entanto, o tempo limitado e a dinâmica da rotina escolar acabam impondo barreiras à continuidade desse trabalho mais aprofundado. “Só que você tem muito pouco tempo pra trabalhar, aí você tem a próxima turma e a próxima turma e a próxima turma”, acrescentou, ao destacar a dificuldade de conciliar a atenção individualizada com a demanda de múltiplas turmas ao longo do dia.

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Ainda assim, o compromisso dos professores se mantém como um dos pilares da inclusão. O educador enfatiza que há um esforço contínuo para oferecer o melhor atendimento possível, mesmo diante das limitações estruturais. “A gente se esforça muito, tenta fazer o máximo, mas a gente gostaria que tivesse mais um apoio, um espaço específico pra aqueles que precisam, porque são seres humanos que necessitam de um acompanhamento maior”, afirmou.

Para ele, a ampliação desse suporte pode representar um avanço significativo não apenas no processo de aprendizagem, mas também na construção de perspectivas futuras para esses estudantes. “Esse apoio mais estruturado permitiria que eles se desenvolvessem melhor e pudessem, futuramente, estar no mercado de trabalho de uma forma muito mais efetiva”, concluiu.

Promovido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), o evento foi realizado na quinta-feira (16), na Igreja Lagoinha, reunindo mais de 2,1 mil participantes, entre coordenadores escolares, professores e cuidadores de alunos com deficiência. A iniciativa, conduzida pela vice-presidente do TJMT e presidente da Comissão de Acessibilidade e Inclusão, desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho, reafirma o compromisso institucional do Judiciário mato-grossense com a promoção de direitos e com o fortalecimento de práticas inclusivas alinhadas às demandas sociais.

TJMT Inclusivo

O projeto reforça o compromisso do Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio da Comissão de Acessibilidade e Inclusão, com o respeito à neurodiversidade, e dá cumprimento à Resolução nº 401/2021 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que estabelece diretrizes de acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência no âmbito do Judiciário. A iniciativa também está em consonância com a Lei nº 12.764/2012, conhecida como Lei Berenice Piana, que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.

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Autor: Patrícia Neves

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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