Tribunal de Justiça de MT

Corregedor trata com governador sobre regularização de imóveis às margens de rios federais

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O corregedor-geral da Justiça de Mato Grosso e presidente da Comissão de Assuntos Fundiários do Tribunal de Justiça, desembargador José Luiz Leite Lindote, se reuniu com o governador do Estado, Mauro Mendes, na tarde de terça-feira (16 de setembro), para debater soluções voltadas à regularização de imóveis localizados em margens de rios federais que cortam o estado.

Durante o encontro, a Secretaria de Patrimônio da União (SPU) reconheceu a existência de um estoque de cerca de 400 processos que ainda não foram encaminhados à Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT).

São processos relacionados à regularização de imóveis situados em margens de rios federais, cuja tramitação depende da comprovação de regularidade ambiental feita pela Sema para liberação de documentos junto à SPU. Para dar andamento a esses casos, o governador solicitou durante o encontro que a SPU se comprometa a enviar os processos pendentes de análise à Sema.

“Nosso objetivo é buscar soluções conjuntas para que esses processos tenham andamento, garantindo a atuação coordenada dos órgãos envolvidos e a segurança jurídica necessária aos atos de regularização”, afirmou o corregedor José Luiz Leite Lindote.

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Na ocasião, o vice-presidente da Associação dos Notários e Registradores de Mato Grosso (Anoreg-MT), Julian Barros da Silva, observou que o volume de casos pode ser maior do que o identificado oficialmente, considerando processos extintos sem análise e demandas judiciais em andamento. Ele defendeu alternativas para superar o impasse de competências entre a Sema e a SPU, como a possibilidade de emissão de certidões provisórias pelo órgão ambiental estadual. “Essa medida permitiria que a SPU desse prosseguimento às transferências de imóveis, já que a secretaria estadual possui cadastros com análises preliminares sobre eventuais danos ambientais”, explicou.

Também participaram da reunião a secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, a diretora do Departamento do Foro Extrajudicial do TJMT, Nilcemeire Vilela, além de representantes da SPU.

Com informações da Anoreg-MT

Autor: Alcione dos Anjos

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Tribunal de Justiça de MT

Entenda a sua audiência: Saiba como funciona um Tribunal do Júri

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Está no ar mais uma edição da série “Entenda a sua audiência”, iniciativa do Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio do Laboratório de Inovação – InovaJusMT e da Coordenadoria de Comunicação, que busca aproximar a Justiça da sociedade com a disponibilização de vídeos que explicam o funcionamento dos diversos tipos de audiência judicial. Neste episódio, o tema é “Tribunal do Júri”, que já pode ser conferido no canal do TJMT no Youtube.
A iniciativa utiliza linguagem simples e inteligência artificial para produzir vídeos e cartilhas informativas de fácil compreensão, com o objetivo de disseminar conhecimento sobre os direitos dos cidadãos relativos ao acesso à Justiça, facilitando a experiência da pessoa que vivencia a situação de participar de uma audiência.
Vale destacar que a série Entenda a sua Audiência é uma das duas produções do TJMT finalistas no Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça 2026, promovido pelo Fórum Nacional de Comunicação e Justiça (FNCJ), na categoria “Iniciativa de IA”. A premiação reconhece iniciativas de todo o país que fortalecem a comunicação pública, valorizam a transparência institucional e aproximam o Sistema de Justiça da sociedade.
Episódio “Tribunal do Júri”
Neste vídeo, você fica sabendo cada detalhe do funcionamento do Tribunal do Júri, um tipo de julgamento em que a decisão fica nas mãos da sociedade, representada pelos jurados, que são cidadãos comuns, de reputação ilibada.
Previsto na Constituição Federal de 1988, o Tribunal do Júri julga crimes dolosos contra a vida, ou seja, quando a pessoa tem a intenção de matar ou assume o risco de causar a morte, como são os casos de homicídio doloso, feminicídio, vicaricídio, induzimento, instigação ou auxílio ao suicídio, infanticídio, aborto criminoso. A tentativa desses tipos de crimes também pode ser julgada pelo Tribunal do Júri, bem como os crimes conexos.
O vídeo também explica quem são as pessoas que participam do Tribunal do Júri, como o juiz ou juíza, que conduz a sessão de julgamento e fixa a pena, se houver condenação; o (a) promotor (a) de justiça, que representa o Ministério Público e apresenta a acusação; a assistente de acusação, que pode representar a família da vítima, quando houver; o advogado, que faz a defesa do réu ou da ré; o réu ou a ré, que é a pessoa acusada de cometer o crime; as testemunhas, que contam ao júri o que viram, ouviram ou sabem sobre o caso. Por fim, os (as) sete jurados são cidadãos comuns convocados para participar do julgamento.
Até mesmo o roteiro de uma sessão do Tribunal do Júri é explicado no vídeo, desde a convocação de 25 jurados (as), dos quais sete são sorteados para atuarem no julgamento até o proferimento da sentença.
Os direitos e deveres dos jurados também são abordados, como a obrigatoriedade de comparecimento e a garantia da folga no trabalho nos dias de participação na sessão do Tribunal do Júri. O voto dos jurados é secreto e sua imagem deve ser preservada, ou seja, nomes e imagens não podem ser divulgados ao público.

Autor: Celly Silva

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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