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Justiça Eleitoral realiza série de mutirões em Peixoto de Azevedo e comunidades rurais

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O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), por meio da 33ª Zona Eleitoral, está promovendo uma série de mutirões de atendimento para facilitar o acesso da população aos serviços da Justiça Eleitoral. As ações ocorrem em diferentes comunidades urbanas, rurais e indígenas de Peixoto de Azevedo e arredores, entre setembro e outubro de 2025. 

 

Os mutirões oferecem serviços como alistamento (primeiro título), revisão, transferência eleitoral, emissão de segunda via do título, certidões, guias para pagamento de multas, consulta da situação eleitoral e coleta biométrica. 

 

Confira as próximas datas e locais de atendimento: 

 

17 e 18 de setembro – Escola Municipal Jardim das Flores, em Peixoto de Azevedo, das 9h às 18h. 

20 de setembro (sábado) – Sede do Cartório Eleitoral, Rua Wilmar Antônio Maia de Souza Pinto, nº 12, Centro Novo, Peixoto de Azevedo, das 9h às 16h30. 

23 a 25 de setembro – Escola Municipal Cecília Meireles, Comunidade Rural Travessão I, Peixoto de Azevedo, das 7h30 às 17h. 

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24 e 25 de setembro – Creche Municipal Tio Toninho, em Peixoto de Azevedo, das 9h às 18h. 

8 a 10 de outubro – Escola Municipal São Luiz, Comunidade São Luiz, Distrito União do Norte (Peixoto de Azevedo), das 7h30 às 16h. 

14 a 16 de outubro – Escola Municipal Elza Koller Heller, Comunidade São José Operário, Distrito União do Norte (Peixoto de Azevedo), das 7h30 às 16h. 

22 e 23 de outubro – Escola Municipal Norberto Schwantes, 9ª Agrovila, zona rural de Terra Nova do Norte, das 7h30 às 16h. 

29 e 30 de outubro – Escola Estadual Elio Turi Rondon, Aldeia Indígena Terena Kopenoty, MT-322, Distrito União do Norte (Peixoto de Azevedo), das 7h30 às 16h. 

 

De acordo com o juiz eleitoral da 33ª Zona Eleitoral, João Zibordi Lara, a iniciativa reforça o compromisso da Justiça Eleitoral em levar cidadania a todos os cantos da região. “Nosso objetivo é garantir que cada eleitor tenha acesso facilitado aos serviços, evitando deslocamentos longos e incentivando a regularização da situação eleitoral dentro dos prazos legais”, frisou, destacando que a coleta biométrica será um dos principais focos dos mutirões, contribuindo para a atualização do cadastro eleitoral e mais segurança nas eleições. 

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Atualmente, do total de 22.913 pessoas aptas ao voto em Peixoto de Azevedo, 21.942, ou seja, 95,76% já possuem a biometria cadastrada. 

 

Jornalista: Nara Assis 

 

#PraTodosVerem: A imagem mostra o processo de coleta biométrica, em que uma pessoa posiciona o dedo em um leitor digital manuseado por outra, ambas com unhas pintadas de vermelho. Sobre a mesa há um computador, documentos e equipamentos usados para registro e identificação. 

Fonte: TRE – MT

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TRE-MT promove curso sobre eleições sob a perspectiva dos direitos humanos, da equidade e da inclusão

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Direitos humanos, equidade racial, inclusão e representatividade são temas que ganharam espaço central no debate democrático contemporâneo. Com esse foco, teve início nesta segunda-feira (08.06), no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Direitos Humanos, Gênero, Raça e Etnia em Processo Eleitoral”. A capacitação segue até quinta-feira (11.06) e reúne magistrados(as), promotores(as) e servidores(as) da Justiça Eleitoral.

A formação aborda temas centrais do processo eleitoral a partir de uma perspectiva voltada aos direitos humanos e à promoção da equidade. O conteúdo programático está dividido em quatro módulos: Propaganda Eleitoral com enfoque em direitos humanos, gênero, raça e etnia; Registro de Candidatura com enfoque interseccional; Prestação de Contas e financiamento com foco em equidade; e Abuso de Poder (econômico, político, comunicacional e religioso) e práticas discriminatórias.

Ao dar as boas-vindas aos participantes, a presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, destacou que a inclusão, o diálogo e o acolhimento são fundamentais para o fortalecimento da democracia e para a aproximação da Justiça Eleitoral com a sociedade.

“A Justiça Eleitoral precisa conversar com todas as pessoas, acolher diferentes perspectivas e promover a participação de todos no debate público. O conhecimento e o acolhimento são fundamentais para construirmos uma democracia cada vez mais humana e inclusiva”, afirmou a presidente.

A desembargadora ressaltou ainda que a participação no processo eleitoral, seja como eleitora, candidata, servidora, advogada, promotora, juíza ou mesária, representa um importante exercício de cidadania e fortalecimento democrático. Para ela, iniciativas como o curso ampliam o conhecimento, qualificam o debate público e contribuem para uma atuação institucional cada vez mais inclusiva.

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A juíza auxiliar da Presidência do TRE-MT, Edna Ederli Coutinho, destacou a importância da temática para o fortalecimento da democracia e para a atuação institucional da Justiça Eleitoral.

Segundo ela, o debate sobre inclusão e representatividade deixou de ocupar um espaço periférico e passou a integrar o centro das discussões sobre aperfeiçoamento democrático. “A ampliação da participação de mulheres, pessoas negras, indígenas e outros grupos historicamente minorizados não é apenas uma pauta social, mas uma exigência constitucional e um compromisso institucional. Mais do que uma oportunidade de atualização técnica, este curso nos convida a refletir sobre o papel da Justiça Eleitoral na construção de uma democracia efetivamente inclusiva, plural e representativa”, afirmou.

O diretor da Escola Judiciária Eleitoral de Mato Grosso (EJE-MT), juiz-membro substituto Welder Queiroz dos Santos, ressaltou que a promoção da inclusão e da diversidade está alinhada às diretrizes nacionais da Justiça Eleitoral.

“A primeira grande bandeira institucional do Tribunal Superior Eleitoral foi justamente a inclusão de mulheres, pessoas negras e indígenas na participação política. Trata-se de um tema fundamental para o fortalecimento do ambiente democrático e para a construção de uma sociedade mais representativa”, destacou.

Ao dar início às atividades, o palestrante Elder Maia Goltzman explicou que a proposta do curso é promover um diálogo entre o Direito Eleitoral e os Direitos Humanos, permitindo uma nova leitura dos principais institutos eleitorais.

“A ideia é analisar temas como propaganda eleitoral, abuso de poder, prestação de contas e registro de candidatura sob a perspectiva dos direitos humanos. Muitas das questões enfrentadas pela Justiça Eleitoral envolvem dilemas relacionados à inclusão, igualdade e proteção de direitos fundamentais. Por isso, queremos construir um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências”, afirmou.

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Especialistas de referência nacional

O curso é ministrado por dois especialistas com ampla atuação acadêmica e profissional na área.

Elder Maia Goltzman é analista judiciário do TRE-SP, mestre em Direito e Instituições do Sistema de Justiça pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), doutorando em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e especialista em Direito Administrativo. Atua em pesquisas relacionadas à liberdade de expressão, direitos humanos, população LGBTQIAPN+, desinformação e direito digital, além de ser professor em cursos de pós-graduação e autor de obras na área eleitoral.

A programação também contará com a participação de Sabrina de Paula Braga, responsável por ministrar módulos do curso ao longo da semana. Analista judiciária do TRE-MG, é mestra e doutoranda em Direito Político pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), coordenadora do eixo “Participação de Grupos Minorizados” da Capacitação Nacional das Escolas Judiciárias Eleitorais e integrante da Comissão de Promoção da Igualdade Racial da Justiça Eleitoral.

Jornalista: Andréa Martins Oliveira

#PratodosVerem – Participante acompanha, por meio de um notebook, o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Gênero, Raça e Etnia no Processo Eleitoral”, promovido pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). Na tela, aparecem autoridades e participantes da capacitação em videoconferência, enquanto o palestrante apresenta conteúdo relacionado aos direitos humanos e ao processo eleitoral.

Fonte: TRE – MT

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