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Corpo técnico do TRE-MT apresenta resultados à gestão que tomará posse

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Dirigentes do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) apresentaram a estrutura e o panorama de cada secretaria às desembargadoras Maria Aparecida Ribeiro e Serly Marcondes Alves, que estarão à frente do Tribunal nos próximos dois anos. A reunião de transição de gestão ocorreu nesta quarta-feira (19.04) e foi conduzida pelos desembargadores Carlos Alberto Alves da Rocha (presidente) e Nilza Maria Pôssas de Carvalho (vice-presidente e corregedora regional eleitoral).

O presidente agradeceu a presença de todos(as) e ressaltou que a equipe é motivada e vem fazendo um ótimo trabalho. “Agradeço muito por toda parceria ao longo destes dois anos. Foram dias de muita dedicação não só da gestão, mas dos(as) magistrados(as), servidores(as), colaboradores(as), terceirizados(as), enfim, todas as pessoas que somam com a Justiça Eleitoral na missão da defesa da democracia”, ressaltou o desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha.

Segundo a vice-presidente e corregedora regional eleitoral, o acolhimento de todos(as) que compõem a Justiça Eleitoral a fez se sentir em casa. “Isso nos deu muita segurança e a harmonia foi crucial para termos uma eleição tranquila”, destacou a desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho.

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Dentre os vários dados apresentados, estavam o trabalho feito pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI), que resultou na implementação pioneira da Câmara Técnica de Inteligência; os estágios de cumprimentos das metas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e metas próprias que constam no Pauta Limpa; projetos de inclusão social, como o SoleTRE e a Democracia Multilíngue, entre outros.

A desembargadora Maria Aparecida Ribeiro parabenizou o trabalho desenvolvido pelos desembargadores Carlos Alberto Alves da Rocha e Nilza Maria Pôssas de Carvalho e os(as) servidores(as) do TRE-MT. “Parabéns pela segurança com que apresentaram os dados, pois são muitas informações a serem repassadas no curso tempo de uma reunião. Nós, que já fomos juízas eleitorais desde o início da carreira, sabemos as dificuldades de quem está lá na ponta, e espero contar com a experiência de cada um, além do legado deixado pelos desembargadores Carlos e Nilza”.

O elogio ao trabalho desenvolvido pela atual gestão, bem como magistrados(as) e servidores(as), foi endossado pela desembargadora Serly Marcondes Alves, que atua como juíza-membro substituta do TRE-MT desde 2021. “Temos uma equipe muito competente, que demonstrou muito engajamento e comprometimento, não só nas últimas eleições, pois vemos uma dedicação constante de todos(as) que compõem a Justiça Eleitoral de Mato Grosso”.

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Solenidades

No próximo dia 27, ocorrerá a sessão de despedida da gestão 2021/2023, conduzida pelos desembargadores Carlos Alberto Alves da Rocha e Nilza Maria Pôssas de Carvalho. Os membros do Tribunal se reunirão às 9h, no Plenário, localizado na sede, em Cuiabá.

Já no dia 28, também às 9h, de forma presencial, será realizada a sessão de posse das desembargadoras Maria Aparecida Ribeiro e Serly Marcondes Alves, que conduzirão o TRE-MT no próximo biênio.

Jornalista: Nara Assis

#PraTodosVerem: Foto em que aparecem os(as) quatro desembargadores(as) da atual e da nova gestão do TRE-MT, sentados(as) em cadeiras atrás da mesa da Sala de Reuniões. Atrás deles(as), tem uma parede azul escuro com a marca e o letreiro do TRE-MT em tom prata. No canto esquerdo, estão as bandeiras de Mato Grosso e do Brasil.

Fonte: TRE – MT

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TRE-MT promove curso sobre eleições sob a perspectiva dos direitos humanos, da equidade e da inclusão

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Direitos humanos, equidade racial, inclusão e representatividade são temas que ganharam espaço central no debate democrático contemporâneo. Com esse foco, teve início nesta segunda-feira (08.06), no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Direitos Humanos, Gênero, Raça e Etnia em Processo Eleitoral”. A capacitação segue até quinta-feira (11.06) e reúne magistrados(as), promotores(as) e servidores(as) da Justiça Eleitoral.

A formação aborda temas centrais do processo eleitoral a partir de uma perspectiva voltada aos direitos humanos e à promoção da equidade. O conteúdo programático está dividido em quatro módulos: Propaganda Eleitoral com enfoque em direitos humanos, gênero, raça e etnia; Registro de Candidatura com enfoque interseccional; Prestação de Contas e financiamento com foco em equidade; e Abuso de Poder (econômico, político, comunicacional e religioso) e práticas discriminatórias.

Ao dar as boas-vindas aos participantes, a presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, destacou que a inclusão, o diálogo e o acolhimento são fundamentais para o fortalecimento da democracia e para a aproximação da Justiça Eleitoral com a sociedade.

“A Justiça Eleitoral precisa conversar com todas as pessoas, acolher diferentes perspectivas e promover a participação de todos no debate público. O conhecimento e o acolhimento são fundamentais para construirmos uma democracia cada vez mais humana e inclusiva”, afirmou a presidente.

A desembargadora ressaltou ainda que a participação no processo eleitoral, seja como eleitora, candidata, servidora, advogada, promotora, juíza ou mesária, representa um importante exercício de cidadania e fortalecimento democrático. Para ela, iniciativas como o curso ampliam o conhecimento, qualificam o debate público e contribuem para uma atuação institucional cada vez mais inclusiva.

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A juíza auxiliar da Presidência do TRE-MT, Edna Ederli Coutinho, destacou a importância da temática para o fortalecimento da democracia e para a atuação institucional da Justiça Eleitoral.

Segundo ela, o debate sobre inclusão e representatividade deixou de ocupar um espaço periférico e passou a integrar o centro das discussões sobre aperfeiçoamento democrático. “A ampliação da participação de mulheres, pessoas negras, indígenas e outros grupos historicamente minorizados não é apenas uma pauta social, mas uma exigência constitucional e um compromisso institucional. Mais do que uma oportunidade de atualização técnica, este curso nos convida a refletir sobre o papel da Justiça Eleitoral na construção de uma democracia efetivamente inclusiva, plural e representativa”, afirmou.

O diretor da Escola Judiciária Eleitoral de Mato Grosso (EJE-MT), juiz-membro substituto Welder Queiroz dos Santos, ressaltou que a promoção da inclusão e da diversidade está alinhada às diretrizes nacionais da Justiça Eleitoral.

“A primeira grande bandeira institucional do Tribunal Superior Eleitoral foi justamente a inclusão de mulheres, pessoas negras e indígenas na participação política. Trata-se de um tema fundamental para o fortalecimento do ambiente democrático e para a construção de uma sociedade mais representativa”, destacou.

Ao dar início às atividades, o palestrante Elder Maia Goltzman explicou que a proposta do curso é promover um diálogo entre o Direito Eleitoral e os Direitos Humanos, permitindo uma nova leitura dos principais institutos eleitorais.

“A ideia é analisar temas como propaganda eleitoral, abuso de poder, prestação de contas e registro de candidatura sob a perspectiva dos direitos humanos. Muitas das questões enfrentadas pela Justiça Eleitoral envolvem dilemas relacionados à inclusão, igualdade e proteção de direitos fundamentais. Por isso, queremos construir um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências”, afirmou.

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Especialistas de referência nacional

O curso é ministrado por dois especialistas com ampla atuação acadêmica e profissional na área.

Elder Maia Goltzman é analista judiciário do TRE-SP, mestre em Direito e Instituições do Sistema de Justiça pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), doutorando em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e especialista em Direito Administrativo. Atua em pesquisas relacionadas à liberdade de expressão, direitos humanos, população LGBTQIAPN+, desinformação e direito digital, além de ser professor em cursos de pós-graduação e autor de obras na área eleitoral.

A programação também contará com a participação de Sabrina de Paula Braga, responsável por ministrar módulos do curso ao longo da semana. Analista judiciária do TRE-MG, é mestra e doutoranda em Direito Político pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), coordenadora do eixo “Participação de Grupos Minorizados” da Capacitação Nacional das Escolas Judiciárias Eleitorais e integrante da Comissão de Promoção da Igualdade Racial da Justiça Eleitoral.

Jornalista: Andréa Martins Oliveira

#PratodosVerem – Participante acompanha, por meio de um notebook, o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Gênero, Raça e Etnia no Processo Eleitoral”, promovido pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). Na tela, aparecem autoridades e participantes da capacitação em videoconferência, enquanto o palestrante apresenta conteúdo relacionado aos direitos humanos e ao processo eleitoral.

Fonte: TRE – MT

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