Saúde

Rio inicia campanha contra poliomielite para crianças de 1 a 4 anos

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A Secretaria Municipal de Saúde do Rio inicia nesta segunda-feira (27) a campanha de vacinação contra a poliomielite para crianças de um a quatro anos que estejam em dia com o esquema básico, conforme orientação do Ministério da Saúde. Ao utilizar a vacina oral contra a paralisia infantil, a finalidade é reduzir o risco da reintrodução dessa doença no país e aumentar a cobertura vacinal.

A meta é vacinar 236 mil crianças, o que corresponde a 95% da população alvo de 248 mil indivíduos. A vacina está disponível em todas as 238 clínicas da família e centros municipais de saúde espalhados por toda a cidade, além do Super Centro Carioca de Vacinação, em Botafogo, na zona sul, que funciona todos os dias, das 8h às 22h; e do Super Centro Carioca de Vacinação, unidade instalada no Park Shopping Campo Grande, que também abre todos os dias, de acordo com o horário de funcionamento do centro comercial.

Comprovante de vacinação

A campanha de vacinação contra a poliomielite vai até o dia 14 de junho. Ao se dirigir aos postos com a criança, os responsáveis devem levar a caderneta ou comprovante de vacinação para avaliação da situação vacinal, mesmo em casos de apresentação das imunizações de rotina em dia. Apenas pacientes imunodeprimidos, dentro da faixa etária determinada, e menores de um ano de idade não estão indicados para vacina oral contra poliomielite, mas poderão ter indicação para a aplicação da vacina inativada contra a doença.  

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Erradicada no Brasil desde 1994, a poliomielite ainda ocorre em locais como Paquistão e Afeganistão. Caracterizada por um quadro de paralisia decorrente do poliovírus selvagem tipo 1, 2 ou 3, a doença acomete os membros inferiores e, para garantir a proteção das crianças, a imunização é a forma mais eficaz de prevenção.

Fonte: EBC SAÚDE

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Saúde

Ministério da Saúde e hospitais parceiros planejam novo ciclo do Proadi-SUS

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Gestores e técnicos do Ministério da Saúde estão participando, ao longo do mês de agosto, do processo de planejamento do 7º triênio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS). O objetivo é construir novas estratégias para projetos de capacitação de recursos humanos, pesquisa, inserção de tecnologias, assistência especializada, entre outras iniciativas que podem fortalecer a eficiência do SUS e atender às necessidades de saúde da população.

Para o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Adriano Massuda, o novo ciclo do PROADI-SUS busca dar mais clareza aos resultados esperados e aos impactos dos projetos na saúde pública. “Queremos que os projetos sejam elaborados com cada vez mais assertividade sobre o impacto que devem gerar no SUS. Estratégias bem definidas tornam possível acompanhar e mensurar, de forma mais precisa, os benefícios gerados para o sistema de saúde e para a população”, afirmou.

O PROADI-SUS é uma parceria entre o Ministério da Saúde e hospitais de referência no Brasil, como Sírio-Libanês, Einstein, HCor, Beneficência Portuguesa e Moinhos de Vento. A iniciativa permite levar ao SUS conhecimentos, tecnologias e soluções desenvolvidos por essas instituições, que são referência em gestão e inovação. O planejamento é feito para ciclos de três anos e, ao fim de cada período, as ações são revisadas e atualizadas pelo Ministério da Saúde e pelos hospitais parceiros, conforme as necessidades e prioridades do SUS.

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Para o novo ciclo do PROADI-SUS (2027-2029), a carteira de projetos está sendo construída a partir dos problemas prioritários identificados pelas Secretarias do Ministério da Saúde, com foco na formulação de projetos mais estruturantes, integrados e orientados ao fortalecimento institucional do SUS. As oficinas contribuíram para definir, desde a etapa de planejamento, quais mudanças, resultados e impactos se espera alcançar.

Impacto direto em diversas áreas do SUS

Equipes do Departamento de Economia e Investimento em Saúde (DSID/SE/MS) participaram da primeira rodada das oficinas e, entre outras propostas, apresentaram novos mecanismos de compras que podem otimizar a atuação do Comitê de Negociação de Preços do Ministério da Saúde. A estratégia busca tornar as compras públicas mais estratégicas, melhorar as condições de negociação com fornecedores, ampliar a capacidade de planejamento das aquisições e garantir que os produtos e equipamentos adquiridos atendam de forma mais adequada às necessidades do SUS.

Já as equipes da Atenção Especializada à Saúde (SAES/MS), que participaram da segunda rodada das oficinas, trabalharam, entre outros projetos, na otimização dos serviços de urgência e emergência nos hospitais. As propostas incluem o aprimoramento da capacitação das equipes, com foco na ampliação da adesão aos protocolos de segurança.

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Outro desafio para o qual foram elaboradas propostas de mudança é a gestão dos serviços de oncologia pediátrica. Por meio de inovações nos processos, é possível fortalecer mecanismos capazes de contribuir para a redução do tempo entre a primeira suspeita, a avaliação especializada e a confirmação diagnóstica, além de promover mais agilidade no início do tratamento.

 Próximas etapas

Após a conclusão das oficinas, os gestores e técnicos participarão de mentorias e atividades complementares. O processo culminará na consolidação do portfólio de projetos do Programa. A partir dessa definição, as secretarias e áreas técnicas poderão elaborar demandas mais claras e estratégicas aos hospitais de excelência, alinhadas às necessidades e prioridades do SUS.

Jaciara França
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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