Saúde

Pela primeira vez, Pesquisa Nacional de Saúde realiza exames de sangue e urina

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Já está em campo a terceira edição da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada em parceria pelo Ministério da Saúde e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Considerado o maior levantamento sobre as condições de saúde da população brasileira, o estudo traz, de forma inédita nesta edição, a coleta de amostras de sangue e urina de parte dos participantes, ampliando a capacidade de identificar fatores de risco, monitorar doenças e subsidiar políticas públicas de saúde.  

A participação na PNS é totalmente gratuita, voluntária e segura. A pesquisa é realizada em duas etapas: primeiro, entrevistadores do IBGE visitam os domicílios selecionados para aplicação do questionário. Em seguida, parte dos participantes será convidada a realizar a coleta de sangue e urina, que ocorrerá em uma nova visita previamente agendada. Poderão ser entrevistados os moradores com idade a partir de 15 anos e a coleta dos exames de sangue e urina somente para pessoas com 35 anos ou mais. Estima-se que aproximadamente 140 mil domicílios em todas as regiões do Brasil sejam visitados pelas equipes.

Novos Exames

Além do questionário, que aborda temas relacionados à saúde e as condições de vida da população, incluindo características do domicílio, educação, renda, utilização de serviços de saúde e hábitos de vida, a segunda fase da PNS inclui a coleta dos biomarcadores (exames de sangue e urina).

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Esta etapa será realizada somente com moradores de capitais e regiões metropolitanas. A coleta é realizada na casa do participante pelo profissional do laboratório parceiro, devidamente identificado, acompanhado do entrevistador do IBGE. Esta visita é previamente agendada após a entrevista e o participante receberá um material impresso com todas as orientações para o dia da coleta e para acessar o resultado dos exames.

Todos os materiais utilizados durante a coleta, como agulhas, seringas, luvas e demais insumos, são descartáveis e de uso único. Após a realização dos exames, todo o material biológico e os insumos utilizados serão descartados de forma segura, em conformidade com as normas sanitárias e ambientais vigentes, garantindo a segurança dos participantes, dos profissionais envolvidos e o respeito aos princípios éticos da pesquisa.

As informações prestadas durante a pesquisa ao IBGE são confidenciais e o sigilo é garantido por lei.

Atenção: saiba como identificar os pesquisadores

Os entrevistadores do IBGE utilizam colete e crachá com foto e matrícula funcional, além de dispositivos eletrônicos para registro das entrevistas.

Nos domicílios selecionados para a coleta de biomarcadores a visita será realizada por um profissional de saúde, devidamente identificado e acompanhado do entrevistador do IBGE. Após a entrevista, o participante receberá um material impresso com todas as orientações para o dia da coleta e para acessar o resultado dos exames.

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Aqueles que receberem um pesquisador em seu domicílio, podem conferir a identidade dos servidores e obter mais informações sobre a pesquisa ligando gratuitamente para o telefone 0800 721 8181 (Segunda a sábado, das 8h às 21h30 no horário de Brasília) ou acessando o site Respondendo o IBGE (IBGE | Respondendo ao IBGE ). Também é possível receber informações e tirar dúvidas junto à Ouvidoria-Geral do SUS (OuvSUS) pelo telefone 136.

Histórico

Considerada a pesquisa de saúde mais abrangente do Brasil, a PNS completa 13 anos em 2026. Seus resultados permitem identificar desigualdades em saúde, acompanhar mudanças no perfil epidemiológico da população ao longo do tempo e produzir evidências que orientam o planejamento, a implementação e a avaliação da saúde no Brasil. A inclusão dos exames laboratoriais nesta edição amplia significativamente o potencial da pesquisa.

Guilherme Costa
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Saúde

Rondônia recebe mais de 1,8 mil tubetes de insulina glargina para aplicação pelo SUS

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O Ministério da Saúde está realizando a transição gradual da insulina NPH para a insulina glargina no Sistema Único de Saúde (SUS). O público-alvo são pacientes de 2 a 18 anos incompletos com diabetes tipo 1 e pessoas com 70 anos ou mais com diabetes tipo 1 ou 2. A pasta já encaminhou, até esta terça-feira (21), cerca de 383 mil tubetes de insulina glargina para todo o Brasil. Rondônia recebeu um total de 1.848 tubetes do medicamento, além de 505 canetas reutilizáveis para aplicação.

A insulina glargina é um medicamento mais moderno, de ação prolongada, que, na maioria dos casos, permite apenas uma aplicação diária, enquanto outros esquemas terapêuticos podem exigir até três aplicações no mesmo período. O acesso será feito após avaliação clínica e prescrição médica, sendo o medicamento ofertado nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de todo o país.

O tratamento com esse fármaco contribui para um controle mais estável da glicemia, reduz o risco de episódios de hipoglicemia e favorece a adesão e a continuidade do tratamento, proporcionando mais segurança e qualidade de vida aos pacientes.

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Distribuição do medicamento aos estados

A previsão é que todos os estados recebam os insumos até o final do mês. A iniciativa de transição é decorrente de uma Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), que viabiliza a produção nacional do medicamento e estoques mais seguros para o SUS.

Como acessar o medicamento

Para ter acesso ao medicamento, o cidadão deve procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima de sua residência com a receita médica devidamente emitida e carimbada. Pais, responsáveis ou cuidadores do público elegível também podem solicitar a substituição da insulina NPH pela glargina na unidade de saúde. O paciente e sua família serão acolhidos por uma equipe multiprofissional, que avaliará o quadro clínico e a possibilidade de transição do tratamento.

Além disso, receberão orientações sobre o uso correto da insulina, a técnica de aplicação e o armazenamento adequado do medicamento. Junto ao medicamento, será entregue uma caneta reutilizável para aplicação, com validade de três anos, além das agulhas necessárias para a administração correta.

A transição para o novo tratamento está sendo realizada de forma gradual na atenção primária à saúde em todo o país, garantindo a segurança assistencial.

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Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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