Saúde

Ministério da Saúde destina 8,6 milhões para complexo hospitalar da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, assinou, nesta terça-feira (7), durante aula magna na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), um investimento de R$ 8,6 milhões para o complexo hospitalar da instituição. O recurso está vinculado ao programa Agora Tem Especialistas e à adesão de cinco institutos da universidade ao Programa Nacional de Qualificação e Ampliação dos Serviços Prestados por Hospitais Universitários Federais integrantes do Sistema Único de Saúde (PRHOSUS).

A portaria, que entra em vigor na quinta-feira (8), permite fortalecer a assistência especializada, qualificar a oferta de atendimentos de média e alta complexidade no SUS e aprimorar os processos de gestão dos serviços prestados pelas unidades contempladas: Instituto de Atenção à Saúde São Francisco de Assis (HESFA); Instituto de Neurologia Deolindo Couto (INDC); Instituto de Psiquiatria (IPUB); Instituto de Ginecologia (IG); e Instituto de Doenças do Tórax (IDT).

O investimento na UFRJ integra um conjunto de ações do Governo do Brasil para ampliar os atendimentos do SUS em todo o país. “Neste ano, o Ministério da Saúde destina 90% a mais de recursos aos hospitais universitários federais, em comparação com 2022, evidenciando o compromisso do presidente Lula com a universidade pública e com a rede hospitalar”, declarou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

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Saiba mais sobre o PRHOSUS

Além dos recursos destinados à UFRJ, o PRHOSUS assegura R$ 1,4 bilhão para 45 hospitais universitários da Ebserh. Dentre as unidades, está o Hospital Universitário da Universidade Federal de São Carlos (HU-UFSCar). Em visita à unidade em março deste ano, Padilha anunciou 25,6 milhões para a instituição.

O programa, implementado em 2023, visa garantir atendimentos de média e alta complexidade com mais qualidade, eficiência e segurança. Para isso, atua no aperfeiçoamento da infraestrutura, na expansão do número de leitos, na aquisição de equipamentos e na contratação de profissionais.

Com a implementação do PRHOSUS e do Agora Tem Especialistas na atual gestão, o investimento total de 2025 para hospitais federais atingiu R$ 4,4 bilhões, enquanto em 2022 o valor repassado às unidades foi de R$ 2,2 bilhões. Isso significa que o Governo do Brasil aumentou em 100% os recursos para as unidades, o que garante mais atendimentos especializados para a população.

Alessandra Galvão
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Saúde

Estudantes participam de imersão federal em gestão do SUS no Ministério da Saúde

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O Ministério da Saúde recebe em Brasília (DF), até sexta-feira (17), estudantes da Fundação Getúlio Vargas (FGV) de São Paulo para uma imersão federal sobre o funcionamento da gestão do Estado brasileiro. A atividade, que teve início na segunda-feira (13), tem como objetivo proporcionar que os estudantes entendam o ciclo das políticas públicas, desde a sua criação e implementação até a análise de resultados e desafios práticos.

A metodologia da atividade prevê perguntas problematizadoras para que os alunos possam propor soluções para os principais desafios enfrentados pela saúde pública no país na atualidade. Serão trabalhados temas como financiamento e governança do SUS, além de compras governamentais e judicialização em saúde.

O secretário-executivo da pasta, Adriano Massuda, deu as boas-vindas aos alunos e fez uma contextualização da gestão federal do SUS. Apontou os principais avanços alcançados na gestão vigente, como a retomada de políticas e programas estratégicos, em especial, a ampliação do acesso à atenção especializada, com o programa Agora Tem Especialistas, como também pontuou os principais desafios atuais. 

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“Avançamos em muitas frentes, mas alguns desafios ainda persistem. Assim, contamos com o apoio dos futuros administradores públicos, desde já, a construir soluções tecnológicas e inovadoras para tornar o SUS cada vez mais universal, integral e com equidade”, defendeu.

A iniciativa integra uma disciplina do curso de Administração Pública da FGV e tem como dinâmica divisão em grupos e alocação dos estudantes em diferentes órgãos públicos federais, como ministérios ou agências reguladoras. Neste semestre, a turma está dividida entre o Ministério da Educação (MEC), o Ministério da Saúde (MS) e o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

“Para além de adquirir conhecimento técnico, a imersão é importante para que os alunos observem o cotidiano do gestor público federal e, assim, possam compreender as complexidades do dia a dia da administração pública”, relatou André Guzzi, vice-coordenador do curso de graduação em Administração Pública da FGV.

Antes da viagem para Brasília, o grupo responsável pela temática da saúde pesquisou sobre a atuação do Ministério da Saúde na gestão federal do SUS. Ao final da semana de imersão, os estudantes apresentarão os aprendizados em uma banca avaliadora, incluindo professores da FGV e membros do ministério.

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Além da imersão federal, o curso de Administração Pública da FGV conta ainda com outras etapas práticas para formar uma visão completa da gestão, desde etapas imersivas em níveis da gestão municipal e estadual, até uma conexão internacional com países do hemisfério sul. 

Tatiany Volker Boldrini
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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