Saúde

Ministério da Saúde credencia 1,1 mil novas equipes na atenção primária do SUS

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Para reforçar a porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS), o Ministério da Saúde credenciou 1.133 novas equipes na atenção primária. A medida contempla 735 municípios dos 26 estados e do Distrito Federal que haviam solicitado a expansão dos serviços, o que representa R$ 106,47 milhões em novos recursos para este ano. Em 2026, o impacto financeiro no orçamento da pasta será de R$ 270,36 milhões.

“Este segundo grande credenciamento de 2025 reforça nosso compromisso de levar a saúde a territórios e populações que mais precisam”, destaca a secretária de Atenção Primária à Saúde, Ana Luiza Caldas. “A medida ainda fortalece o cuidado integral e estratégias importantes do SUS que ampliam o atendimento para pessoas em situação de rua, privadas de liberdade e populações ribeirinhas, reduzindo desigualdades no território nacional”, explica.

O credenciamento inclui equipes multiprofissionais na APS (eMulti), de Saúde da Família Ribeirinha, de Consultório na Rua, além das tradicionais equipes de Saúde da Família e equipes de Saúde Bucal, que vão atuar em estabelecimentos como as Unidades Básicas de Saúde (UBS). As regiões mais contempladas foram o Nordeste (377 credenciamentos) e o Sudeste (341), seguidas por Sul (202), Norte (123) e Centro-Oeste (90).

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Para receber os recursos financeiros, os entes federados contemplados precisam cadastrar, até setembro, as novas equipes no Sistema Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES) e alimentar com atividades os sistemas oficiais do Ministério da Saúde.

As portarias, prazos e demais informações sobre credenciamentos na atenção primária podem ser acompanhadas no Painel Gerência APS.

Fonte: Ministério da Saúde

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Saúde

Ministério da Saúde debate avaliação de tecnologias em saúde para doenças ultrarraras em evento internacional

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O Ministério da Saúde participou, nos dias 16 e 17 de setembro, do II Workshop Internacional de Avaliação de Tecnologias em Saúde para Doenças Ultrarraras, no Rio de Janeiro.  Com o tema “Evidências que conectam ciência, avaliação e decisão em saúde”, o encontro reuniu especialistas nacionais e internacionais para discutir desafios metodológicos e novas perspectivas em Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS) aplicadas às doenças ultrarraras. 

A pasta foi representada pela diretora do Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde, da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE/MS), Luciene Bonan. “Nas doenças ultrarraras, os desafios para produzir e interpretar evidências são ainda maiores, e isso exige que a avaliação de tecnologias em saúde avance também do ponto de vista metodológico”, destacou a diretora. 

O evento foi promovido pelo Instituto Nacional de Cardiologia (INC) e pela Fundação Pró-Coração (Fundacor), com cooperação do Ministério, da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e da Universidade de York. 

Um dos destaques do evento foi a participação do professor Michael Drummond, referência internacional em Economia da Saúde e ATS da Universidade de York, no Reino Unido. 

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Transmitida ao vivo com tradução simultânea, a programação contou com um curso introdutório de estimativa de custos em relatórios de ATS para o Sistema Único de Saúde (SUS), painéis internacionais e mesas-redondas de temas como equidade e acessibilidade financeira. 

Também foram apresentados trabalhos do Projeto York, programa de cooperação científica e metodológica firmado a partir de um memorando de entendimento entre o Ministério da Saúde e a Universidade de York. 

Além de ampliar o intercâmbio entre os centros de pesquisa brasileiros e a universidade britânica, a parceria tem o objetivo de fortalecer a cooperação científica no desenvolvimento de pesquisas nas áreas de avaliação de tecnologias em saúde, considerando limiares de custo-efetividade alternativos, fatores de equidade e métodos para a avaliação de impacto de políticas de saúde. 

Como explicou Luciene Bonan, a iniciativa também visa otimizar o processo de incorporação de tecnologias em saúde ao SUS, discutindo parâmetros econômicos e metodologias específicas para a avaliação de evidências no contexto das doenças ultrarraras. 

“O trabalho desenvolvido em parceria com a Universidade de York contribui justamente para qualificar esse debate e oferecer ao Ministério da Saúde instrumentos mais adequados para apoiar decisões baseadas em evidências, considerando as particularidades dessas tecnologias e o contexto do SUS” pontuou. 

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As pesquisas deverão subsidiar a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) durante as etapas de deliberação dos medicamentos e procedimentos que serão oferecidos pela rede pública de saúde. 

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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