Saúde

Governo começa a reestruturar saúde digital no Rio Grande do Sul

Publicado em

A secretária de Informação e Saúde Digital, Ana Estela Haddad, disse que o governo federal está começando a estruturar a saúde digital no Rio Grande do Sul no pós-enchente após os danos nos espaços de saúde nas áreas alagadas, com a perda de serviços, rede de internet e equipamentos.

“Estamos levando 1.500 equipamentos para substituir. Nós conversamos com o Núcleo de Telessaúde da UFRGS [Universidade Federal do Rio Grande do Sul] que já é ativo, mas vamos ampliar o apoio para que eles possam fazer mais ações”, disse.

A secretária informou que os 24 núcleos de Telessaúde de todo país também darão suporte em articulação com o núcleo do Rio Grande do Sul para oferecer as teleconsultas, telediagnósticos e o que for possível. “A Força Nacional está lá para fazer os atendimentos. Uma área que vai precisar no médio prazo e pode ser continuada pelo teleatendimento é a saúde mental”, disse.

Tecnologia

Em evento na Feira Hospitalar 2024, a secretária explicou que a saúde digital engloba todas as tecnologias digitais emergentes utilizadas no processo assistencial, de vigilância de pesquisa, do complexo econômico industrial da saúde, mas por processo de atenção e cuidado de maneira abrangente. 

Leia Também:  Sífilis congênita matou mais de 2,4 mil bebês em sete anos

“A população é a razão de ser no caso da transformação digital do SUS [Sistema Único de Saúde]. O esforço que estamos fazendo é para que ela [população] seja um usuário orientado. Então é pensar a jornada de um usuário do sistema de saúde e como a gente pode desenhar o cuidado integral e continuado com o apoio do digital”.

Como exemplo citou o aplicativo Meu SUS Digital, que está caminhando para ser o prontuário do paciente na palma da mão, para que ele possa ter acesso a todos os documentos de saúde, como o certificado de vacinação, agendamentos, exames, posição na fila de transplante, medicamentos prescritos e retirados, entre outras informações. 

“Isso exige um ponto de vista do desenho do processo de atenção, mas também do ponto de vista da arquitetura da saúde pública, uma transformação de fato para que possamos alcançar isso”, explicou Ana Stela.

Fonte: EBC SAÚDE

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Saúde

Estudantes participam de imersão federal em gestão do SUS no Ministério da Saúde

Published

on

O Ministério da Saúde recebe em Brasília (DF), até sexta-feira (17), estudantes da Fundação Getúlio Vargas (FGV) de São Paulo para uma imersão federal sobre o funcionamento da gestão do Estado brasileiro. A atividade, que teve início na segunda-feira (13), tem como objetivo proporcionar que os estudantes entendam o ciclo das políticas públicas, desde a sua criação e implementação até a análise de resultados e desafios práticos.

A metodologia da atividade prevê perguntas problematizadoras para que os alunos possam propor soluções para os principais desafios enfrentados pela saúde pública no país na atualidade. Serão trabalhados temas como financiamento e governança do SUS, além de compras governamentais e judicialização em saúde.

O secretário-executivo da pasta, Adriano Massuda, deu as boas-vindas aos alunos e fez uma contextualização da gestão federal do SUS. Apontou os principais avanços alcançados na gestão vigente, como a retomada de políticas e programas estratégicos, em especial, a ampliação do acesso à atenção especializada, com o programa Agora Tem Especialistas, como também pontuou os principais desafios atuais. 

Leia Também:  Governo vai comprar leite em pó para estimular setor em dificuldade

“Avançamos em muitas frentes, mas alguns desafios ainda persistem. Assim, contamos com o apoio dos futuros administradores públicos, desde já, a construir soluções tecnológicas e inovadoras para tornar o SUS cada vez mais universal, integral e com equidade”, defendeu.

A iniciativa integra uma disciplina do curso de Administração Pública da FGV e tem como dinâmica divisão em grupos e alocação dos estudantes em diferentes órgãos públicos federais, como ministérios ou agências reguladoras. Neste semestre, a turma está dividida entre o Ministério da Educação (MEC), o Ministério da Saúde (MS) e o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

“Para além de adquirir conhecimento técnico, a imersão é importante para que os alunos observem o cotidiano do gestor público federal e, assim, possam compreender as complexidades do dia a dia da administração pública”, relatou André Guzzi, vice-coordenador do curso de graduação em Administração Pública da FGV.

Antes da viagem para Brasília, o grupo responsável pela temática da saúde pesquisou sobre a atuação do Ministério da Saúde na gestão federal do SUS. Ao final da semana de imersão, os estudantes apresentarão os aprendizados em uma banca avaliadora, incluindo professores da FGV e membros do ministério.

Leia Também:  Fluxo de turistas aumenta em complexo com nove cachoeiras após Governo asfaltar MT-471

Além da imersão federal, o curso de Administração Pública da FGV conta ainda com outras etapas práticas para formar uma visão completa da gestão, desde etapas imersivas em níveis da gestão municipal e estadual, até uma conexão internacional com países do hemisfério sul. 

Tatiany Volker Boldrini
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA