Saúde

Governo começa a reestruturar saúde digital no Rio Grande do Sul

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A secretária de Informação e Saúde Digital, Ana Estela Haddad, disse que o governo federal está começando a estruturar a saúde digital no Rio Grande do Sul no pós-enchente após os danos nos espaços de saúde nas áreas alagadas, com a perda de serviços, rede de internet e equipamentos.

“Estamos levando 1.500 equipamentos para substituir. Nós conversamos com o Núcleo de Telessaúde da UFRGS [Universidade Federal do Rio Grande do Sul] que já é ativo, mas vamos ampliar o apoio para que eles possam fazer mais ações”, disse.

A secretária informou que os 24 núcleos de Telessaúde de todo país também darão suporte em articulação com o núcleo do Rio Grande do Sul para oferecer as teleconsultas, telediagnósticos e o que for possível. “A Força Nacional está lá para fazer os atendimentos. Uma área que vai precisar no médio prazo e pode ser continuada pelo teleatendimento é a saúde mental”, disse.

Tecnologia

Em evento na Feira Hospitalar 2024, a secretária explicou que a saúde digital engloba todas as tecnologias digitais emergentes utilizadas no processo assistencial, de vigilância de pesquisa, do complexo econômico industrial da saúde, mas por processo de atenção e cuidado de maneira abrangente. 

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“A população é a razão de ser no caso da transformação digital do SUS [Sistema Único de Saúde]. O esforço que estamos fazendo é para que ela [população] seja um usuário orientado. Então é pensar a jornada de um usuário do sistema de saúde e como a gente pode desenhar o cuidado integral e continuado com o apoio do digital”.

Como exemplo citou o aplicativo Meu SUS Digital, que está caminhando para ser o prontuário do paciente na palma da mão, para que ele possa ter acesso a todos os documentos de saúde, como o certificado de vacinação, agendamentos, exames, posição na fila de transplante, medicamentos prescritos e retirados, entre outras informações. 

“Isso exige um ponto de vista do desenho do processo de atenção, mas também do ponto de vista da arquitetura da saúde pública, uma transformação de fato para que possamos alcançar isso”, explicou Ana Stela.

Fonte: EBC SAÚDE

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Saúde

Jovens de 15 a 19 anos podem se vacinar contra o HPV até dezembro

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A vacinação contra o papilomavírus humano (HPV) para adolescentes e jovens de 15 a 19 anos foi prorrogada até 31 de dezembro. A iniciativa busca alcançar pessoas que não foram imunizadas na faixa etária recomendada ou que não possuem registro vacinal, ampliando a proteção individual e coletiva e reforçando a prevenção de doenças associadas ao vírus.

A vacinação contra o HPV é a principal forma de prevenção, complementada pelo uso de preservativos internos ou externos, que reduzem o risco de transmissão. As doses da vacina estão disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e demais pontos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS).

Quem pode se vacinar

O esquema previsto no Calendário Nacional de Vacinação é indicado para meninas e meninos de 9 a 14 anos. Na estratégia de resgate, adolescentes e jovens de 15 a 19 anos poderão se vacinar até 31 de dezembro. A medida reforça a importância de garantir a imunização daqueles que não receberam o imunizante no período recomendado.

A vacina também está disponível para grupos específicos, como pessoas vivendo com HIV, transplantados, pacientes oncológicos, usuários de PrEP e pessoas com papilomatose respiratória recorrente, conforme as recomendações técnicas vigentes.

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A situação vacinal pode ser consultada pelo aplicativo Meu SUS Digital.

Sobre o HPV

O papilomavírus humano (HPV) é uma infecção sexualmente transmissível que afeta pele e mucosas e está entre as mais comuns no mundo. Há mais de 200 tipos do vírus: alguns provocam verrugas anogenitais, enquanto outros estão associados a diferentes tipos de câncer, como os de colo do útero, ânus, pênis, boca e garganta.

A infecção por HPV requer avaliação de um profissional de saúde para definição da melhor conduta, garantindo segurança e eficácia no cuidado. O tratamento também é ofertado pelo SUS.

Amanda Milan
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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