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Dia D contra a dengue no Rio tem campanha educativa e vacinação

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O Dia D de mobilização contra a dengue no Rio de Janeiro teve atividades educativas de combate ao Aedes aegypti e busca ativa para vacinação, uma vez que apenas 26% do público-alvo foi imunizado. Na capital fluminense, houve ações em mais de 60 bairros em todas as regiões da cidade. O conjunto de mobilizações faz parte da campanha nacional orientada pelo Ministério da Saúde no cenário em que o país ultrapassou a marca de 1 milhão de casos, com 258 mortes.

As ações da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) reuniram inspeções de vigilância ambiental em áreas públicas e particulares e distribuição de material informativo sobre a doença e o mosquito transmissor em áreas com grande fluxo de pessoas.

“É fundamental evitar o nascimento do mosquito vetor”, diz o superintendente de Vigilância em Saúde, Gislani Mateus.

Entre os destaques da programação estão o RAP da Saúde (Rede de Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde), que apresentou esquetes teatrais nos locais das ações.

Foram realizados dez mutirões de conscientização sobre a importância de se combater o mosquito transmissor e busca ativa para vacinação. De acordo com a SMS, apenas 26% do público-alvo (crianças de 10 e 11 anos) havia sido vacinado na primeira semana da campanha de imunização.

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Na Largo do Machado, zona sul do Rio, o pai Leonardo Santos aproveitou para vacinar o filho, Davi Santos, de 11 anos. Leonardo acredita que a ação é um facilitador para muitos responsáveis que trabalham durante a semana e não conseguem levar os filhos para postos de imunização. “Sabemos que estamos na epidemia de dengue, então temos que levar nossas crianças para se vacinar.”

Na capital, a vacina contra a dengue está disponível em todas as 238 unidades de Atenção Primária, além do Super Centro Carioca de Vacinação, em Botafogo (zona sul), que funciona todos os dias, das 8h às 22h; e o Super Centro Carioca de Vacinação, unidade Campo Grande (zona oeste), localizado no ParkShopping Campo Grande, que também fica aberto de domingo a domingo.

A Secretaria Estadual de Saúde também promoveu ações de conscientização. Uma tenda foi montada na Lagoa Rodrigo de Freitas, região de apelo turístico, para fornecer orientação. Uma das formas de mostrar a importância de se combater o Aedes aegypti foi observar o inseto por meio de um microscópico. “Pude perceber as diferentes fases do mosquito e o quanto eles evoluíram conforme nós paramos de cuidar das nossas casas”, contou o morador Roberto Rezende.

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O estado registrava até 1º de março 84.861 casos notificados prováveis da doença e 14 mortes, o que levou o governo a decretar epidemia no Rio. Em todo o ano de 2023, foram 51.428 casos e 36 mortes confirmadas.

Cuidados

Os principais sintomas da dengue são febre alta, dor de cabeça, atrás dos olhos, no corpo e nas articulações, prostração, mal-estar e manchas vermelhas pelo corpo.

Para evitar a proliferação do mosquito transmissor é importante evitar a formação de criadouros, como manter caixa d’água bem vedada, colocar areia em vasos de plantas, não permitir que garrafas velhas e pneus acumulem água da chuva e limpar bem calhas de casas.

A proteção individual pode ser feita com a aplicação de repelentes, uso de calças e camisas com mangas compridas, e manter telas de proteção em janelas e portas.

Os principais sintomas da dengue. Foto: Arte/EBC Os principais sintomas da dengue. Foto: Arte/EBC

Fonte: EBC SAÚDE

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Ministro da Saúde visita Instituto CEMA, referência em oftalmologia e otorrinolaringologia em São Paulo

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, visitou, neste sábado (18), o Instituto CEMA, em São Paulo (SP), unidade de atendimento ambulatorial que atende exclusivamente pacientes encaminhados pela rede pública de saúde. Localizado no bairro da Mooca, a instituição é referência nas áreas de oftalmologia e otorrinolaringologia. Anualmente, são realizadas cerca de 500 mil consultas, exames e cirurgias ambulatoriais no local.

Durante a agenda, Padilha conheceu o ambulatório de otorrinolaringologia, que realiza cirurgias como adenoide (na cavidade nasal) e amígdalas (na garganta). São aproximadamente 400 procedimentos por mês. Além disso, há novos equipamentos incorporados ao ambulatório, como aparelhos para diagnóstico de distúrbios respiratórios do sono. O instituto é o único da capital paulista a oferecer, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), exame de polissonografia com tecnologia inovadora para diagnóstico de apneia e ronco, com oferta de 600 exames mensais.

O serviço também fornece, de forma gratuita pelo SUS, aparelhos auditivos a 160 pacientes por mês, encaminhados para a instituição por meio da regulação.

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Assistência em oftalmologia

Na área de oftalmologia, o ambulatório conta com equipamentos para tomografia de coerência óptica, retinografia e avaliação de campo visual, que ampliam a capacidade diagnóstica e conferem mais agilidade ao atendimento dos pacientes. A unidade também realiza exames para o diagnóstico e acompanhamento de doenças da retina e do glaucoma, fortalecendo a assistência a pessoas com condições que podem comprometer a visão.

No centro cirúrgico oftalmológico, onde são realizadas aproximadamente 500 cirurgias de catarata por mês, o ministro da Saúde conheceu um equipamento utilizado na realização de pequenas cirurgias, como retirada de pterígio e pequenos tumores.

Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, serviços especializados como o do CEMA ampliam o acesso da população aos cuidados oftalmológicos pelo Sistema Único de Saúde. “Nós estamos observando o impacto da lei do Agora tem Especialistas na ampliação da realização de cirurgias de catarata e de exames especializados no SUS”, afirmou.

O instituto CEMA dispõe de equipamentos modernos, como vitreófago com facoemulsificador e um biômetro de coerência óptica, equipamentos utilizados em cirurgias e exames. Uma nova etapa de entregas está prevista para o próximo mês, com o envio de um fotocoagulador a laser para oftalmologia e um microscópio cirúrgico oftalmológico.

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Camila Marques
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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