Saúde

Curso voltado à promoção da saúde mental nas residências em saúde tem inscrições prorrogadas até 31 de janeiro

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O Ministério da Saúde prorrogou até 31 de janeiro as inscrições para o curso de aperfeiçoamento em estratégias para a promoção da saúde mental nas residências em saúde. A iniciativa é realizada pela Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES/MS), em parceria com o Hospital Sírio-Libanês, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).

O curso tem como objetivo qualificar profissionais que atuam diretamente na formação em saúde, fortalecendo estratégias institucionais de promoção da saúde mental nos programas de residência médica e de residência em área profissional da saúde, tanto uniprofissionais quanto multiprofissionais.

A proposta incentiva a criação de ambientes formativos mais saudáveis, com atenção à prevenção do sofrimento psíquico e ao enfrentamento de situações de sobrecarga e adoecimento. Além disso, contribui para a consolidação de práticas pedagógicas que valorizam o cuidado integral e a sustentabilidade do processo formativo.

Quem pode participar

· preceptores(as);

· tutores(as);

· coordenadores(as) de programas de residência médica e de residência em área profissional da saúde;

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· profissionais de apoio psicológico e psicopedagógico vinculados às instituições ofertantes de programas de residência.

Ao todo, serão ofertadas 160 vagas distribuídas entre as regiões centro-oeste e sul – 80 vagas por região. Cada órgão ou instituição poderá indicar até cinco profissionais para participar do curso, conforme critérios estabelecidos em edital.

Formação e cuidado com quem forma

A iniciativa reconhece a saúde mental como eixo fundamental da formação em saúde e busca qualificar ambientes formativos, fortalecer a preceptoria e contribuir para a permanência e o bem-estar de residentes e equipes no SUS.

Ao investir na formação de quem acompanha e orienta residentes, o Ministério da Saúde reforça o compromisso com a qualidade da formação, com práticas pedagógicas mais cuidadosas e com a sustentabilidade dos programas de residência em saúde.

Sobre as inscrições

As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelas instituições ofertantes de programas de residência, até 31 de janeiro de 2026, às 23h59 (horário de Brasília), por meio dos formulários eletrônicos correspondentes a cada região:

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Os editais completos estão disponíveis para consulta 

Priscilla Leonel
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Saúde

Agentes indígenas de saneamento recebem qualificação para uso de plataforma de vigilância ambiental

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Agentes Indígenas de Saneamento (Aisan) e outros profissionais que atuam na saúde ambiental indígena participam, nesta semana, da primeira qualificação presencial para o uso da Plataforma de Vigilância Ambiental e Saúde Indígena (Vigiambsi). O novo sistema do Ministério da Saúde reúne informações sobre saneamento, qualidade da água, resíduos sólidos e outros fatores ambientais relacionados à saúde nos territórios indígenas.

A qualificação acontece durante o 2º Encontro Regional de Saúde Ambiental Indígena (2º ERSAI), realizado entre os dias 10 e 14 de agosto, em Porto Velho. A iniciativa é da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), em parceria com o Einstein Hospital Israelita, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).

Participam do treinamento profissionais dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (Dsei) que trabalham na área de saúde ambiental, incluindo integrantes do Serviço de Edificações e Saneamento Ambiental Indígena (Sesani), Agentes Indígenas de Saneamento e outros trabalhadores envolvidos na gestão e execução das ações de saneamento e saúde ambiental nos territórios indígenas.

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Informação para melhorar as ações nos territórios

Durante a qualificação, os participantes aprendem a registrar, monitorar, analisar e utilizar as informações disponíveis na Vigiambsi. Os dados ajudam as equipes a planejar e fortalecer as ações de saúde ambiental realizadas nos territórios indígenas.

A programação também abre espaço para a troca de experiências entre profissionais de diferentes regiões. A proposta é compartilhar práticas, desafios encontrados no dia a dia e soluções adotadas pelas equipes nos territórios onde atuam.

Ao todo, são cinco encontros presenciais, organizados por regiões do país, com média de 40 participantes em cada edição.

Depois de Porto Velho, as próximas capacitações acontecem em:

  • 17 a 21 de agosto – Campo Grande (MS);
  • 31 de agosto a 4 de setembro – Manaus (AM);
  • 14 a 18 de setembro – Salvador (BA);
  • 21 a 25 de setembro – Belém (PA).

Sobre a Vigiambsi

A Plataforma de Vigilância Ambiental e Saúde Indígena (Vigiambsi) é uma ferramenta digital desenvolvida para reunir e armazenar dados de vigilância ambiental dos territórios indígenas, como informações sobre monitoramento da água, saneamento e resíduos sólidos.

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A plataforma permite integrar essas informações a dados de saúde dos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (Dsei), contribuindo para que as equipes tenham uma visão mais ampla das condições ambientais e possam utilizar os dados no planejamento de suas ações.

O projeto também prevê a formação de profissionais multiplicadores e a orientação das Equipes Multidisciplinares de Saúde Indígena (EMSI) para a coleta e a análise dessas informações.

Leidiane Souza
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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