Saúde

Ainda é possível se inscrever no processo seletivo do INTO

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Ainda é possível se inscrever no processo seletivo do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO), unidade de referência nacional em ortopedia e traumatologia, localizada no Rio de Janeiro (RJ). Das 18 áreas atuação, nove encerram as inscrições  nesta terça-feira (11). As demais já fecharam o prazo.  

No total, 785 vagas foram disponibilizadas pelo programa Agora Tem Especialistas, iniciativa do governo federal que conta com um conjunto de ações para aumentar a capacidade de atendimento do SUS, a fim de reduzir o tempo de espera por consultas, exames e cirurgias.  

Conduzida pela Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico em Saúde (Fiotec), a seleção abre oportunidades para preenchimento das vagas e para formação de cadastro reserva nas seguintes áreas:  Analista Administrativo, Assistente Administrativo, Assistente Social, Biólogo, Biomédico, Enfermeiro, Fisioterapeuta, Fonoaudiólogo, Médico, Nutricionista, Psicólogo, Técnico em Imobilização Ortopédica, Técnico em Radiologia e Imagenologia, Técnico de Enfermagem, Técnico em Farmácia, Técnico em Comunicação Social, Técnico em Laboratório e Terapeuta Ocupacional. 

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O processo seletivo será composto por três etapas: análise curricular, entrevista e pontuação final. A análise curricular terá caráter classificatório e eliminatório. Serão convocados para a entrevista os três primeiros candidatos por vaga, conforme a ordem de classificação. 

Na etapa final, os candidatos serão avaliados quanto às competências, conhecimentos técnicos e experiências relacionadas à função. O resultado será divulgado no site da Fiotec. Candidatos que alcançarem a pontuação mínima, mas não forem classificados dentro do número de vagas, formarão o cadastro de reserva. 

Novos processos seletivos 
Com o processo seletivo do INTO, o Ministério da Saúde avança na recomposição de equipes e na expansão dos serviços especializados, reafirmando o compromisso com o atendimento universal, gratuito e de qualidade para todos os brasileiros. 

Ainda neste mês, novos processos seletivos devem ser abertos para o Instituto Nacional do Câncer (INCA) e o Instituto Nacional de Cardiologia (INC).  

Carolina Militão e Luciana Lima 
Ministério da Saúde 

Fonte: Ministério da Saúde

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Saúde

Ministério da Saúde detalha processo de transição de insulina glargina para secretários municipais

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O processo de nacionalização da insulina análoga de ação prolongada, a glargina, no Sistema Único de Saúde (SUS) foi destacado pelo Ministério da Saúde(MS) nesta segunda-feira (13/7), durante o 39º Congresso Nacional do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), na capital gaúcha. O tema foi apresentado no seminário que abordou estratégias para organizar fluxos assistenciais, logística, dispensação e acompanhamento clínico a partir da perspectiva da regionalização da saúde pública.

Inicialmente, a nacionalização da glargina atenderá crianças e adolescentes de 2 a menores de 18 anos com diabetes tipo 1 e pessoas com 70 anos ou mais com os tipos 1 e 2, explicou a secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde do (MS), Fernanda De Negri. “A gente começou separando por faixa etária justamente para poder fazer essa migração gradual. À medida que todos esses pacientes tiverem acesso à glargina, a gente ampliará o público-alvo”, informou.

A secretária ressaltou que a inclusão do medicamento foi necessária para mitigar o cenário de desabastecimento global da insulina NPH por parte dos fabricantes, já que a NPH ainda representa 90% da insulina utilizada no SUS.

Nesse cenário, o acesso à glargina em escala foi viabilizado por meio de uma Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), instrumento do Ministério da Saúde que aproxima instituições públicas e empresas privadas para fomentar a produção pública nacional de tecnologias consideradas estratégicas para o SUS.

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“Essa janela de oportunidade da PDP veio justamente no momento em que nos possibilitou ter mais segurança para fazer essa migração de forma previsível e gradual, de modo a não deixar o paciente do SUS sem medicamento e, ao mesmo tempo, começar a oferecer uma insulina de maior qualidade”, reforçou.

Em sua fala, Fernanda De Negri pontuou que a transição estabeleceu ainda ações de treinamento voltadas às equipes de Atenção Primária à Saúde (APS) e de Assistência Farmacêutica locais. Para apoiar esses processos, o Ministério da Saúde disponibilizou materiais técnicos e ofertou cerca de 130 oficinas em conjunto com o Conasems. 

Distribuição

O envio da insulina aos estados e municípios tem sido realizado com base no planejamento e nas solicitações periódicas das secretarias de saúde estaduais e municipais. Após o recebimento dos lotes em cada região, o medicamento estará disponível para a população nas farmácias da Atenção Primária, como as das Unidades Básicas de Saúde (UBS), de acordo com a organização de cada município.

Benefícios

Os benefícios da glargina também foram destacados, entre eles está o maior tempo de ação, que garante cobertura de até 24 horas para a maioria dos pacientes. Além disso, o medicamento oferece mais segurança ao reduzir o risco de episódios de hipoglicemia, especialmente durante o período noturno. Outro diferencial é a estabilidade e a praticidade que proporciona: ela promove menor oscilação nos níveis de glicose no sangue e dispensa preparação prévia, diferentemente da insulina NPH, que exige agitação antes do uso.

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Projeto-piloto

A secretária ressaltou que a transição foi estruturada por um grupo de trabalho específico, composto por representantes de diversos setores. O planejamento incluiu a implementação de um projeto-piloto, iniciado em março deste ano no Amapá, Distrito Federal, Paraíba e Paraná, voltado a crianças e adolescentes (de 2 a 17 anos) com diabetes tipo 1, além de idosos com 80 anos ou mais que convivem com o tipo 1 e 2.

A iniciativa permitiu acompanhar a utilização da insulina glargina em condições reais de atendimento, avaliar aspectos operacionais, identificar gargalos logísticos e subsidiar os ajustes necessários para a implementação em todo o país.

Rodrigo Eneas
Roberta Paola
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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