Política Nacional

Roraima elege Nicoletti e Teresa Surita para o Senado

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selo_eleicoes_claro.jpgRoraima elegeu neste domingo (4) Nicoletti (PL) e Teresa Surita (MDB) para o Senado. Com, 98% das seções eleitorais totalizadas, Nicoletti tinha 22,9%, e Teresa, 19,2% dos votos válidos. Ambos chegam pela primeira vez ao Senado e ocuparão as cadeiras de 2027 a 2035. 

Nicoletti

Antonio Carlos Nicoletti, de 45 anos, natural de Ijuí (RS), é formado em direito pela Universidade Federal de Roraima (UFRR) e foi policial rodoviário federal. Eleito deputado federal em 2018 e reeleito em 2022, foi candidato à prefeitura de Boa Vista em 2020, ficando em quinto lugar na disputa.

Como deputado federal, Nicoletti foi titular da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado e da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. É o autor do PL 191/2026, que permite o exercício da atividade de microempreendedor individual (MEI) por servidores públicos, e do PL 1.817/2026, que torna crime o exercício ilegal da profissão de corretor de imóveis. Seu primeiro suplente é o Subtenente Vélton (PL), e sua segunda suplente, Michele Gutierrez (PL). 

Teresa Surita

Natural de São Manuel (SP), Maria Teresa Sáenz Surita Guimarães ocupa o cargo de senadora pela primeira vez, aos 70 anos, tendo como primeiro suplente Flávio Zacher (PDT) e como segunda suplente Ilma Xaud (PDT). Formada em Turismo pela Universidade Anhembi Morumbi, Teresa foi prefeita de Boa Vista (1993-1997, 2001-2006 e 2013-2021) e deputada federal (1991-1992 e 2011-2012). Disputou o governo de Roraima em 1998 e 2022 e o Senado em 2006, sem ter sido eleita.

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Teresa já atuou como assessora especial do Ministério do Desenvolvimento Agrário (1999-2000) e secretária nacional de programas urbanos no Ministério das Cidades (2008-2009). Na Câmara dos Deputados, foi autora do PL 1.747/2011, que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) para dispor sobre critérios e procedimentos da avaliação do rendimento escolar na educação básica. Outro projeto de autoria dela é o PL 3.910/2012, que regulamenta a compensação financeira pela exploração de recursos minerais e cria uma participação no resultado mineral.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Bahia escolhe Rui Costa e Jaques Wagner para o Senado

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A Bahia elegeu Rui Costa (PT) para seu primeiro mandato no Senado e reelegeu Jaques Wagner (PT). Os dois ocuparão as vagas do estado em disputa nas eleições de 2026. Com 98,4% das urnas apuradas, Rui Costa chegou a 4.252.226  milhões de votos, equivalentes a 30% dos votos válidos. Jaques Wagner alcançou 3.907.885 milhões de votos, ou 27,6% dos votos válidos.

Rui Costa dos Santos nasceu em Salvador, em 1963. Economista formado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), também fez curso técnico em Instrumentação Industrial pela Escola Técnica Federal da Bahia. Trabalhou como economista e técnico do Polo Petroquímico de Camaçari e foi dirigente sindical antes de ocupar cargos públicos.

Foi vereador de Salvador, secretário de Relações Institucionais e secretário da Casa Civil da Bahia. Eleito deputado federal em 2010, deixou o mandato durante parte do período para integrar o governo estadual. Em 2014, foi eleito governador da Bahia e, em 2018, reeleito no primeiro turno. Em 2023, assumiu como ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, cargo que ocupou até abril de 2026. Seus suplentes são Ronaldo Carletto (Avante) e Jailma Dantas Gama Alves (PT).

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Reeleito para o Senado, Jaques Wagner nasceu no Rio de Janeiro (RJ), em 1951. Foi técnico de manutenção na indústria petroquímica e dirigente sindical. Na política, exerceu três mandatos de deputado federal pela Bahia, entre 1991 e 2003, e comandou os ministérios do Trabalho e Emprego e das Relações Institucionais.

Wagner foi governador da Bahia entre 2007 e 2014. Em 2015, foi ministro da Defesa e, depois, ministro-chefe da Casa Civil. Eleito senador pela Bahia em 2018, foi líder do governo no Senado entre 2023 e junho de 2026. Seus suplentes são Marcelo Guimarães Filho (Podemos) e Edylene Ferreira (Republicanos).

Entre os projetos apresentados por Wagner no Senado estão o que aprimorou a destinação de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), convertido em lei em 2025, e o que autorizou o uso de recursos do Fundo Garantidor de Operações em operações do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), transformado em lei em 2026. Wagner também apresentou projeto que institui o Plano Nacional de Bioeconomia e Restauração do Bioma Caatinga.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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