Política Nacional

Comissão do Senado aprova indicações para três embaixadas no exterior

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A Comissão de Relações Exteriores do Senado aprovou nesta quinta-feira (15) a indicação de três diplomatas para atuarem nas embaixadas brasileiras na Austrália, na Itália e na Romênia. Os nomes precisam ser referendados pelo plenário do Senado.  

O diplomata Claudio Frederico de Matos Arruda conduzirá a embaixada do Brasil na Austrália e em outros cinco países: Fiji, Ilhas Salomão, Nauru, Papua Nova Guiné e Vanuatu. A relação com esses países é uma das atribuições da embaixada na Austrália. Atualmente ele é o embaixador brasileiro em Londres, na Inglaterra.

Cearense, Claudio Arruda já foi chefe do Cerimonial da Presidência do Senado Federal, assessor técnico da Presidência da Câmara dos Deputados (2009-2010) e chefe da Assessoria Diplomática da Vice-Presidência da República. Também foi assessor-chefe da Assessoria Especial do Presidente da República. Arruda também já foi cônsul-geral em Nova York.

Renato Mosca de Souza vai comandar a embaixada do Brasil em Roma, na Itália, acumulando as representações do país em Malta e em San Marino. Atualmente é o cônsul-geral em Vancouver, no Canadá. Antes disso foi embaixador em Liubliana, na Eslovênia, e chefe do cerimonial da Presidência da República.  

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Mosca de Souza nasceu em Paris, mas é de naturalidade brasileira. Ministro de primeira classe da carreira de diplomata do Ministério das Relações Exteriores, ele foi assessor do Cerimonial da Presidência da República e atuou nas embaixadas do Brasil nos Estados Unidos, no México e na Venezuela. Ele também foi chefe do cerimonial do gabinete pessoal da Presidência da República.

Ricardo Guerra de Araújo conduzirá a embaixada do Brasil em Bucareste, na Romênia. Atualmente, é o chefe da missão diplomática brasileira na Nigéria. Também foi ministro-conselheiro nas embaixadas em Paris, na França, e Sófia, na Bulgária.

Fonte: EBC Política Nacional

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Em 2027, Senado terá 40 senadores novos e 14 reeleitos

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selo_eleicoes_claro.jpgA eleição deste domingo (4) definiu os ocupantes de 54 das 81 cadeiras do Senado para os próximos oito anos. Quarenta vagas serão renovadas, o equivalente a 74% das cadeiras em disputa. As demais serão ocupadas por senadores que conseguiram se reeleger.

Dos 32 atuais senadores que tentaram a reeleição, 14 conseguiram um novo mandato, o que corresponde a 43,7%. 

Antes mesmo da apuração, já se sabia que haveria mudança significativa na composição da Casa a partir de 2027. Isso porque, entre os ocupantes das 54 cadeiras em disputa, 13 não eram candidatos e outros 9 disputaram cargos diferentes ou participaram das eleições como suplentes. Com o resultado das urnas, a renovação foi ampliada pela derrota de 18 dos 32 senadores que tentavam permanecer no cargo. 

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Foram reeleitos, em ordem alfabética: Alessandro Vieira (MDB-SE), Carlos Portinho (PL-RJ), Cid Gomes (PSB-CE), Eduardo Braga (MDB-AM), Eduardo Gomes (PL-TO), Humberto Costa (PT-PE), Jaques Wagner (PT-BA), Lucas Barreto (PSD-AP), Marcelo Castro (MDB-PI), Marcio Bittar (PL-AC), Plínio Valério (PSDB-AM), Rogério Carvalho (PT-SE), Styvenson Valentim (Podemos-RN) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB). 

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Números

A disputa de 2026 repete um dado de 2018: nos dois pleitos, 32 titulares tentaram continuar no Senado. Em 2018, porém, apenas 8 foram reeleitos, e a renovação alcançou 46 das 54 cadeiras, ou 85,19%. Em 2026, o índice de reeleição foi maior, e a taxa de renovação, menor. 

As outras 27 cadeiras do Senado não estavam em disputa neste ano porque foram preenchidas na eleição de 2022 e têm mandato até janeiro de 2031. Ainda assim, algumas terão mudança a partir do próximo ano. 

Cleitinho (Republicanos-MG) e Sergio Moro (PL-PR) foram eleitos governadores, enquanto Alan Rick (Republicanos-AC), Omar Aziz (PSD-AM) e Professora Dorinha Seabra (União-TO) avançaram para o segundo turno nos respectivos estados. O Senado é renovado alternadamente a cada quatro anos: em uma eleição são escolhidos dois terços da Casa e, na seguinte, um terço. 

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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