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Thiago Silva reforça compromisso em defesa dos direitos das pessoas com Transtorno do Espectro Autista

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O deputado estadual Thiago Silva (MDB) tem liderado iniciativas que promovem mais dignidade e qualidade de vida para as pessoas autistas. Dentre suas ações, estão a a destinação de emendas parlamentares para prefeituras, entidades e associações que atuam na causa, com a destinação de recursos para melhorias estruturais, aquisição de equipamentos e instalação de salas sensoriais e espaços de inclusão pedagógica. Outra iniciativa é o Projeto de Lei nº 2211/2023, que prevê a criação da unidade móvel “AutismoCare”. O projeto visa proporcionar atendimentos itinerantes, exames e apoio especializado para pessoas com o Transtorno do Espectro Autista (TEA), levando assistência a diversas regiões do estado e garantindo que os autistas tenham acesso a cuidados essenciais de forma mais acessível e eficaz.

Silva é também autor da Lei nº 11.785/2022, que tornou a Associação Rondonopolitana de Pessoas com Transtorno Autista (Arpta) uma entidade de utilidade pública estadual. Essa medida fortalece a atuação da associação, permitindo maior captação de recursos e ampliação dos serviços oferecidos aos autistas e seus familiares.

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O parlamentar também propôs o Projeto de Lei nº 275/2025, que dispõe sobre a reserva de vagas de estacionamento para pessoas com TEA em órgãos públicos estaduais. Essa medida busca garantir mais autonomia para as pessoas autistas e seus familiares, facilitando o deslocamento e o acesso aos serviços públicos, como o caso de Hospitais Regionais e unidades escolares.

Além disso, apresentou a Indicação nº 4858/2024, que solicita a criação de Centros Especializados em Atendimento para as crianças autistas nos polos regionais de Mato Grosso. Essa proposta visa descentralizar o atendimento, garantindo que famílias de diferentes regiões tenham acesso a suporte médico, terapêutico e educacional sem a necessidade de longos deslocamentos.

O deputado reafirma seu compromisso com a pauta e destaca a importância de políticas públicas eficazes para melhorar a qualidade de vida das pessoas com TEA.

“A inclusão é um direito fundamental e precisamos garantir que os autistas e suas famílias tenham o suporte necessário do poder público. Continuarei trabalhando para que nossas propostas se tornem realidade e tragam impactos positivos na vida de milhares de pessoas”, enfatizou.

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Com as iniciativas, o parlamentar reforça a missão de transformar o estado em um ambiente mais acessível e acolhedor para as pessoas com autismo, promovendo inclusão e mais dignidade.

Fonte: ALMT – MT

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Mato Grosso

”O câncer mudou minha voz, mas não tirou minha força”, revela Margareth Buzetti”

Após questionamentos sobre a voz rouca, candidata ao Senado revela diagnóstico de câncer avançado na tireoide e transforma experiência pessoal em alerta às mulheres sobre diagnóstico precoce e cuidado com a própria saúde

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Durante anos, Margareth Buzetti evitou falar publicamente sobre as razões de sua voz rouca. Não queria que uma experiência difícil de sua vida fosse interpretada como tentativa de despertar pena ou se colocar no papel de vítima. Mas, uma série de perguntas recebidas nas redes sociais após a exposição de campanha, assim como, sucessivas entrevistas concedidas, fez com que ela decidisse contar uma história que carrega há 22 anos.

 

Margareth enfrentou um câncer de tireoide descoberto já em estágio avançado. Foram duas cirurgias e tratamento com iodo radioativo. Ela venceu a doença, mas ficaram sequelas. O tratamento comprometeu suas glândulas salivares e também afetou sua voz, que se tornou mais rouca, baixa e com maior dificuldade para falar.

 

“Eu me curei. Mas sei que poderia ter sido diferente. E foi por isso que resolvi falar. Se a minha história servir para fazer uma mulher marcar aquela consulta que está adiando ou realizar aquele exame que deixou para depois, então já valeu a pena”, afirma.

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A experiência pessoal também levou Margareth a chamar atenção para uma realidade comum na vida de milhões de brasileiras: mulheres que cuidam de todos, mas acabam deixando a própria saúde para depois.

 

“É o filho, a casa, o trabalho, a família. A mulher resolve a vida de todo mundo e muitas vezes é a última da própria lista. O ‘depois eu vejo’, quando estamos falando de saúde, pode custar muito caro. Diagnóstico no tempo certo pode significar tratamento no tempo certo e, principalmente, vida”, diz.

 

Da experiência pessoal à política pública

 

O cuidado com mulheres, mães e crianças acabou se tornando uma das marcas da passagem de Margareth pelo Senado. Além do enfrentamento à violência contra a mulher, sua atuação avançou sobre situações que atingem famílias antes, durante e depois de uma tragédia.

 

Entre as medidas defendidas e relatadas por Margareth estão iniciativas de proteção às mulheres vítimas de violência e seus filhos, além de ações voltadas às crianças e adolescentes e à estrutura de acolhimento das famílias.

 

Para ela, o mesmo princípio deve valer para a saúde: o poder público precisa criar condições para que a mulher consiga se cuidar antes que uma doença avance.

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É dessa experiência que nasce o eixo Cuidar, do Plano Nossas Vidas, com propostas voltadas à ampliação do acesso a exames, diagnóstico e condições para que as mulheres tenham tempo e oportunidade de cuidar da própria saúde.

 

“Eu sei o que significa receber um diagnóstico de câncer. Sei o que significa entrar em uma cirurgia sem saber exatamente como será o depois. E sei também o que significa carregar uma sequela pelo resto da vida. Por isso, quando falo de cuidado, não estou falando apenas de uma proposta. Estou falando de algo real”, disse.

 

Margareth afirma que decidiu tornar pública a história justamente para transformar uma característica pela qual é frequentemente questionada em um alerta.

 

“Minha voz pode ter ficado mais rouca depois de tudo o que passei. Mas ela não ficou menor. Para defender as mulheres, as famílias e cobrar o que Mato Grosso precisa em Brasília, ela fala muito alto”, conclui.

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