Mato Grosso

Senador Mauro Carvalho lidera comitiva em Brasília e busca R$ 400 milhões para iniciar etapa dois do Rodoanel

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O senador Mauro Carvalho Junior (UB-MT) protocolou, nesta quarta-feira (23/08), junto com o governador Mauro Mendes e toda a bancada federal de MT um pedido de R$ 400 milhões no Ministério dos Transportes para iniciar as obras da segunda parte do Rodoanel.

Na audiência com o ministro Renan Filho, Mauro Carvalho destacou a importância da construção dessa nova estrada, que se iniciará na saída de Cuiabá, no trecho do Sinuelo, e chegará até a cidade de Chapada dos Guimarães.

A rodovia vai ajudar a desafogar o trânsito na capital e interligará as Avenidas Historiador Rubens de Mendonça, dos Trabalhadores à Antártica. Esses trechos acumulam, hoje, grandes congestionamentos em horário de pico.

Segundo o senador, a comitiva saiu animada e espera que o Governo Federal já aloque esse recurso para que as obras sejam licitadas. “É um trabalho importante que estamos fazendo em benefício da população. Precisamos melhorar sempre nossa capacidade de tráfego”, afirmou.

Vale lembrar que o Governo do Estado de MT já executa o primeiro trecho do Rodoanel, que passa pela BR -163, uma ponte sobre o Rio Cuiabá, na Avenida Antártica, e vai até Chapada dos Guimarães.

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Gabinete do senador Mauro Carvalho Junior
Assessoria de Comunicação
Brasília – (61) 3033-6260

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Ministério Público MT

Júri condena filho de ex-deputado por feminicídio e homicídio

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O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta sexta-feira (31), Carlos Alberto Gomes Bezerra a 36 anos de reclusão pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio de Willian César Moreno. O julgamento foi realizado no Fórum da Capital e presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. Pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), atuou no plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Os crimes ocorreram em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Conforme sustentado pelo Ministério Público, o acusado agiu de forma premeditada e motivado pela inconformidade com o término do relacionamento com Thays Machado.O Conselho de Sentença acolheu integralmente o entendimento do Ministério Público e reconheceu todas as qualificadoras imputadas ao réu. No homicídio de Willian César Moreno, os jurados acolheram as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Já em relação ao feminicídio de Thays Machado, foram reconhecidas as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio praticado em contexto de violência doméstica e de gênero.A acusação destacou que o réu monitorava a rotina da vítima, realizava vigilância constante de seus deslocamentos e conhecia detalhadamente seus hábitos, circunstâncias comprovadas por documentos, anotações e materiais apreendidos durante as investigações.Durante os debates, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva sustentou que o conjunto probatório revelou um histórico de controle, perseguição e não aceitação do término do relacionamento por parte do acusado. Para o Ministério Público, o feminicídio ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero e foi precedido por uma crescente escalada de monitoramento da rotina da vítima.“Trata-se da personalidade de alguém possessivo, que possui ciúme exacerbado, que enxerga a mulher não como aquela pessoa com quem gostaria de constituir um casal, mas como um objeto. E, evidentemente, como ocorre com toda posse, quando ela é retirada de quem a considera sua propriedade, a reação é violenta, através da repreensão. Foi o que ele fez quando matou duas pessoas”, afirmou o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme sustentado em plenário pelo promotor de Justiça, as investigações demonstraram que o acusado acompanhava a rotina da vítima, mantinha registros de seus deslocamentos e realizava vigilância constante de locais frequentados por ela, circunstâncias que reforçam as qualificadoras apontadas na denúncia.O promotor de Justiça também destacou que foram identificados 914 registros de chamadas entre o acusado e a vítima entre o fim de dezembro de 2022 e a data do crime, além de elementos que evidenciariam vigilância e controle sobre a vida de Thays Machado.Conforme apresentado pelo Ministério Público, todos os disparos que atingiram Thays ocorreram pelas costas, reforçando a tese de que as vítimas não tiveram qualquer possibilidade de defesa.Após a decisão do Conselho de Sentença, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena de 36 anos de reclusão para Carlos Alberto Gomes Bezerra. O réu permanecerá preso para cumprimento da condenação, nos termos definidos na sentença.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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