Mato Grosso

Senador é contra liberação das drogas

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Diante da possibilidade da descriminalização do porte de maconha para consumo pessoal, por conta de um julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), o senador Mauro Carvalho (UB) afirmou ser totalmente contra. Segundo ele, o país não tem maturidade suficiente para autorizar a liberação, que pode resultar no incentivo ao tráfico de drogas.

Nesta quarta-feira (23), o STF deve retomar o julgamento que define se é crime, ou não. Até o momento, há quatro votos para liberar o porte da droga para consumo pessoal. A decisão deve ser seguida em casos semelhantes em outras instâncias da Justiça.

Apesar disso, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, já reiterou que cabe exclusivamente ao Congresso Nacional discutir a questão.

Sobre isso, Mauro Carvalho, lembrou que no Brasil ainda não há programas consistentes de recuperação desses dependentes químicos. No entanto, elogiou o trabalho das igrejas que fazem um trabalho importantíssimo na recuperação desses usuários.

“De forma voluntária e com muito amor essas igrejas, católicas, protestantes, evangélicas, espíritas e outras organizações ajudam essas pessoas a se recuperarem. Sem elas, não teríamos nenhum tipo de recuperação nesse país”, destacou.

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Por fim, Mauro disse que, se legalizada, o consumo deve aumentar principalmente entre os jovens, trazendo ainda mais prejuízo à sociedade. Já que a maconha é considerada a droga que “abre as portas” para outras substâncias entorpecentes mais nocivas. Outro ponto levantado pelo senador é sobre a fiscalização e o controle do consumo.

Nos próximos dias, o Senado Federal deve fazer uma audiência temática para debater o tema.

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Ministério Público MT

MPMT promove alinhamento estratégico da rede de proteção em Juara

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A Promotoria de Justiça Cível de Juara (a 709 km de Cuiabá) promoveu, na quinta-feira (17), uma reunião de alinhamento com instituições que integram a rede de proteção à infância e à juventude do município. A iniciativa teve como objetivo fortalecer a atuação estratégica e integrada dos órgãos responsáveis pela garantia dos direitos de crianças e adolescentes, com a definição de diretrizes voltadas ao aprimoramento dos fluxos de atendimento e à delimitação mais clara das atribuições de cada instituição.Coordenado pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o encontro foi realizado na sede do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e reuniu representantes do Poder Judiciário, da Secretaria Municipal de Assistência Social, do Creas, da Casa de Passagem Francisca Isaura, do Conselho Tutelar e do Centro de Atenção Psicossocial (Caps), órgãos que compõem a rede de proteção no município.Durante a reunião, foram debatidos aspectos relacionados ao funcionamento da rede, com destaque para a necessidade de aperfeiçoar a comunicação entre os serviços, consolidar fluxos de atendimento mais eficientes e definir com maior precisão as responsabilidades de cada órgão. Também foi ressaltada a importância da articulação permanente entre as instituições para garantir respostas mais ágeis e eficazes às demandas envolvendo crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade ou com direitos violados.Outro tema abordado foi o fortalecimento dos procedimentos relacionados à Ficha de Comunicação do Aluno Infrequente (Ficai) e à busca ativa escolar, ferramentas consideradas estratégicas para o enfrentamento da evasão e da infrequência escolar. A proposta é ampliar a capacidade de identificação precoce de situações de risco e assegurar a adoção das medidas necessárias para a permanência dos estudantes no ambiente educacional.Na ocasião, o Ministério Público informou que passará a realizar acompanhamento sistemático das ações desenvolvidas pela rede de proteção, por meio de avaliações periódicas sobre o cumprimento das atribuições institucionais e a efetividade dos atendimentos prestados. A medida permitirá identificar desafios, corrigir eventuais falhas de comunicação e promover melhorias contínuas nos fluxos de trabalho e na integração entre os órgãos.A qualificação permanente dos profissionais que atuam diretamente no atendimento de crianças e adolescentes também foi apontada como prioridade. Nesse contexto, foi destacada a importância da participação contínua de conselheiros tutelares, equipes do Creas e demais serviços especializados em atividades de capacitação e atualização técnica.No fim do encontro, ficou definida a adoção de medidas permanentes para o aperfeiçoamento e a formalização dos fluxos de atendimento, incluindo a elaboração de fluxogramas que orientem os encaminhamentos e estabeleçam de forma objetiva as responsabilidades de cada instituição integrante da rede de proteção.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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