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Programa recebe visitantes para conhecer o trabalho do Poder Legislativo

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Prestes a completar 30 anos desde a implementação, o Programa Por Dentro do Parlamento soma mais de 90 mil visitantes e é uma referência no trabalho de aproximação da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) com a comunidade. Para este ano, a agenda está lotada até setembro, mas os interessados podem entrar em contato para marcar visitas a partir de outubro pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (65) 3313-6288.

Coordenado pela Superintendência de Planejamento Estratégico, o programa tem por objetivo explicar o funcionamento do Poder Legislativo, conhecer o dia a dia do Parlamento, acompanhar uma sessão plenária e ainda participar de duas palestras, sendo uma geral sobre processo legislativo e outra sobre cidadania, direitos e deveres dos cidadãos.

As visitas têm como público-alvo, grupos da sociedade civil e alunos de escolas públicas ou privadas e de universidades. Para garantir um melhor aproveitamento da experiência, as visitas de estudantes são exclusivas para alunos a partir do oitavo ano do ensino fundamental. “Antes, as visitas eram abertas às crianças também, mas percebemos que o aproveitamento é melhor quando já possuem uma certa maturidade, conseguem interagir com os temas”, explica Raquel Jassniker, coordenadora do programa.

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Enquanto professora do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) já tornou as visitas técnicas uma espécie de conteúdo complementar para a teoria dada na sala de aula. “Costumo fazer uma ponte da teoria da sala de aula com a prática. Dividimos a visitas em três partes, que são Executivo, Legislativo e Judiciário, e levo os estudantes para vivenciarem a prática”, explicou Hellen Bucair.

Para os interessados em participar do programa, a ALMT disponibiliza um ônibus para transporte dos visitantes em um raio de até 100 km da capital, além de um lanche que é oferecido no intervalo. O agendamento pode ser feito pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone 3313-6288.

Com informações de José Luís Laranja.


Secretaria de Comunicação Social

Telefone: (65) 3313-6283

E-mail: [email protected]


Fonte: ALMT – MT

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Eliane Xunakalo reivindica ações concretas contra o feminicídio no Estado

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A deputada estadual em exercício, Eliane Xunakalo (PT), acompanhada por um grupo de mulheres, entregou oficialmente à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o relatório final da Câmara Setorial Temática sobre Feminicídio em Mato Grosso.

O documento, elaborado pelo grupo de trabalho liderado por Edna Sampaio, deputada em exercício na ocasião, identifica os gargalos na proteção da vida das mulheres e oferece, aos governos federal, estadual e municipais, um mapa de problemas e possíveis soluções institucionais para mudar a realidade imposta às mulheres. Mato Grosso tem liderado, proporcionalmente, o ranking nacional de feminicídios nos últimos anos.

“Espero que as recomendações apresentadas neste relatório sejam acolhidas pelos nobres deputados, porque os senhores também vieram de uma mulher. Têm filhas, sobrinhas e, com certeza, mães, tias e avós. Por isso, esperamos que nos ouçam, porque esta não é uma questão partidária, mas uma causa pela preservação da vida”, afirmou, acrescentando “também as mulheres indígenas, infelizmente, têm sofrido feminicídio e violências, que violam nosso corpo e nossa alma”, afirmou.

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Eliane Xunakalo afirmou que todos os dias há relatos, nos noticiários, de mulheres sendo mortas, estupradas e sofrendo violências. “Mas, infelizmente, não temos visto nenhum tipo de ação concreta. Precisamos de mais delegacias, que a Politec funcione onde é necessária, além, claro, de recursos, investimentos e políticas públicas, para fortalecer os aparelhos estatais de combate à violência”, defendeu.

Foto: MARCOS LOPES/ALMT

A deputada alertou para existência de onda de lista de mulheres estupráveis nas universidades. “Acredito que, para mitigar essa situação, é preciso uma educação, voltada para esse tema, nas escolas e nos lares. Além disso, o que acontece com as mulheres, com os indígenas e com os negros não deve ser tratado como mimimi. Estamos morrendo todos os dias e não vemos nenhuma ação efetiva para pôr fim a esta situação, que inclui, inclusive, lista de pessoas que podem ser molestadas, como fosse normal”, lamentou. “Por isso, precisamos tomar atitudes contra esta lista de mulheres estupráveis” concluiu a parlamentar.

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Fonte: ALMT – MT

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