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Produtores de café buscam apoio para ampliar produção no estado

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A Frente Parlamentar da Agropecuária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (FPA-MT) recebeu, na manhã desta segunda-feira (5),  representantes de 11 municípios das regiões norte e noroeste do estado que produzem café e estão em busca de recursos para ampliar a produtividade do grão. O objetivo é ampliar de 400 para 2,5 mil famílias produtoras em um ano e chegar a cinco mil produtores em dois anos. Para isso, a FPA e a Associação dos Cafeicultores de Mato Grosso (Acafemat) deverão requerer um investimento de R$ 18  milhões para aquisição de máquinas e contratação de assistência técnica.

A demanda apresentada foi estruturada com base no potencial mato-grossense para produção de café, da espécie calinon. De acordo com a proposta, a primeira fase do projeto envolve a contratação de técnicos para assistência técnica, a aquisição de equipamentos como secadoras e caminhões para o escoamento da produção e a produção de mudas. Numa segunda fase está previsto equipamento em irrigação.

De acordo com o coordenador da FPA-MT, deputado Dilmar Dal Bosco (União), a Assembleia, as prefeituras e a Acafemat, em parceria com a Empresa Mato-Grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), estruturam o projeto para viabilizar e ampliar a produção de café na agricultura familiar de 11 municípios. “O objetivo é estruturar com qualificação, equipamentos para beneficiamento e transporte para chegar a 500 mil sacas de café por ano e uma receita de R$ 300 milhões, que deverão movimentar a economia local”.

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Apesar de não estar previsto no orçamento, Dilmar Dal Bosco explicou que o vice-governador Otaviano Pivetta assegurou recursos para fazer os investimentos necessários. Na tarde desta segunda-feira (5), outra reunião estava programada na vice-governadoria.

O presidente da Acafemat, Douglas Santini, explicou que o projeto contou com a participação de representantes das prefeituras e da Empaer para levantar os recursos e equipamentos necessários, além da estimativa de contratação de profissionais para atuar na qualificação dos produtores e acompanhamento das lavouras.

O diretor de assistência técnica e extensão rural da Empaer, Glieber Beliene, explicou que a empresa pública teve papel fundamental no desenvolvimento de culturas no estado para produção de commodities e que colocou Mato Grosso na liderança mundial de produção de grãos. “Agora temos a oportunidade de potencializar a produção de café e agregar valor à agricultura familiar, melhorando a renda dessas famílias e da região onde estão”.

A previsão é que sejam produzidos dois hectares por família, atingindo um total de cinco mil hectares em um ano. Com uma média de produtividade de até 100 sacas de café por hectare/ano, a produção anual no estado deverá alcançar 500 mil sacas. Integram o projeto os municípios de Nova Bandeirantes, Juruena, Cotriguaçu, Alta Floresta, Nova Monte Verde, Juína, Aripuanã, Colniza, Paranaíta, Castanheira, Carlinda.


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Fonte: ALMT – MT

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Max Russi cobra mais recursos para os municípios e Governo do Estado sinaliza positivamente

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O deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), cobrou hoje (28) do Ministério da Saúde aumento no repasse de recursos para investimentos na saúde nos municípios. A mesma cobrança já tinha sido feita ao governador Otaviano Pivetta, que garantiu ao parlamentar que onde for preciso ampliar, o estado irá atuar, desde que o governo federal faça a parte dele.

A defesa no aumento dos repasses foi feita por Russi durante a reunião da comissão de saúde, na Assembleia Legislativa. “Os prefeitos estão hoje está fazendo ‘continha’. Eles acabam assumindo responsabilidades de programas federais que as prefeituras não têm condição de bancar integralmente”, pontou Max, que encaminhou a cobrança ao representante do Ministério da Saúde, Fernando Figueira.

De acordo com o deputado, os municípios enfrentam sérias dificuldades para manter programas de saúde lançados pelo governo federal, pois a contrapartida exigida acaba pesando no caixa das prefeituras. “Precisamos melhorar o valor do repasse. Os prefeitos querem avançar, mas muitas vezes não dão conta de pagar a conta sozinhos”, afirmou o parlamentar.

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Conforme Max Russi, antes do reajuste ocorrido em 2023, o setor passou por um longo período de oito anos (desde 2015) sem qualquer atualização nos valores enviados pela União. Como ex-prefeito de Jaciara, onde foi um dos pioneiros na implantação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) em parceria com os Bombeiros, ele destacou que conhece de perto a realidade de quem gere a saúde na ponta.

“Já tratei desse tema com o governador Pivetta, que reconheceu as dificuldades enfrentadas pelos municípios. Precisamos que o governo federal também tenha esse entendimento para que possamos avançar e sairmos da incomoda posição de 25ª colocado nos indicadores de saúde”, argumentou o parlamentar.

Fonte: ALMT – MT

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