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Moretto debate integração produtiva na Bolívia

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O deputado estadual Valmir Moretto participou, na terça-feira (17), de uma reunião de trabalho com produtores rurais do Brasil e da Bolívia, no município de San Ignacio de Velasco, na Bolívia. O encontro foi realizado em uma propriedade rural da região e teve como foco o fortalecimento da integração produtiva e econômica entre os dois países.

A agenda reuniu produtores dos dois lados da fronteira e autoridades governamentais, promovendo um diálogo direto sobre os desafios e oportunidades do setor agropecuário, além de temas relacionados à infraestrutura e ao desenvolvimento regional. Entre os participantes, o produtor rural Eraí Maggi, reconhecido como o maior produtor de soja do mundo, cuja atuação no agronegócio foi destacada como referência de produção em larga escala e integração internacional.

Durante a reunião, foi ressaltado o avanço das obras da estrada por parte do governo boliviano, considerada estratégica para melhorar o escoamento da produção e fortalecer a logística entre Brasil e Bolívia, beneficiando diretamente produtores da região de fronteira.

Representando o governo boliviano, participaram Oscar Mário Justiniano, Ministro de Desenvolvimento Produtivo, e José Gabriel Espinoza Yáñez, Ministro de Economia. Pelo Brasil, estiveram presentes o deputado estadual Valmir Moretto, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, e o vereador de Vila Bela da Santíssima Trindade, Cristiano Alvarenga.

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O deputado Valmir Moretto destacou que o encontro consolida o diálogo entre governos e produtores, reforçando a importância da cooperação internacional para impulsionar o agronegócio, melhorar a infraestrutura e garantir desenvolvimento econômico sustentável para a região.

A reunião em San Ignacio de Velasco integra a agenda institucional cumprida na Bolívia e reafirma o compromisso das lideranças presentes com o fortalecimento das relações bilaterais e da produção agropecuária.

Fonte: ALMT – MT

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Sinfra prevê concluir obras do BRT entre Cuiabá e Várzea Grande até dezembro de 2026

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O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo Oliveira, e a equipe técnica da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) informaram, nesta segunda-feira (13), durante audiência pública na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), que as obras do BRT no trecho entre a Avenida do CPA, em Cuiabá, e o Aeroporto Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande, devem ser concluídas até o fim de dezembro de 2026.

Durante a apresentação, os representantes detalharam as alterações no projeto das 77 estações, o cronograma de execução das obras, a futura implantação do corredor da Avenida Fernando Corrêa da Costa, a aquisição de ônibus elétricos e as medidas adotadas pelo Governo do Estado após a rescisão do contrato com a primeira empresa responsável pela execução do empreendimento.

Antes de deixar a audiência pública, Marcelo Oliveira afirmou que a venda dos trens e o leilão dos materiais remanescentes do antigo Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) devem gerar mais de R$ 1 bilhão em recursos para os cofres públicos. O secretário também rebateu críticas à execução das obras do novo sistema de transporte e destacou que a equipe precisou enfrentar desafios decorrentes do crescimento populacional e do aumento da frota de veículos entre 2012 e 2024.

Segundo Oliveira, a primeira empresa contratada para executar o projeto não conseguiu cumprir as obrigações previstas em contrato, o que levou o Governo do Estado a rescindir o acordo, aplicar penalidades e reformular o modelo de execução das obras. Ele acrescentou que, durante a execução dos trabalhos em Várzea Grande, a gestão municipal da época também impôs dificuldades que, segundo ele, comprometeram o andamento do empreendimento.

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Sobre a implantação do corredor da Avenida Fernando Corrêa da Costa, o secretário-adjunto de Obras da Sinfra, Isac Nascimento, informou que a licitação ainda não foi lançada e, por isso, não há recursos empenhados para a execução da obra. Segundo ele, os trabalhos nesse trecho devem começar apenas no próximo ano. Nascimento também confirmou que o processo de aquisição dos ônibus elétricos segue em tramitação interna na Sinfra.

O trecho do BRT entre Cuiabá e Várzea Grande terá 15 quilômetros de extensão, enquanto o corredor da Avenida Fernando Corrêa da Costa contará com aproximadamente sete quilômetros. Isac Nascimento afirmou ainda que o projeto das 77 estações passou por uma reformulação para oferecer mais qualidade, segurança e durabilidade aos usuários. No trecho entre Cuiabá e Várzea Grande, serão utilizados 25 ônibus elétricos para atender a população.

Questionado sobre o processo licitatório para a continuidade das obras, Nascimento explicou que o Estado identificou a necessidade de aprimorar o projeto original, substituindo itens inicialmente previstos, como o sistema convencional de ar-condicionado, que será trocado por equipamentos industriais. O novo projeto também prevê a instalação de vidros antivandalismo e outras melhorias estruturais nas estações.

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O secretário-adjunto informou que o cronograma inicial do Lote 1 das obras do BRT, correspondente ao primeiro corredor estrutural de transporte coletivo entre o Terminal de Várzea Grande e o Terminal do CPA, em Cuiabá, previa a conclusão dos serviços em seis meses, com a abertura simultânea de sete frentes de trabalho no trecho entre o Viaduto da Sefaz e a Ponte Júlio Müller.

No entanto, segundo ele, a estratégia precisou ser revista após a abertura da primeira frente de obras, quando os impactos no trânsito provocaram reclamações da população e repercussão na imprensa. De acordo com Nascimento, caso todas as frentes fossem abertas ao mesmo tempo, conforme o planejamento inicial, haveria risco de colapso na mobilidade urbana de Cuiabá, o que exigiu a revisão do cronograma de execução.

“A execução da obra passou a ser conduzida de forma gradual, em alinhamento permanente com a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), responsável pela gestão do trânsito na capital. As intervenções são planejadas em conjunto para definir quais trechos podem ser interditados, considerando também outras obras em andamento na cidade, como as executadas pela concessionária de abastecimento de água e esgotamento sanitário”, explicou o secretário-adjunto da Sinfra.

Fonte: ALMT – MT

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