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‘Joelma cuiabana’ traz o humor de MT para o palco do Teatro Zulmira nesta quarta (08)

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Uma das formas de disseminar a cultura mato-grossense é pelo humor tão singular desta terra. E o Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros recebe, nesta quarta-feira (8), às 19h30, o espetáculo “Joerma Mentis em Fuxico”, que faz uma homenagem divertida à cantora paraense Joelma. Os ingressos estão sendo vendidos a partir de R$ 15,00 pela plataforma Sympla.

O espetáculo é do recém criado grupo de teatro Kyvaverá, que se inspira na origem do nome de Cuiabá, como forma de valorizar a cultura mato-grossense. “O termo é uma das teses sobre o nome do rio e da cidade. Quando os bandeirantes chegam aqui e não conseguem falar o nome Kyvaverá se transforma, posteriormente, em Cuiabá”, explica o diretor-geral do grupo, Maicon Campos, quem também dá vida à Joerma Mentis. O coletivo também é formado por Bruno Botelho, Jéssica Nepomuceno, André Ferreira, Victor Azambuja, Suellen Campos e Andressa Gomes. 

A personagem Joerma Mentis, aliás, acompanha o anfitrião Maicon Campos há 10 anos. Inspirado na ex-vocalista da Banda Calypso, Joerma encarna o arquétipo da comadre cuiabana. Com a personagem, Maicon Campos já foi campeão do Capivara Comedy – 1º Concurso de Stand Up Comedy de Várzea Grande.

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“Nosso palco está sempre aberto para divulgar a cultura mato-grossense e incentivar a criação de novos grupos como o Kyvaverá, cujos integrantes já fazem, há tempos, lindos trabalhos. Esperamos todos vocês para rir muito com o melhor do humor cuiabano”, convida a diretora-geral do Teatro Zulmira Canavarros, Daniella Paula Oliveira.

Os ingressos para o espetáculo poderão ser adquiridos através do Sympla por R$ 30,00 (inteiro) e R$ 15,00 (meio).

“Joerma Mentis em Fuxico”

Mais afiada do que nunca, a icônica Joerma Mentis estará de volta aos palcos cuiabanos. Com o humor e irreverência de sempre, ela promete revelar segredos e fuxicos da própria biografia, a começar pela relação com a própria cantora Joelma. Temas sensíveis também serão abordados, mas sem perder o bom humor. 

O novo espetáculo conta com a participação especial de multiartistas mato-grossenses, a exemplo de Weber Fraga, como “Comadre Sebastiana”. Além das atuações, os atores também preparam números musicais que prometem agitar o público.

O espetáculo é uma produção da Mcn Produções Artísticas e uma realização do grupo Kyvaverá. São parceiros do coletivo Kyvaverá a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), a Secretaria Estadual de Cultura e Lazer (Secel/MT), a Assembleia Social, o Cine Teatro Cuiabá, a Casa Cuiabana, a MT Escola de Teatro, o Instituto Casarão das Artes e o Coletivo Audiovisual MT Queer.

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Serviço

Espetáculo de humor “Joerma Mentis em Fuxico”

Data: Quarta-feira (08), às 19h30

Local: Teatro Zulmira Canavarros

Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia) no Sympla

Mais informações: @grupokyvavera @mcnproducoesartisticas e (65) 99223-9291


Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros

Telefone: (65) 3313-6876


Fonte: ALMT – MT

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Política MT

Projeto de lei quer combater violência digital contra mulheres em Mato Grosso

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O deputado estadual Valdir Barranco (PT) apresentou, na última semana, durante sessão ordinária na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, o Projeto de Lei nº 451/2026, que institui a Política Estadual de Prevenção e Enfrentamento à Violência Digital contra a Mulher. A proposta tem como objetivo estruturar, no âmbito da administração pública estadual, ações de prevenção, orientação, acolhimento e encaminhamento de mulheres vítimas de crimes praticados em ambientes digitais.

A iniciativa surge em um contexto de crescimento acelerado da violência online no Brasil. Segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, os registros de crimes digitais com vítimas mulheres aumentaram significativamente nos últimos anos, com destaque para casos de exposição de conteúdo íntimo sem consentimento e perseguição virtual. Já levantamento da SaferNet Brasil aponta que mais de 70% das denúncias relacionadas à divulgação não autorizada de imagens íntimas têm mulheres como principais vítimas.

De acordo com o texto do projeto, considera-se violência digital contra a mulher toda conduta praticada por meio de tecnologias da informação que atente contra sua dignidade, integridade psicológica, moral, sexual, patrimonial ou sua liberdade. Entre os exemplos listados estão o cyberstalking, a divulgação de conteúdos íntimos, assédio, chantagem, uso de inteligência artificial para criação de imagens falsas (deepfakes) e invasão de contas.

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Barranco defende que o avanço tecnológico trouxe novos desafios que exigem respostas firmes do poder público. “Estamos diante de uma nova fronteira da violência de gênero, que ultrapassa o espaço físico e invade a intimidade das mulheres por meio das telas. Não podemos tratar esses crimes como algo menor ou invisível. A violência digital destrói reputações, causa danos psicológicos profundos e, muitas vezes, silencia vítimas pelo medo e pela vergonha. O Estado precisa agir com a mesma firmeza que atua em outras formas de violência”, afirmou o parlamentar.

O projeto estabelece como diretrizes a proteção da dignidade das mulheres, a prevenção por meio da educação digital e a atuação articulada com a rede de enfrentamento à violência. Também prevê acolhimento humanizado, orientação sobre preservação de provas digitais e acesso à assistência jurídica gratuita por meio da Defensoria Pública.

“Este projeto não é apenas sobre punir agressores, mas sobre garantir que nenhuma mulher esteja sozinha quando for vítima de violência no ambiente digital. Queremos construir uma rede preparada, com profissionais capacitados, capaz de orientar, acolher e dar respostas rápidas. É sobre transformar medo em proteção e silêncio em denúncia”, reforçou Barranco.

Entre os objetivos da proposta estão ampliar a conscientização sobre riscos digitais, fortalecer centros de referência e capacitar agentes públicos para atendimento especializado com foco em segurança digital. O texto também prevê a continuidade do suporte terapêutico e psicossocial às vítimas. A proposta autoriza ainda o poder público a promover campanhas educativas, elaborar manuais de proteção de dados e divulgar canais de denúncia, como o Disque 180. O atendimento deverá priorizar a rapidez na preservação de provas e o encaminhamento adequado para serviços de saúde e assistência social.

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Para o deputado, a integração entre órgãos públicos será essencial para a efetividade da política. “Não estamos criando uma lei simbólica. Estamos organizando o Estado para dar respostas concretas. A integração entre Executivo, Defensoria Pública e demais instituições é fundamental para garantir que o suporte jurídico e psicológico chegue de forma rápida e eficiente. A tecnologia não pode ser instrumento de violência, ela precisa ser aliada da proteção e da justiça”, destacou.

A proposta ressalta que as ações serão custeadas por dotações orçamentárias próprias e não interfere na legislação penal, respeitando as competências do Estado ao tratar de diretrizes administrativas, educativas e de assistência. Caso aprovado, o projeto deverá fortalecer a rede de proteção às mulheres em Mato Grosso, adaptando as políticas públicas à realidade digital e ampliando o alcance do enfrentamento à violência de gênero no estado.

O Projeto de lei foi apresentado no dia 15 de abril e cumpre pauta por cinco sessões ordinárias.

Fonte: ALMT – MT

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