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Janaina Riva faz homenagem a 20 servidores do estado de Mato Grosso

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A deputada Janaina Riva (MDB) formalizou, nesta segunda-feira (24), no escritório do Parque Tecnológico Mato Grosso, em Cuiabá, outorga da comenda Dante de Oliveira ao diretor-geral da instituição, Rafael Bello Bastos, e a entrega de moção de aplausos a 20 servidores públicos do Estado.

A deputada afirmou que as honrarias vêm ao encontro dos serviços prestados pelos colaboradores da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci) para o desenvolvimento tecnológico de de Mato Grosso. As homenagens, de acordo com a deputada, se devem à construção (no Chapéu do Sol em Várzea Grande) do Centro de Inovação do Parque Tecnológico.

“Com o Centro, abrimos um novo ciclo de inovação e tecnologia no estado de Mato Grosso. Isso será fundamental para o agronegócio, que é o carro-chefe da nossa economia. Os colaboradores homenageados estão contribuindo com o avanço tecnológico e, com a inauguração do Centro, que deve acontecer até o final de 2024, as pesquisas passarão a ser feitas no estado e não em outras cidades brasileiras”, afirmou Riva.

O secretário de Estado, Allan Kardec, afirmou que o Parque Tecnológico representa mudança de paradigma de um estado que, há muito tempo, produz e exporta commodities para todo o mundo. Ele afirmou que o parque tecnológico de inovação já está “maduro”, mas falta concluí-lo no Chapéu do Sol (Várzea Grande).

“Faz algum tempo que Mato Grosso vem trabalhando para a industrialização de seus produtos, mas é consumidor de tecnologia e de inovação. O parque tecnológico marca a virada de chave de um estado eminente agrícola para um estado de produção de tecnologia, inovação e inteligência a todas as cadeias produtivas. Mas isso tem que ser tratado como política de estado”, disse Kardec.

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“Esperamos que os centros de inovação sejam interiorizados, com pelo menos cinco polos. O foco é de expandi-los para o interior do estado. Nesse contexto, a Assembleia Legislativa tem um papel fundamental e junto com o governo financiar os centros de inovação. Mas para isso deve colocar os recursos financeiros necessários no orçamento para os próximos anos”, explicou Kardec.

O diretor-geral do Parque Tecnológico Mato Grosso, Rafael Belo Bastos, afirmou que o parque tecnológico e inovação é uma “política de investimento de tempo”. Segundo ele, nos últimos dez anos, o estado de Mato Grosso tem atuado muito forte para o avanço significativo de conceitos e de estrutura dos centros de pesquisa.

De acordo com Rafael Basto, a construção do Centro Tecnológico (Chapéu do Sol) vai contar com uma área de 3 mil metros quadrados. A meta do governo é de entrega-lo (1ª etapa) até o final de 2024, e colocar à disposição das academias e das empresas (pública e privada) de um centro de pesquisa e inovação.

O diretor técnico do Parque Tecnológico Mato Grosso, Rogério Alexandre Nunes, disse que o governo vem trabalhando o parque tecnológico e o sistema de inovação há mais de 10 anos. Segundo ele, o trabalho tem sido fundamentado no dia a dia pela secretaria. “Hoje, o reconhecimento da Assembleia Legislativa evidencia que a Seciteci está indo para o caminho certo”, disse Nunes.

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A superintendente de Ciências, Tecnologia e Inovação, Lecticia Auxiliadora de Figueiredo Oliveira, afirmou que o parque já vem trabalhando no segmento de serviços e nas ações para o eco sistema de inovações para todo o Mato Grosso. Segundo ela, a Seciteci já premiou as pequenas, médias e micros empresas com o Prêmio Inova Mato Grosso pelos trabalhos de gestão e inovação.

“Além disso temos um prêmio para as cidades inovadoras. A Seciteci está fazendo uma jornada para a capacitação de empresas nos municípios. Esse é um pouco de serviços que os colaboradores vêm desenvolvendo para o ecossistema mato-grossense. Esse movimento é para fomentar a inovação tecnológica em Mato Grosso”, disse Oliveira.

Comenda Dante de Oliveira e Moção de Aplauso

Rafael Belo Bastos

Moção de Aplausos

Allan Kardec

Rogerio Alexandre Nunes

Lecticia Auxiliadora de Figueiredo Oliveira

Patrícia Chaves Seixas

Edcleide Andrade Nobre

Caroline Rodrigues

Marilise Ana Deon Peterlini

Fabio Luiz Martins da Silva

Fabio Vieira Alves

Valmir Luiz Moreira Santos

Lucas Marafon Krolow

Ariana Guedes de Oliveira

Danyelle Bianca Neves Zamar

Jaqueline da Silva Albino

Cynara Fernanda Corrêa de Paula

Claudia Marisa Rosa

Flávio Teles Carvalho da Silva

Marcos de Sá Fernandes da Silva

Rodrigo Couto de Menezes

Rodrigo Bruno Zanin


Secretaria de Comunicação Social

Telefone: (65) 3313-6283

E-mail: [email protected]


Fonte: ALMT – MT

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Após atuação da ALMT, STF reconhece cumprimento por MT à apresentação de propostas sobre divisa entre Mato Grosso e Pará

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A atuação da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) na discussão sobre a divisa entre Mato Grosso e Pará alcançou uma nova etapa no Supremo Tribunal Federal (STF). Em decisão proferida pelo ministro Flávio Dino, no último dia 11, na Ação Rescisória nº 2.964, o relator reconheceu como cumprida por Mato Grosso a etapa destinada à apresentação de propostas adicionais de acordo e determinou que o estado do Pará se manifeste sobre elas no prazo de 30 dias.

A decisão representa um avanço na estratégia institucional desenvolvida nos últimos meses pela ALMT. As propostas construídas pela Procuradoria-Geral da Assembleia foram incorporadas à estratégia de Mato Grosso para que a discussão não fique restrita à definição territorial e à regularização fundiária, mas alcance também os impactos concretos da mudança de divisa sobre a população.

Na Procuradoria-Geral da ALMT, a construção das teses e das manifestações apresentadas ao Supremo vem sendo conduzida pelos procuradores Ricardo Riva e Bruno Willames Cardoso Leite. Eles são responsáveis pela formulação da linha jurídica que colocou no centro da discussão a continuidade dos serviços públicos e a necessidade de uma transição organizada entre os dois Estados.

Desde o último mês junho, de acordo com Bruno Willames, a Procuradoria da Assembleia passou a defender perante o STF que a solução para o conflito territorial centenário não poderia se resumir à definição de quem é proprietário ou de qual estado determinada área pertence.

“Era necessário enfrentar também questões como saúde, educação, transporte escolar, estradas, segurança pública, sanidade animal, tributação, regularização ambiental, atividade produtiva, ressarcimento de despesas e continuidade dos serviços atualmente prestados por Mato Grosso e seus municípios”, afirmou o procurador.

De acordo com o procurador, a atuação tem respaldado a participação institucional da Assembleia Legislativa na discussão e aproximação com os municípios diretamente atingidos pelo conflito. “A estratégia da ALMT tem buscado levar ao processo não apenas argumentos jurídicos, mas informações produzidas pelas prefeituras, representantes das comunidades e setores econômicos que convivem diariamente com os efeitos da indefinição histórica da divisa”, afirmou.

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Na nova decisão, o relator Flávio Dino registrou detalhadamente a proposta apresentada por Mato Grosso, incluindo a criação de uma Mesa Técnica de Trabalho Mato Grosso e Pará, com participação dos municípios, e a construção de uma solução piloto para a região da Serra dos Apiacás, envolvendo inicialmente Apiacás, Paranaíta e Alta Floresta, em Mato Grosso, e Jacareacanga e Novo Progresso, no Pará.

O ministro considerou que a manifestação apresentada por Mato Grosso em 31 de agosto, materializando o cumprimento da obrigação do acordo celebrado anteriormente entre os dois estados. Com isso, Flávio Dino determinou que o Pará seja intimado para se manifestar, em 30 dias, sobre as propostas.

Após a manifestação paraense, segundo o procurador, Mato Grosso terá prazo de 10 dias úteis. Em seguida, o processo retornará ao gabinete do relator para novas providências, havendo ainda previsão de que as partes possam requerer nova audiência de conciliação para tratar dos pontos que permanecerem controvertidos.

A decisão também reconheceu o avanço dos trabalhos na área fundiária. O ministro registrou a apresentação por Mato Grosso de cadeias dominiais, parecer técnico sobre a metodologia cartográfica histórica, mapas, cartografias, arquivos em formato shapefile e títulos definitivos emitidos pelo Intermat, considerando cumpridas pelo Estado as etapas correspondentes do acordo.

“Agora, caberá também ao Pará, no prazo determinado pelo STF, apresentar o compilado de dados dos imóveis necessário para que sejam requisitadas aos cartórios as respectivas cadeias dominiais”, afirmou o procurador.

Para o procurador Ricardo Riva, um dos responsáveis pela estratégia jurídica da ALMT no caso, a participação da Assembleia busca assegurar que a transição territorial seja acompanhada por soluções administrativas capazes de funcionar na prática.

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“A regularização fundiária é indispensável, mas existe uma população inteira vivendo nessa região. Saúde, educação, estradas, segurança, produção e os demais serviços públicos precisam continuar funcionando durante e depois dessa transição. Foi essa preocupação que levou a Assembleia a ampliar a discussão perante o Supremo”, destacou Riva.

O procurador Bruno Willames Cardoso Leite ressalta que a nova fase permite transformar problemas identificados ao longo dos trabalhos em propostas concretas de cooperação entre os entes públicos.

“Desde o início defendemos que não seria suficiente resolver a terra e deixar as pessoas para depois. A definição territorial precisa vir acompanhada de uma transição segura, com responsabilidades claras e participação dos municípios que conhecem e atendem essa população diariamente. Agora o Pará terá oportunidade de se manifestar sobre essas propostas e apresentar também suas soluções”, afirmou o procurador.

A Assembleia Legislativa, de acordo com o procurador Bruno Willames, continuará reunindo informações dos municípios enquanto transcorre o prazo concedido pelo STF, a Procuradoria-Geral da ALMT continuará trabalhando na reunião de informações sobre a realidade da região, especialmente dados relativos aos serviços efetivamente prestados por Mato Grosso e pelos municípios às comunidades localizadas do lado paraense da divisa.

Documentos já obtidos demonstram, por exemplo, atendimentos realizados pela rede pública de saúde de Mato Grosso a moradores do Pará. Esse tipo de informação deverá auxiliar na construção de soluções para continuidade dos serviços e eventual divisão de responsabilidades entre os entes públicos.

A Assembleia também pretende continuar ouvindo prefeitos, gestores, produtores e moradores das áreas atingidas, fortalecendo a participação dos municípios na próxima etapa da conciliação.

Fonte: ALMT – MT

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