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Exposição É Bem Mato Grosso reúne obras em aquarela retratando as belezas naturais de MT

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) recebe, nesta semana, a exposição É Bem Mato Grosso, que reúne 18 pinturas em Aquarelas feitas por artistas plásticas do Ateliê Adriana Soares. As obras retratam a fauna e flora presentes no estado como forma de representar as belezas mato-grossenses. A exposição é coordenada pelo Instituto Memória do Poder Legislativo (IMPL) e fica aberta ao público até a próxima sexta-feira (24).

A curadora da exposição É Bem Mato Grosso, Adriana Soares, conta que a coletânea foi realizada pela primeira vez no ano passado, quando reuniu 80 obras dos alunos de seu ateliê. Para essa exposição na ALMT, foi feita uma seleção de 18 pinturas. “Foi um trabalho muito difícil, pois as obras estão muito bonitas. Todas mereciam ser exportas”.

Mara Visnadi, superintendente do IMPL, explica que entre as atribuições do Instituto está o fomento à cultura. “Abrir as portas do Parlamento para receber esses artistas é uma forma de valorizar a arte mato-grossense e fazer com que a população tenha acesso ao conteúdo cultural produzido em nosso estado”. A seleção para as exposições é feita conforme as demandas são encaminhadas ao Instituto Memória.

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Adriana Soares explica a importância de ter abertura dos espaços públicos para que os artistas se apresentem, para que possam comercializar suas obras e ter seus trabalhos valorizados. “Para meus alunos será uma experiência que irão levar para o resto da vida. Estou muito feliz e grata pela oportunidade e por ter sido tão bem recebida na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso”.

Serviço:

O que: Exposição “É Bem Mato Grosso”

Foto: ANGELO VARELA / ALMT

Quando: 20 a 24 de maio

Onde: Saguão principal da Assembleia Legislativa, em Cuiabá.


Secretaria de Comunicação Social

Telefone: (65) 3313-6283

E-mail: [email protected]


Fonte: ALMT – MT

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Política MT

CPI da Saúde ouve investigada e remarca depoimento de ex-secretário para 2 de setembro

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Na tarde desta quarta-feira (26), a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou mais uma reunião para ouvir depoentes e avançar na apuração de possíveis irregularidades em contratos da Secretaria de Estado de Saúde (SES) firmados durante a pandemia de Covid-19.

A ex-secretária adjunta de Gestão Hospitalar da SES, Carolina Campos, prestou depoimento na condição de investigada. Também foi ouvido, por videoconferência, o ex-diretor do Hospital Regional de Cáceres, Onair Azevedo Nogueira, na condição de testemunha. As duas oitivas ocorreram em sessão reservada.

O depoimento do ex-secretário de Estado de Saúde Gilberto Figueiredo, que não compareceu à sessão, foi reagendado para a próxima quarta-feira (2), às 14h. Segundo a CPI, a convocação foi remarcada após a defesa alegar compromissos.

Carolina Campos afirmou que solicitou que sua oitiva fosse realizada de forma reservada para evitar que o conteúdo do depoimento fosse utilizado no contexto eleitoral. “Minha posição nesse processo sempre foi técnica. Pedi que essa condição fosse respeitada”, disse, em entrevista concedida após a oitiva.

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Carolina destacou ainda que respondeu às 70 perguntas feitas pelos integrantes da comissão e que apresentou documentos e esclarecimentos que, segundo ela, já haviam sido levados anteriormente às autoridades responsáveis pelas investigações no Ministério Público e no judiciário.

A ex-secretária adjunta também declarou que decisões judiciais anteriores já haviam afastado sua participação nas acusações investigadas. Segundo Carolina, ela nunca chegou a ser ré e apresentou provas ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para demonstrar que não tinha envolvimento com as irregularidades apuradas.

Ao ser questionada sobre os contratos sem licitação investigados pela CPI, Carolina afirmou que não era responsável por licitações, compras ou pagamentos dentro da Secretaria de Estado de Saúde. De acordo com seu relato, sua atuação se restringia à gestão dos hospitais regionais.

Após a oitiva, a comissão informou que as respostas serão analisadas pela equipe responsável pelos trabalhos. A CPI investiga denúncias de irregularidades em licitações e contratos da Secretaria de Estado de Saúde realizados entre 2019 e 2023, que resultaram na Operação Espelho, da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso.

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Outro assunto discutido durante a reunião foi a possibilidade de suspensão dos trabalhos da CPI durante o período eleitoral. Um requerimento foi apresentado propondo que as atividades sejam interrompidas até o fim das eleições. A medida ainda não foi submetida à votação e foi encaminhada à Procuradoria da CPI para análise jurídica e elaboração de parecer sobre sua legalidade.

Os trabalhos da CPI da Saúde foram prorrogados por mais 180 dias pelo plenário da Assembleia Legislativa. Instalada em 4 de março, a comissão tinha prazo inicial de 180 dias, com encerramento previsto para 4 de setembro. Com a prorrogação, os trabalhos poderão prosseguir até 4 de março de 2027.

Além de Gilberto Figueiredo, que deverá ser ouvido na próxima quarta-feira, a comissão informou que o secretário Juliano Melo também é esperado para prestar depoimento na mesma data.

A CPI tem como objetivo reunir informações e documentos de investigados e testemunhas para esclarecer as possíveis irregularidades relacionadas aos contratos da Secretaria de Estado de Saúde.

Fonte: ALMT – MT

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