POLÍCIA

PRF apreende droga em bagagem de passageira na BR-364, em Cuiabá (MT)

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Na tarde de terça-feira (31), por volta das 18h20, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu quatro tabletes de substância análoga ao haxixe durante fiscalização no km 387 da BR-364, em Cuiabá (MT). O haxixe é um derivado da maconha produzido a partir da resina concentrada da planta, possuindo, por isso, um teor de substância psicoativa muito mais elevado e maior valor de mercado.

A ação ocorreu durante a abordagem a um ônibus de transporte interestadual que fazia a linha Várzea Grande (MT) x Aparecida de Goiânia (GO). Com o apoio de cão de faro, os policiais identificaram a presença de droga em uma mala no bagageiro.

Após a verificação, foi localizada a passageira responsável pela bagagem onde foram encontrados os tabletes de entorpecente ocultos sob a forração. Questionada, a passageira confirmou ser a proprietária da mala e relatou que receberia uma quantia em dinheiro para transportar a droga até Goiânia (GO).

Diante dos fatos, a mulher foi encaminhada à Delegacia de Flagrantes de Cuiabá (MT), juntamente com o material apreendido.

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Fonte: PRF – MT

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Polícia Federal

PF e CGU atuam contra fraudes em licitações, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro

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Ilhéus/BA. A Polícia Federal, em ação conjunta com a Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou, nesta quinta-feira (13/8), a Operação Severus, segunda fase da Operação Pacto Infame, destinada ao aprofundamento de investigação sobre possível esquema criminoso envolvendo contratações públicas no Município de Gongogi/BA, inclusive com utilização de recursos federais. 

Ação cumpre 33 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), nos municípios baianos de Gongogi, Itabuna, Ilhéus, Dário Meira, Ipiaú, Ibicaraí, Valença e Eunápolis. 

A investigação apura a possível atuação de grupo criminoso no âmbito da Administração Municipal, com participação de agentes públicos e de particulares, voltada, em tese, à prática de fraudes em procedimentos licitatórios, de desvio de recursos públicos, de corrupção e de lavagem de dinheiro. 

Os elementos reunidos até o momento indicam, entre outras irregularidades, possível direcionamento de licitações, utilização de documentos falsos, simulação de procedimentos administrativos, pagamentos por serviços não executados ou executados parcialmente e posterior movimentação dos valores desviados por meio de interpostas pessoas e empresas. 

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Além da apreensão de documentos e mídias, a decisão judicial autorizou a apreensão de valores em espécie, joias e veículos relacionados aos investigados. Também foram determinadas medidas cautelares patrimoniais, com bloqueio e indisponibilidade de valores, veículos, imóveis e outros bens, até o limite de R$ 2 milhões

O material apreendido será analisado pela Polícia Federal e pela CGU, e as investigações prosseguem para o completo esclarecimento dos fatos e para a individualização das responsabilidades.

Comunicação Social da Polícia Federal na Bahia
WhatsApp: (71) 3319-6002
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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