POLÍCIA

Polícia Militar prende três membros de facção por tráfico e apreende 50 porções de drogas

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Policiais militares prenderam dois homens e uma mulher por tráfico ilícito de drogas, neste domingo (30.3), em Canarana. As prisões foram realizadas em duas ocorrências. Com os suspeitos, foram apreendidos celulares, notebook, 50 porções de drogas e R$ 422 em espécie.

Durante a Operação Tolerância Zero, a equipe policial recebeu informações de que em uma residência, no centro da cidade, estaria ocorrendo uma comercialização de entorpecentes. Os policiais se deslocaram até o endereço e flagraram um casal, que tentou fugir ao ver a viatura.

Na abordagem, a mulher tentou esconder uma sacola contendo uma porção de maconha, 12 porções de cocaína e 17 porções de pasta base, além da quantia de R$ 402,00 em dinheiro.

Em buscas na residência, foram encontradas uma munição calibre .22 e 27 comprimidos de uma substância sintética, além de balança de precisão, celular e notebook. A equipe identificou que os suspeitos fazem parte de uma facção criminosa e os conduziram em flagrante.

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Segunda ocorrência

Em outra ação, os policiais militares flagraram um homem em atitude suspeita em frente a uma residência, já denunciada por ser ponto de comercialização de drogas. O suspeito jogou uma porção de maconha no chão ao ver a equipe policial.

Na abordagem, os policiais encontraram mais nove porções de maconha, além de uma nota de R$ 20, cinco celulares e notebook. Na residência, os militares também encontraram pichações com uma sigla de uma facção criminosa.

Diante dos fatos, ele também foi encaminhado para a delegacia, para as providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

*Sob supervisão de Hallef Oliveira

Fonte: PM MT – MT

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POLÍCIA

Polícia Civil cumpre mandados em investigação de esquema de corrupção em hospital de Campo Novo do Parecis

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (25.5), a Operação Silêncio Comprado, para cumprimento de 20 ordens judiciais dentro de investigações que apuram um suposto esquema de corrupção ligado à gestão do Hospital Municipal Euclides Horst, no município de Campo Novo do Parecis.

As ordens judiciais, entre mandados de busca e apreensão, sequestro de bens e bloqueio de valores, medidas cautelares diversas da prisão, além de quebras de sigilo telefônico e telemático, foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Tangará da Serra.


Os mandados são cumpridos nos municípios de Campo Novo do Parecis, Arenápolis, e nas cidades de Barueri e Cotia, no estado de São Paulo, com foco na coleta de elementos probatórios, identificação da extensão dos fatos investigados e preservação do patrimônio público.

As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), apuram suposto esquema de corrupção envolvendo a tentativa de interferência nos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito n.º 01/2025, instaurada para apurar possíveis irregularidades na gestão do Hospital Municipal Euclides Horst, em Campo Novo do Parecis.

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Entenda o caso

A CPI teve origem na repercussão de questionamentos envolvendo o atendimento prestado na unidade hospitalar, especialmente após a morte de uma jovem gestante do município de Campo Novo do Parecis, que teria apresentado complicações durante procedimento de parto cesáreo, sido encaminhada para Cuiabá e, posteriormente, vindo a óbito.

A partir desse caso, familiares e membros da comunidade passaram a questionar a estrutura do hospital, a prestação dos serviços, a gestão de recursos humanos e a regularidade da execução dos contratos de gestão da unidade hospitalar.


Início da investigação

As investigações da Deccor iniciaram após o recebimento de denúncia encaminhada pelo Ministério Público, relacionada à suposta oferta de vantagem indevida para influenciar os trabalhos da CPI, bem como a possíveis irregularidades na execução de contratos de gestão do Hospital Municipal Euclides Horst.

Entre os fatos apurados estão indícios de pagamentos por serviços supostamente não prestados, emissão de notas fiscais fraudulentas ou ideologicamente falsas, movimentação irregular de recursos públicos e possível desvio de valores vinculados à administração da unidade hospitalar.

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De acordo com os elementos reunidos até o momento, há indícios, em tese, da prática de crimes contra a Administração Pública, especialmente corrupção ativa, sem prejuízo da apuração de outros delitos que possam ser identificados no curso das diligências.

Apoios operacionais

A operação contou com apoio operacional das equipes da Delegacia Especializada de Crimes Fazendários (Defaz), Delegacia de Arenápolis, Delegacia de Campo Novo do Parecis e da Polícia Civil do Estado de São Paulo.

Nome da operação

Silêncio Comprado faz referência à denúncia de suposta oferta de vantagem indevida para influenciar os trabalhos da CPI, fato que deu origem à investigação.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, voltada ao combate à atuação de grupos criminosos em todo o estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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