Polícia Federal

PF combate descaminho de eletrônicos

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Rio de Janeiro/RJ – A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (17/9), a Operação Conexão Paralela, com o objetivo de reprimir uma associação criminosa especializada na prática de descaminho, sendo responsável pela entrada de milhares de aparelhos eletrônicos no território nacional sem o devido recolhimento de impostos, além da posterior comercialização dos produtos em questão. 

Policiais federais cumprem seis mandados de busca e apreensão nas cidades do Rio de Janeiro e Maricá/RJ.

A investigação foi iniciada a partir de denúncia recebida pelo ComunicaPF – canal para comunicação online de crimes de atribuição da Polícia Federal. As apurações revelaram que o principal operador do esquema seria um policial militar, que agia em conjunto com outros investigados.

A organização criminosa atuava por meio da introdução clandestina de aparelhos eletrônicos no Brasil, especialmente smartphones, sem o devido recolhimento de impostos. De acordo com as apurações, dezenas de milhares de dispositivos foram introduzidos no país nos últimos cinco anos.

Os investigados poderão responder pelos crimes de descaminho e associação criminosa, sem prejuízo de eventuais outros delitos que venham a ser revelados no decorrer das diligências e investigações.

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Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
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(21) 2203-4404

 

Fonte: Polícia Federal

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PF investiga fraudes em contratos de transporte escolar no Rio de Janeiro

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Rio de Janeiro/RJ. Nesta quinta-feira (17/9), a Polícia Federal deflagrou a Operação Faixa Amarela, com o objetivo de apurar a possível atuação de organização criminosa em fraudes licitatórias, desvio de recursos públicos, peculato e lavagem de dinheiro relacionados à gestão municipal de Duque de Caxias/RJ.

A ação cumpre 12 mandados de busca e apreensão, em endereços localizados na capital fluminense e em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

A investigação teve início a partir de elementos informativos coletados após análise de aparelho celular apreendido na Operação Anáfora. As possíveis fraudes iniciaram-se em 2020 e foram sucessivamente renovadas, gerando contratos milionários. Somente nos três primeiros anos a quantia superou R$ 62 milhões.

A investigação aponta para a possível atuação coordenada entre empresários, funcionários públicos e terceiros, com indícios de superfaturamento de licitações, desvio de recursos públicos e movimentações financeiras para pagamento de vantagens indevidas, além da ocultação da origem ilícita dos valores obtidos com as fraudes perpetradas.

Os fatos apurados podem caracterizar, em tese, os crimes de organização criminosa, fraude à licitação, peculato e lavagem de dinheiro.

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Fonte: Polícia Federal

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