POLÍCIA

Polícia Civil recupera veículo furtado em poder de traficantes em Nova Xavantina

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Dois homens flagrados em posse de um veículo furtado foram presos em flagrante pela Polícia Civil, na sexta-feira (20.10), em ação realizada pelos policiais da Delegacia de Nova Xavantina (645 km a leste de Cuiabá). Os suspeitos de 22 e 27 são conhecidos por atuar com o tráfico de drogas no município e foram autuados em flagrante pelo crime de receptação.

As investigações iniciaram na manhã de sexta-feira (20), após a vítima procurar a delegacia para comunicar o furto do seu veículo Ford Ka. Segundo informações, o veículo foi subtraído pelo próprio filho da vítima e possivelmente seria utilizado como moeda de troca em uma boca de fumo.

Durante as diligências para apurar os fatos, os policiais da Delegacia de Nova Xavantina depararam com o veículo com dois ocupantes transitando pelo bairro Jardim Alvorada. Foi realizada a abordagem dos suspeitos, sendo verificado se tratar de dois conhecidos da Polícia pelo envolvimento com o comércio de drogas no município.

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Questionados, os suspeitos alegaram que não tinham conhecimento de que o veículo era produto de furto e que apenas tinham pegado “emprestado” de um conhecido. Diante dos fatos, o veículo foi apreendido e os dois suspeitos conduzidos à delegacia, onde após serem interrogados foram atuados em flagrante por receptação.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLÍCIA

Polícia Civil, Crefito-9 e Vigilância Sanitária flagram falso terapeuta ocupacional que atende crianças em Cuiabá

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A Polícia Civil, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª Região (Crefito-9) e a Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá realizaram, na manhã dessa quinta-feira (18.06), uma ação conjunta de fiscalização, que constatou o exercício ilegal da profissão de um terapeuta ocupacional em uma clínica localizada no bairro Altos do Coxipó, em Cuiabá.

A fiscalização foi desencadeada após o Crefito-9 receber uma denúncia informando que um homem, de 54 anos, estaria se apresentando como terapeuta ocupacional e realizando atendimentos, principalmente de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sem possuir formação ou habilitação legal para o exercício da profissão.

A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor foi acionada e, durante as diligências, a equipe da Decon e fiscais do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional verificaram que o suspeito não possui registro profissional nem formação compatível com a atividade exercida. Segundo os levantamentos iniciais, ele realizava atendimentos em uma clínica improvisada instalada em imóvel residencial, divulgando e oferecendo serviços típicos da terapia ocupacional.

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Além das irregularidades relacionadas ao exercício profissional, a Vigilância Sanitária Municipal constatou que o estabelecimento funcionava sem Alvará Sanitário e sem outras autorizações obrigatórias para o exercício da atividade, tendo sido lavrado termo de notificação para regularização. Os fiscais também identificaram indícios de que o local não possuía estrutura adequada para o atendimento especializado de pacientes, especialmente crianças.

No decorrer da fiscalização, foram encontrados documentos relacionados aos atendimentos realizados. Entre eles, uma nota fiscal emitida pela prestação de serviços de terapia ocupacional no valor de R$ 15.360.

Outro aspecto que chamou a atenção das equipes foi a suspeita de que parte dos atendimentos pudesse estar relacionada a pacientes beneficiados por decisões judiciais que determinam ao Poder Público o custeio de tratamentos especializados. A hipótese será apurada pela Polícia Civil no decorrer das investigações.

O delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, destacou que a atuação integrada dos órgãos de fiscalização é fundamental para proteger consumidores e pacientes, especialmente crianças em situação de vulnerabilidade.

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“Estamos tratando de uma atividade que exige formação específica, capacitação técnica e registro profissional. Quando alguém se apresenta falsamente como profissional da saúde, além de colocar em risco a segurança dos pacientes, compromete a confiança da população nos serviços especializados”, ressaltou.

A Polícia Civil instaurou procedimento policial para apurar a prática de exercício ilegal da profissão, bem como eventual crime contra a fé pública, uso de documento falso ou outras infrações que venham a ser identificadas durante as investigações.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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