POLÍCIA

Polícia Civil recaptura mulher que havia sido liberada pela Justiça após prisão por tráfico de aproximadamente 300 kg de maconha

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada em Repressão a Narcóticos (Denarc), com apoio da Delegacia Regional de Cáceres, recapturou, na última sexta-feira (29.8), a mulher que havia sido liberada erroneamente da prisão.

A suspeita havia sido presa em flagrante com aproximadamente 300 kg de maconha, em Várzea Grande. Ela possuía antecedentes por tráfico de drogas e tinha mandado de prisão em aberto decorrente da “Operação Personal”, deflagrada pela Denarc.

A recaptura

Assim que os investigadores da Denarc identificaram a liberação indevida, localizaram o endereço onde a suspeita se encontrava e acionaram a Delegacia Regional de Cáceres. Com apoio imediato da Delegacia de Combate ao Crime Organizado de Cáceres (DRACO), as equipes conseguiram efetuar a prisão.

A prisão original

A suspeita havia sido presa em flagrante durante operação de monitoramento na entrada de Várzea Grande, no conhecido “Trevo do Lagarto”. Segundo o boletim de ocorrência, as equipes receberam informações de que um casal estaria transportando drogas da região de fronteira de Cáceres, em um veículo Hyundai Creta, de cor preta.

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Durante a abordagem, os policiais sentiram forte odor de maconha ao abrir a porta do veículo conduzido pela suspeita. A busca resultou na apreensão de quatro caixas contendo diversos tabletes da droga, totalizando aproximadamente 300 quilos de maconha. O material estava distribuído no interior do veículo e no porta-malas.

Operação Personal

A operação investiga uma organização criminosa especializada em tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro. Durante a ação, foram cumpridos 98 mandados de busca e apreensão em Cuiabá, Várzea Grande, Cáceres, Sinop (MT) e Londrina (PR).

Segundo as investigações, o grupo criminoso atuava no tráfico de drogas na fronteira entre Brasil e Bolívia, na região de Cáceres, para posterior revenda na região metropolitana de Cuiabá. O esquema foi identificado a partir do desdobramento da Operação Maximus 2, que resultou no indiciamento de 19 pessoas.

A ação integra a Operação Inter Partes da Polícia Civil, que é interligada ao Programa Tolerância Zero do Governo do Estado, cujas ações são voltadas ao enfrentamento às facções criminosas atuantes em todo o estado.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLÍCIA

Autor de homicídio em Rondonópolis é condenado a mais de 20 anos de prisão

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O trabalho investigativo desenvolvido pela Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis, resultou na condenação do autor do homicídio de uma mulher, de 58 anos, ocorrido em janeiro de 2025, no Residencial Boa Vista.

O réu foi condenado pelo Colendo Conselho de Sentença, durante sessão plenária do Tribunal do Júri realizada nesta terça-feira (9.6), à pena de 20 anos e 3 meses de reclusão pelo crime de homicídio duplamente qualificado.

O crime ocorreu no dia 29 de janeiro de 2025, quando a vítima foi encontrada sem vida no interior de sua residência, apresentando uma extensa lesão na região do pescoço provocada por arma branca. A equipe da DHPP foi acionada imediatamente e iniciou os primeiros levantamentos investigativos no local.

Conforme análise da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), a morte ocorreu entre 8 e 12 horas antes da localização do corpo, indicando que o homicídio foi praticado próximo à meia-noite do dia 28 de janeiro.

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As diligências investigativas conduzidas pela DHPP permitiram identificar rapidamente o principal suspeito do crime. Durante a apuração, os policiais constataram que o homem de 53 anos esteve na residência da vítima na noite anterior, sendo a última pessoa a manter contato com ela antes de sua morte.

Com base nos elementos reunidos pela investigação, a equipe policial conseguiu localizar e prender o suspeito em flagrantes poucas horas após a descoberta do crime, garantindo a preservação das provas e o avanço célere da persecução penal.

Segundo a delegada titular da DHPP de Rondonópolis, Karla Cristina Peixoto Ferraz, a condenação representa o desfecho de um trabalho investigativo realizado pela unidade.

“A sentença evidencia o comprometimento da Polícia Civil na elucidação de crimes contra a vida e na responsabilização de seus autores, reafirmando o compromisso com a busca pela verdade dos fatos, a produção de provas qualificadas e a promoção da justiça para as vítimas e seus familiares”, destacou a delegada.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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