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Polícia Civil prende último alvo de operação que desarticulou tráfico de drogas no Tijucal

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), cumpriu na terça-feira (13.5), o mandado de prisão do último alvo da Operação Impetus Tijucal, deflagrada com foco na desarticulação de facção criminosa voltada ao tráfico de drogas no bairro Tijucal, em Cuiabá.

O alvo da operação, que era considerado foragido, foi condenado a oito anos e dois meses de reclusão, em regime inicialmente fechado, pela Sétima Vara Criminal de Cuiabá.

A primeira fase da operação Impetus Tijucal foi deflagrada em agosto de 2021, para cumprimento de 11 ordens judiciais, visando o enfrentamento ao tráfico de drogas na região, bem como a identificação de vínculos associativos entre os investigados.

Em janeiro de 2023, uma nova fase da operação cumpriu 54 ordens judiciais, identificando lideranças e pontos de tráfico de drogas na região do Tijucal.

Na ocasião as ordens judiciais, sendo 18 de prisão preventiva e 36 de busca e apreensão, foram decretadas pelo Núcleo de Inquéritos Policiais da Capital (Nipo), tendo como base investigações e representações feitas pela Denarc.

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As diligências investigativas também tiveram lastro de inúmeras denúncias via 197.

Ao todo 18 dezoito investigados foram condenados pela Justiça pelos crimes de tráfico de drogas, associação ao tráfico de drogas e integrar facção criminosa.

“O cumprimento da prisão preventiva do suspeito encerra um ciclo e, demonstra a persistência da equipe de investigação da Denarc para efetivamente fazer Justiça”, disse o delegado responsável pelas investigações, André Rigonato.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

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No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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