A Polícia Civil, por meio das Delegacias de Aripuanã e de Sinop, prendeu nesta segunda-feira (22.9) três homens, de 42, 46 e 52 anos, e apreendeu dois caminhões, duas pranchas e uma escavadeira que havia sido furtada em Sinop.
O furto ocorreu entre a noite do último sábado e a manhã do domingo (20 e 21), em Sinop. Segundo um representante da empresa proprietária do equipamento, uma construtora, a escavadeira estava sendo utilizada para extração de cascalho na MT-438, a cerca de 1 quilômetro da BR-163.
A última utilização havia sido no sábado (20) e, quando a equipe de trabalho retornou no domingo (21), a máquina, avaliada em cerca de R$ 950 mil e que ainda tinha um dispositivo de R$ 500 mil, já não estava mais no local.
Foi registrado um boletim de ocorrência por furto e a Polícia Civil deu início às investigações do caso.
Na tarde da segunda-feira (22), a equipe da Delegacia de Aripuanã recebeu informações de que um caminhão prancha amarelo estava carregado com a escavadeira furtada em Sinop, que estava a caminho de Aripuanã para operar em um garimpo ilegal.
Pouco depois, a equipe da Delegacia de Sinop trouxe informações de que os suspeitos haviam trocado a máquina de caminhão, a passado para um Volvo FH 540 verde.
Foram acionados reforços de equipes do Comando Regional 8 e 3 da Polícia Militar e o primeiro caminhão foi localizado na MT-208. Questionado sobre a nota fiscal da máquina, o motorista afirmou que estava em um PDF em seu celular. Ele afirmou que havia sido contratado para carregar a máquina e levá-la para Aripuanã.
Em seguida, outra equipe localizou o segundo motorista, que estava com a máquina em seu caminhão. O motorista disse que seu patrão havia comprado a máquina e não sabia que era produto de furto. Havia outro homem com ele, que seria o operador da máquina e havia sido contratado para trabalhar em Aripuanã.
Diante do flagrante, os três homens foram presos e os dois caminhões, duas pranchas, a escavadeira furtada, celulares e R$ 12 mil, que os suspeitos receberam pelo frete da máquina, foram apreendidos.
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta segunda-feira (29.6), a Operação Raleda para cumprir 35 ordens judiciais contra integrantes de duas facções criminosas rivais responsáveis por homicídios e tráfico de drogas em São José do Rio Claro e região.
Os investigados teriam cometido homicídios a mando de líderes das respectivas facções. Os alvos também estão envolvidos na prática de outros crimes, como lavagem de dinheiro e delitos relacionados ao comércio ilegal de medicamentos sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Entre as ordens judiciais estão 27 mandados de busca e apreensão em residências, locais de trabalho e empresas dos investigados, além de cinco mandados de prisão preventiva e três de prisão temporária.
A operação é coordenada pela Delegacia de Polícia de São José do Rio Claro. Os mandados são cumpridos em oito cidades de Mato Grosso: Cuiabá, Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Brasnorte, Barra do Bugres, Comodoro e Mirassol d’Oeste.
No decorrer das investigações, ainda foi possível verificar a ocorrência de outros crimes praticados por grupos paralelos, cujos participantes, embora não tivessem relação com os homicídios, mantinham relação entre si na prática de crimes como comércio ilegal e porte ilegal de armas de fogo e munições, lavagem de capitais, venda de medicamentos proibidos pela Anvisa, exercício ilegal da medicina, entre outros.
A operação conta com a participação de 80 policiais civis, entre delegados de polícia, escrivães e investigadores, além do apoio da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos (DERFVA), da Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, da Delegacia Regional de Nova Mutum e das unidades das cidades de Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Brasnorte, Barra do Bugres, Comodoro, Mirassol d’Oeste, Tapurah e Nova Maringá.
Operação Pharus
A operação integra as ações do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate à atuação de grupos criminosos em todo o Estado.
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