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Polícia Civil prende estelionatário que deu golpe de R$ 170 mil alegando que tinha herança

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Um estelionatário que deu um golpe de R$ 170 mil em uma família de Barra do Garças foi preso pela Polícia Civil, nesta semana, no interior do estado de Goiás.

A investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Barra do Garças apurou que o criminoso se aproximou das vítimas, após ganhar a confiança da família, e conseguiu.

Para alcançar o objetivo, ele inventou que seria parte de uma ação milionária de partilha de bens na Justiça de Goiás e alegou que havia despesas processuais para as quais ele não dispunha de recursos. Depois, ele convenceu a família a lhe emprestar os valores, até as vítimas perceberem que estavam sendo enganadas.

Além do dinheiro dado pela família, parte proveniente de financiamento bancário, o criminoso convenceu as vítimas a lhe emprestar um veículo alegando que precisava comparecer a uma audiência no Fórum de Goiânia.

Enquanto estava com o veículo das vítimas, o criminoso percorreu 7 mil quilômetros no período de dois meses e ainda acumulou uma dívida de R$ 1.800,00 em multas.

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Para conseguir convencer as vítimas, o criminoso contou com o auxílio de sua mãe que induziu a família a acreditarem na narrativa contada pelo filho, solicitando documentos e mandando áudios sobre os procedimentos processuais atualizados.

Ao longo da investigação, a Derf reunir diversos documentos, áudios e mensagens escritas que confirmaram o esquema do criminoso e sua mãe para obter os valores.

Com as provas obtidas, o delegado Nelder Martins fez a representação criminal pela prisão preventiva do investigado, que estava mais em Barra do Garças.

Com o mandado de prisão expedido pela 2a Vara Criminal de Barra do Garças, o criminoso foi localizado e preso no município de São Luís de Montes Belos (GO), onde está à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil MT cumpre mandados contra investigados por furtar uma fazenda em Confresa

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A Polícia Civil de Mato Grosso, deflagrou nesta terça-feira (30.6), a Operação Partilha, para cumprimento de nove mandados judiciais para esclarecer um furto qualificado ocorrido em uma fazenda no município de Confresa.

A investigação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Confresa, apura o crime que resultou na subtração de R$ 350 mil em dinheiro, cinco armas de fogo, joias, entre outros objetos.


As ordens judiciais foram decretadas pela Justiça em desfavor de três suspeitos envolvidos no crime. Sendo cumpridas em Confresa, Sinop, Peixoto de Azevedo, São José do Xingu (distrito de Santo Antônio do Fontoura), Porto dos Gaúchos e na cidade de Novo Progresso, no Estado do Pará.

Os mandados de busca e apreensão domiciliar, inclusive na modalidade itinerante, afastamento do sigilo de dados telefônicos e telemáticos e o acesso e extração dos dados dos dispositivos apreendidos, foram expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Barra do Garças.

A ação visa recuperar as armas, joias e o valor que foram subtraídos da vítima, além de outros materiais como celulares, tablets e notebook, essenciais para o esclarecimento das negociações e transações financeiras referentes à partilha do produto do crime.

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A operação coordenada pela Derf conta com o apoio das Delegacias de Confresa, São José do Xingu e Santa Cruz do Xingu, das Delegacias Regionais de Guarantã do Norte, Sinop e Juína, e da Polícia Civil do Pará.

O crime

O furto qualificado foi praticado em uma propriedade rural em Confresa, na madrugada de 23 de setembro de 2024, quando os autores arrombaram cofres no interior da residência e subtraíram cerca de R$ 350 mil em espécie, além de joias e cinco armas de fogo.


Apuração

Durante diligências a equipe da Derf de Confresa identificou a atuação de grupo com divisão de tarefas entre os investigados. Os três alvos da operação são apontados como o informante (prestador de serviço com acesso ao interior da casa), o executor e o responsável pela logística do plano criminoso e pela destinação das armas de fogo furtadas.

Conforme a delegada da Derf de Confresa, Karen Amaral Makrakis, no decorrer da investigação foi encontrado registro da partilha entre os suspeitos, além de áudios, mensagens e fotografia de arma subtraída localizada em um aparelho celular.

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“A precisão do furto dirigida exatamente aos bens guardados na casa, indicou desde o início que o grupo teria agido com informação privilegiada sobre o local e o conteúdo dos cofres. Os indícios revelaram a atuação de um grupo estruturado, com divisão de tarefas e posterior repartição do produto do crime entre os envolvidos, parte do qual chegou a ser negociada”, destacou a delegada.


Partilha

O nome da operação faz referência ao documento manuscrito apreendido durante as investigações, no qual os próprios envolvidos haviam anotado como dividiram entre si o produto do furto, cada um com a sua parte em armas, joias e valores, de modo que, se a partilha dividiu o espólio entre os envolvidos, é também a palavra que dá nome à resposta do Estado, a operação destinada a desfazer essa divisão.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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