POLÍCIA

Polícia Civil indicia duas pessoas por calúnia e difamação contra magistrada de Poconé

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A Delegacia da Polícia Civil em Poconé concluiu o inquérito que apurou crimes contra uma magistrada do município e indiciou duas pessoas pelos crimes de calúnia e difamação. O inquérito foi concluído nesta quinta-feira (11.07) e remetido ao Poder Judiciário e Ministério Público Estadual (MPE).

Em março deste ano, a Delegacia de Poconé tomou conhecimento de que duas pessoas divulgaram em grupos de aplicativo de mensagens afirmações de que a magistrada estaria praticando supostos atos ilícitos em favor da administração municipal, ao consentir e não agir sobre crimes praticados na Prefeitura.

Sem elementos que pudessem comprovar a alegação, em um dos áudios, um dos investigados afirmou que tinha informações de que a juíza seria removida de Poconé e que o prefeito teria que: “preparar o dinheiro para comprar outro magistrado”, além de dizer que “enquanto esse promotor e essa juíza tiverem aqui não acontece nada” (sic).

O outro investigado afirmou que: “enquanto esse promotor e essa juíza estiverem aqui não acontece nada com o prefeito, eu falo, ele vai preso, mas depois que ele sair da prefeitura, que ele não tem mais como manter o … entendeu… não é só os vereadores, é… é tudo, ele amarrou tudo aí. Ele amarrou tudo” (sic).

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Um deles foi intimado por três vezes e não compareceu à delegacia para ser ouvido. O outro confirmou a autoria do áudio e disse que a mensagem aconteceu em uma conversa privada.

Ambos foram indiciados pelos crimes de calúnia e difamação, com o aumento de pena por atingirem a honra de uma servidora pública em razão de suas funções. As penas podem chegar a quatro anos de detenção.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Federal

PF extradita brasileira procurada pela Interpol por estelionato

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Belo Horizonte/MG. A Polícia Federal extraditou, neste sábado (5/9), brasileira natural de Santa Margarida/MG, pelo crime de estelionato.

 O crime foi cometido contra dezenas de produtores rurais, nos meses de maio e junho de 2024, no município de Orizânia/MG. A investigada estruturou um esquema fraudulento, valendo-se da credibilidade que seu marido ostentava no mercado regional de café.

Entre o final de maio e a primeira quinzena de junho de 2024, aproveitando-se do período de safra, seu marido intensificou a captação de mercadoria, oferecendo preços acima da média de mercado e prazos de pagamento futuro. Inúmeros produtores entregaram suas safras ao armazém gerido pelos investigados, que após realizarem a comercialização imediata das mercadorias com terceiros, fugiram da localidade sem honrar com os compromissos financeiros.

 Contra a mulher havia mandado de prisão expedido pela Vara Única da Comarca de Tiros/MG e Alerta Vermelho da Interpol de procurada internacional.

A extraditada deverá ser custodiada no Centro de Ressocialização e Pré-Soltura José Abranches Gonçalves, em Ribeirão das Neves/MG, onde permanecerá à disposição da Justiça.

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Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais
Contato: (31) 3168-6342
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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