Uma propriedade situada na zona ruaral do município de Vila Bela da Santíssima Trindade, utilizada para comercializar combustível ilegalmente, foi interditada pela Polícia Civil, na sexta-feira (08.03). Dois homens foram presos em flagrante por crime ambiental.
A ação, deflagrada pela Delegacia de Vila Bela da Santíssima Trindade em conjunto com a Delegacia Especial de Fronteira (Defron), faz parte da Operação Protetor das Divisas e Fronteiras.
O dono do sítio de 42 anos responderá pelos crimes ambientais de construir ou fazer funcionar, estabelecimentos, obras ou serviços potencialmente poluidores, sem licença; e produzir, comercializar, usar substância tóxica, perigosa ou nociva à saúde humana ou ao meio ambiente, em desacordo com a lei.
A diligência iniciou após denúncia pelo disque 197, relatando que havia uma propriedade rural na região, onde estava sendo comercializado ilegalmente grande quantidade de combustível, para garimpeiros instalados na terra indígena Sararé.
Diante das informações, os policiais civis foram até o sítio e já da estrada foi avistado dentro da propriedade, um caminhão tanque de transporte de combustível ao lado de um tanque ao solo.
Na ocasião a porteira estava aberta, razão pela qual as equipes entraram para averiguar os fatos, e abordaram o condutor do caminhão tanque transpondo a quantia de 25 mil litros de combustível do caminhão para dentro do tanque ao solo.
Questionado, o condutor do caminhão relatou que o veículo era do dono do sítio, e que seria a terceira viagem que ele fazia até a propriedade.
Também estava no local um funcionário, e este estava abastecendo um container com capacidade de 1 mil litros, que se encontrava em cima de uma camionete Hilux de cor preta. O container já estava com cerca de 420 litros de combustível.
O funcionário afirmou que foi contratado pelo dono do sítio pelo salário de R$ 5 mil, e que o horário de funcionamento do local era das 8 às 20 horas, sendo comercializado Diesel S10 e Diesel comum, bem como não possuía registro trabalhista para trabalhar no local.
O motorista da Hilux alegou que era freteiro, e não era a primeira vez que ia até o sítio comprar Diesel. Durante a fiscalização, mais dois veículos chegaram na propriedade para comprar combustível.
Policiais militares do 2º Comando Regional prenderam, neste sábado (13.6), um homem de 20 anos, suspeito de furtar baterias de lítio e outros equipamentos de uma torre de telefonia localizada no bairro Eliane Gomes, em Várzea Grande. O prejuízo estimado pela empresa responsável ultrapassa R$ 21 mil, sem contar os danos causados à estrutura e à interrupção dos serviços de telecomunicações na região.
A equipe policial foi acionada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), após uma denúncia de furto em andamento em uma torre da operadora de telefonia. No local, os militares encontraram o suspeito já detido por populares.
Durante a abordagem, os policiais confirmaram o crime e realizaram entrevista com o suspeito, que relatou ter participado da ação criminosa com outros dois comparsas. Segundo o homem, um dos envolvidos teria sido responsável pelo arrombamento da estrutura, enquanto outro seria responsável pelo transporte dos materiais furtados em um veículo.
O grupo pretendia vender os equipamentos subtraídos e dividir os lucros obtidos com a comercialização. O suspeito afirmou que as baterias poderiam ser revendidas por cerca de R$ 12 mil.
Em contato com os policiais, um representante da empresa informou que cada bateria possui valor aproximado de R$ 7 mil, totalizando prejuízo superior a R$ 21 mil somente com os equipamentos. Além disso, a ação criminosa causou danos à torre de transmissão e comprometeu a prestação de serviços da operadora na região.
O suspeito foi encaminhado à delegacia para registro da ocorrência e demais providências cabíveis. As forças de segurança seguem realizando diligências para identificar e localizar os outros envolvidos no crime.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
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